A árvore está doente… muito doente

Interessado no conteúdo do e-mail recebido por SolaScriputra nas primeiras linhas constatei tratar-se de crítica de alguns Benícios espinhosos (quem lê entenda) desacreditando o esforço do autor do hino-oração que agradou em cheio. Copiei o Tópico, para ler com mais calma…

Depois, enquanto conseguia tempo ia lendo e me perguntava: quem inventou espinhos em sicômoro? Quem é boçal a ponto de dizer que sicômoro é tipologia de religião que afasta o homem de Jesus ? Ao imaginar a necessidade de alguma anotação para desmentir o absurdo me deparei com o post de Getúlio.

Que alívio! Getúlio brilhantemente explicou.

A circunstância em que encontramos Zaqueu (destacado chefe dos coletores de impostos e muito rico) subindo no sicômoro para ver Jesus que estava a caminho, não deixa de ser algo inusitado.

Coisa incomum, de fato, que nada nos mostra de indivíduo casualmente curioso. Não. Com a expressão “a fim de vê-lo” Lucas nos fala da insistência de Zaqueu (v. 4, cf. o tempo verbal no grego), lembrando a mesma insistência do cego (18.41): “Senhor, que eu torne a ver.” (Zaqueu não imaginava que o ministério de Jesus estava encerrando e Ele estava a caminho de Jerusalém, pois estava próxima a Páscoa na qual Ele se ofereceu como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Quando cotejamos Marcos, Mateus, Lucas e João harmonizando-os numa possível ordem cronológica dos fatos é que percebemos este e inúmeros detalhes deste Ministério. Mas os Benícios não lêem as Escrituras e preferem procurar espinhos em sicômoros.)

Entrementes, a multidão – e não a estatura – era a causa do impedimento de Zaqueu. Por isso ele corre e sobe na árvore, aliás, abundante na Palestina. E ficou ali, coração batendo no peito e falando mais alto que palavras audíveis até que se aproximando Jesus e “olhando para cima”, deu-lhe a famosa ordem (v.5): “desce depressa… me convém”. (Atenção para a expressão “me convém” [gr. dei – imperioso, necessário]. Esta palavra grega mostra propósito e ocorre em diversos dizeres e especialmente em profecias de Jesus. Oportunamente falarei sobre este assunto.)

A questão é que Jesus pressionou Zaqueu para que ele corresse e arrumasse a sua casa de modo a poder receber o Mestre. A rigor, o Messias de Deus o pressionou para acertar a sua vida, limpar a sua vida do pecado de modo que Deus pudesse operar nele a plenitude da salvação (o termo grego soteria ocorre no v. 9) de Deus mediante Jesus, Aquele que veio para salvar o perdido; e assim o arrependido fosse declarado publicamente salvo (como foi o caso) e deste modo reconhecido por anjos, demônios e homens. Que maravilhosa salvação!

Então, este é o centro do episódio relatado exclusivamente por Lucas. A árvore não merece destaque algum, muito menos como a tipologia da religião que afasta o homem de Jesus. A árvore nada significa no texto ou no contexto, sendo fácil subir num sicômoro. Falar assim é abusar do maranatês…

O foco da narrativa de Lucas é a proposta de Cristo Jesus a CERTOS PECADORES ESPECIALMENTE DIFÍCEIS DE SEREM ALCANÇADOS, levando-se em conta o contexto em que Lucas acabara de registrar (18.24-27) o aviso de Jesus a respeito do perigo das riquezas, ocasião em que Jesus declarou (v. 24): “Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas.”

O noticiado por Lucas ocorre como a resposta divina da graça (gr. charis) que é sempre de graça (assunto que depois será desenvolvido segundo a inspiração concedida pelo Espírito de Cristo ao apóstolo Paulo).

Ora, foi pela GRAÇA que Cristo Jesus atendeu o que estava gritando no coração de Zaqueu e é pela graça que HOJE o Bondoso e Meigo Salvador atende até a humilde oração de pecadores (ainda que não saibam orar como convém).

