Celebrando a Páscoa para o livramento da morte – Conclusão

Resultado de imagem para Cristo nossa Páscoa A festa da Páscoa e a Festa dos Pães Asmos – estabelecidas como convocações santas – foram celebradas quando os hebreus estavam debaixo do jugo opressor do Faraó, o rei do Egito.

A ordem dada ao povo era simples: alimentar-se do cordeiro grelhado com ervas amargas e pães sem fermento, às pressas, sandálias nos pés e prontos para partir.

Aspergir o sangue do cordeiro nas vergas das portas era questão de “fé obediente” (Êx. 12.28; Hb. 11.28). Isto NADA tem a ver com clamor pelo sangue de Jesus.

Erros e heresias geram incredulidade e resistência à verdade.

O artigo revelará o segredo da VITÓRIA.

Conclusão

A liberdade do crente em Jesus está onde o Espírito de Cristo opera. Não é isto o que a Escritura diz? Ficar preso em regras religiosas para quê?

A Páscoa ocupa o lugar central nas Escrituras. No Antigo Testamento é o livramento dos hebreus. No Novo Testamento a nossa Páscoa é Cristo Jesus, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos, o Príncipe dos reis da terra.

Antes da construção do templo, em cada Páscoa os israelitas reuniam-se segundo suas famílias, retiravam todo fermento de suas casas, assavam o cordeiro e comiam ervas amargas “com pães matsa, não fermentados” (