Mas quem pode descrer da capacidade e compaixão do Espírito de Cristo operando silenciosamente o coração do aflito, desesperado pelos fracassos, quase despencando no abismo dos mortos sem salvação, mas capaz de cantar. Como num suspiro pela salvação:

Eu preciso de Ti, Senhor.
Eu preciso de Ti, ó Pai.
Sou pequeno demais,
Me dá a Tua paz
Largo tudo para te servir.
Entra na minha casa, entra na minha vida.
Mexe com minha estrutura, sara todas as feridas.
Me ensina a ter santidade, quero amar somente a Ti
Por que o Senhor é meu bem maior, faz um milagre em mim.

Enquanto ia escrevendo lembrei-me o tópico É O FIM DA PICADA em que Getúlio narra o episódio do obreiro que leu Mt. 3.4 e comparou o gafanhoto com o corpo de Cristo.

Gostaria que você voltasse a este Tópico. A mensagem revelada desse gafanhoto falante, digo, Benício falante, não me causou admiração. Ele estava falando de si mesmo. Ele é um gafanhoto que ataca o rebanho. Este tipo de mensagem é daqueles servos da Obra que alcançaram a revelação além da letra.

Mas agora temos um novo tipo de Benício: aquele que encontra espinhos em sicômoro e alardeia a revelação: porque esta árvore tem a tipologia da religião que afasta o homem de Jesus.

Natural. A ÁRVORE está doente e pelos ESPINHOS se conhece a doença. Este tipo de mensagem é daqueles que alcançaram a revelação além da letra. Filhos da árvore má beberam da seiva que ela produz frutos, cujos frutos são maus.

Este tipo de mensagem revelada é daqueles que estão enciumados pelo fato de alguém – que não é servo da Obra – em pouco tempo alcançar grandes multidões com seu belo hino, coisa que a árvore, enroscada em si mesma, não conseguiu fazer em quarenta anos.

Mas conseguiu produzir espinhos e espinhosos falantes. (Acredito que o leitor ainda sofre algumas dores e outros há que não conseguiram se livrar do resto de aflições que ali sofreram.)

Este é o retrato mais triste que se possa esboçar: gafanhoto falante lá, espinhoso falante acolá… e para todos os lados a árvore doente produz espinhos que ferem e magoam; e espinhosos que não conseguem entender que a graça é de graça e mediante “a fé em Cristo Jesus” (Gl. 2.15,16; 3.26-29).

Finalmente, os espinhos da árvore, doentes de ciúme decidem: Não vamos pecar cantando essa heresia. E os beatos dizem: Amém! Entre eles o DON é imperioso. Quem cantar o hino já sabe…

Não me admiro dessa revelação. A ÁRVORE está doente e pelos ESPINHOS que ela produz se conhece a doença. O ciúme farisaico está por trás da crítica dos Benícios espinhosos.

Quarenta anos são passados e a Obra Maravilhosa não conseguiu produzir se quer um hino que saísse das cercas de arames farpados para a boca do povo. Nenhum hino que influenciasse multidões para a salvação.

A ÁRVORE está doente e pelos ESPINHOS que ela produz se conhece a doença.

A ÁRVORE ESPINHOSA consegue gerar filhos cheios de espinhos. A colheita continuará na espécie do que foi plantado, na quantidade do que foi plantado e no lugar em que foi plantado. Lei da espécie. Feliz será aquele que não for cúmplice disto e decidir romper.

O olhar caolho do construtor de heresias espalha reflexos caolhos por toda parte. Cada novo Benício espinhoso ou Benício gafanhotoso gerado pela matriz recebe ordens para descer da ESPINHEIRA CENTRAL e preservar a Obra nas unidades locais (artgs. 21,22,23 e 31 do E-ICM-PES),  agindo como servo da Obra. Cada um deles falará do que lhe é próprio, por ser esta a mentalidade de Obra.

Como está escrito (Lc. 6.45 – ênfase nossa): “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; PORQUE A BOCA FALA DO QUE ESTÁ CHEIO O CORAÇÃO.”

Por quanto tempo esta espinheira brava e venenosa resistirá, antes que um poderoso relâmpago a incendeie e lhe rache o tronco?

NOTA: Expressões e frases em itálico são comuns entre os icemitas.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

8 Respostas para “A árvore está doente… muito doente”

  1. […] Na mente do icemista de carteirinha a formatação é impressionantemente profunda a ponto de nada perceber.
    Ele concorda com falsos dons nos cultos proféticos e heresias ensinadas nos seminários; e falsos dons e heresias são mentiras. Ciclo vicioso.

    E os que concordam com mentiras são mentirosos; e os mentirosos não entrarão no Reino de Deus. Esses doentes de mentiras precisam de arrependimento, cura para as feridas e perdão.
    Isso aconteceu nesses 10, 20 ou 30 anos de oportunidades perdidas para realizações na “Casa de Deus”.

    Infelizmente, perderam tempo… muito tempo e o que existe agora, não é outra coisa a não ser tédio.

    Natanael, acorda e entenda o seguinte: o formatado como “servo da Obra” acredita em mitos, continua imaturo, facilmente manipulável e muito obediente ao sistema; porém a omissão do crente o faz parar no tempo mas não isenta de responsabilidade.

    O que está acontecendo é o seguinte: a noite já chegou para os icemistas. Trevas! […]

  2. […] Porém, o que exsurge dos esgotos do palácio? Avareza desmedida, balcões de negócios, contrabando, corporativismo, corrupção, conspiração, desvios de conduta, desvio de dinheiro, dominação, estelionatos, falsas profecias, falta de transparência, furtos, manipulação de relatórios, notas fiscais frias, roubos… o esgoto está sendo aberto, a iniqüidade transborda e o fedor chega ao satélite. Esses homens acham que escaparão do Juízo? Ao contrário do insistente Zaqueu que arrumou a casa, restituiu o devido e recebeu a salvação oferecida por Jesus, o avarento e dissimulado Judas “adquiriu um campo com o preço da iniqüidade” (At. 1.18); e o apóstolo Pedro deixou evidente que o avarento Simão estava “em fel de amargura e laço de iniqüidade.” (At. 8.20-23). Neste contexto Jesus ensinara (Mt. 24.28): “Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres.” Ora, este detalhe do Sermão Profético se cumpre aos nossos olhos e aponta para o pior da pior hora da “grande [tamanha] tribulação”. […]

  3. Eurípia Inês disse:

    Boa tarde.

    Até tirarmos todos os espinhos de nós mesmos e os que lançamos nos outros… quanta dor.

    Amado CV,
    Percebo que os primeiros artigos não têm tantos comentários como os deste ano. Isso é como um termômetro né?
    .
    .
    Certo.

    Estávamos denunciando… denunciando… como o lavrador que espera a colheita dos frutos.

    Mas a colheita começou: o MP-ES entrou em cena.

    CV.

  4. Firme nas promessas disse:

    Por muito tempo tive receio de cantar este louvor pois fomos proibidos, aliás, como todos outros louvores que não fossem “revelados na obra”.
    Há poucos dias em um culto na Louvai, as crianças cantaram-no e foi notório a todos o que Deus operou, com a liberdade com que cantaram.
    Falando nisso, aquilo que antes era-nos proíbido, porque o sôrrevelô, agora estão fazendo, porque o sôrrevelô?
    Fala sério!
    Mas, afina, o que esperar de uma árvore doente?
    Pelos frutos conhecereis se a árvore é boa ou má e pelo que temos visto, os frutos produzidos por esta árvore chamada maranata estão bichados, impróprios para consumo…já faz tempo!

  5. Cavaleira da Verdade disse:

    Bom dia Irmãos!
    A Palavra de Deus diz: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” Provérbios 4:18

    Hoje entendo que Deus nos resgatou daquele cativeiro de 40 anos, mudou nossa vida por completo, mudou nossas decisões, nossos pensamentos, nossa maneira de ver a vida e nosso comportamento.

    Esse processo de desintoxicação é muito doloroso, requer vontade de mudança, e muita leitura da Palavra de Deus e de bons livros para nos auxiliar a retirar de dentro de nós toda essa doutrina herética que ficou impregnada nas nossas cabeças obra! obra! obra! obra! obra! obra!

    Estávamos doentes, como mortos espirituais e iss refletia em nossos pensamentos, palavras, sentimentos cuja motivação era esquizofrênica. Nosso caráter de alguma forma era formado de convicções confusas, incorretas, expressando preconeitos totalmente
    contrários aos padrões do que Deus tem para nós.

    Vendo o que Deus tem feito no nosso meio, o desvendar de toda essa sujeira estampada no palácio da rainha desfigurada, podemos afirmar que o sol do meio dia já desponta no céu, o dia está clareando gradativamente, é o agir de Deus dando um basta! nessa sujeirada toda.

    O que vemos acontecer é somente a ponta do iceberg, muitas coisas mais virão.
    Pensaram eles que sairiam impunes? Que estava tudo escondido? Cada dia a podridão sobre do poço de iniquidades e exala o mau cheiro deles. O mau cheiro dos corações do meias-solas-mercenários, dos falsosprofetas, dos ensinos que destruiram lares e fizeram muitso fraquejar na fé.

    Raça de viboras, anunciando arrebatamento da “igreja fiel” (leia-se maranata) enquanto empurravam as ovelhas parao beco sem saida. Gedeltri, vc tem contas a acerta com a sociedade e com Deus.

    É preciso entender também que Deus também trabalha em um processo evolutivo continuo e retrocessos não fazem parte dos seus planos. Por isso precisamos sair da nossa zona de conforto e DENUNCIAR. Já estamos dentro dessa batalha espiritual e sabemos quem luta conosco.

    Não é hora de retroceder e sim AVANÇAR pois Deus colocará o inimigo por escabelo de seus pés. Temos que tomar posturas e posicionamentos para nos tornarmos, não guerrilheiros espirituais, mas sim, valentes que conquistarão o Reino de Deus .

    Quando Deus está a frente podemos ver nossos inimigos, por maiores ou mais poderosos do que nós, uma perspectiva mais alta e com a certeza de vitória.

    Tenhamos ânimo e sejamos insistentes no nosso objetivo. Nada poderá nos tirar do alvo. Quando um valente de Deus se levanta como nós, depois de tantas decepções e sofrimentos, frustrações, a tendencia e estar mais fortalecido para a batalha. Outrora éramos metades, e metades são nada!

    Saco de pancada nas mãos do Diabo pela boca dos falsos profetas de plantão e seus dirigentes… éramos isso mesmo. Medrosos. Como medos enraizados dentro denós: medo de pecar conta a obra. medo de pecar contra o Espírito; medo de pecar contra o ungio; medo de ter medo…

    Meu Deus! Onde chegamos?!

    Mas nossa sorte mudou (Sl. 126). Os caminhos foram endireitados (Is. 40.3). A terra esturricada recebeu chuva a boa semente começa a produzir bons frutos. São chuvas de bênçãos (Sl. 84).

    Em Deus ganhamos forças e fortalecimento em espírito. Podemos fazer proezas, segundo a promessa. Somos valentes! E estamos nessa guerra de coração, não por obrigação, com a convicção que estamos fazendo o certo, guerreando sem medir esforços, denunciando as pilantragens dessa seita que tanto mal nos fez e continua a fazer, ainda que outros ainda enxergaram a gravidade do problema em que estão mergulhados até o pescoço.

    em Deus nos realizados, pois não almejamos cargos e posições, porquanto entendemos essa arregimentação, esse mover do Espírito para uma guerra que já tem vencedor, independente do lugar que ocupar.

    Na verdade, aquele que está em Cristo e faz a “obra de Deus” (Jo. 6.29) está firme, seguro e consciente de que a história que escreve ficará registrada nos céus.

    Somos valentes de Deus!

    Paz!

  6. Cavaleira da Verdade disse:

    Bom dia!
    ESSE É O VICE DIRETOR DE ENSINO?????

    Sergio Matos – HPD 436 (L+M)

    Sérgio Paulo Ferreira de Matos é autor do hino “Ó vinde vós, os povos, de todas as nações…” (HPD nº 436). Ele é neto do Pastor João de Deus Ferreira, um dos Pastores Baptistas pioneiros em Portugal. Sérgio seguiu os passos do avô e se tornou pastor. Está atendendo uma comunidade da Igreja Evangélica Maranata no norte de Portugal.

    Este hino, intitulado Convite à liberdade, foi escrito e composto por Sérgio Matos na década de 1970, no contexto da Revolução dos Cravos , quando o jovem estudava na Universidade da cidade do Porto, onde ele era co-fundador e participante ativo do Grupo Bíblico Universitário de Portugal (GBUP) ,

    Sérgio Paulo Ferreira de Matos graduou-se como Bacharel em Letras no ano de 1974 e depois ainda conquistou as seguintes habilitações:
    – Doutor em Linguística Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto
    – Mestre em Linguística Portuguesa Descritiva pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto
    – Licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto
    Funções e atividades acadêmicas:
    – Docente (professor auxiliar sem agregação)

    Fontes: http://br.dir.groups.yahoo.com/group/mmc/message/76790
    http://olhaioliriodocampo.blogspot.com/2011/02/os-meus-hinos-queridos-7.html
    http://www.gaia.unisla.pt/1011/index.php?option=com_content&task=view&id=316&Itemid=925

    Notas:

    1 Revolução dos Cravos foi o movimento que derrubou o regime salazarista em Portugal, em 1974, de forma a estabelecer as liberdades democráticas.

    2 A data do início do GBU é incerta, provavelmente no final dos anos sessenta. O ano de 1970 é assinalado pelos membros como o início do GBU pela chegada de Alexandre Araújo, o primeiro obreiro, da IFES, a dar consistência ao movimento.
    Data do início oficial, perante o Estado: 27/05/76, data da publicação dos Estatutos no Diário da República.
    Local da realização da Escritura Pública: 4º Cartório Notarial do Porto, em 13/03/76.
    Membros que assinaram a escritura: Manuel Pedro de Almeida Duarte; Fernando Adolfo Serra de Sousa Pinheiro; Maria Celeste Mendes Jorge; Sérgio Paulo Ferreira de Matos; Isabel Rosa Pereira de Almeida Pinheiro; João Alfredo Figueiredo Duarte.
    http://www.gbu.pt/conteudos/SystemPages/page.asp?art_id=270

    FONTE: http://www.luteranos.com.br/conteudo.php?idConteudo=18195 – com Luciana Oliveira e outras 4 pessoas.
    Paz!
    Eita obra marvilhosa em!

  7. Simples Ovelha disse:

    Amado irmão:

    Segue carta em que muito me identifiquei e gostaria de compartilhar com nosso irmãos: veja, leia e reflita se realmente não faz parte das dilacerações de mais um coração por esta igreja:

    Carta de uma ovelha:

    http://simplesovelhas.blogspot.com.br/

    Fiquem na paz do Senhor!

  8. […] A Árvore está Muito Doente! […]

Deixe o seu comentário

Resolva a seguinte pergunta para envio * Time limit is exhausted. Please reload the CAPTCHA.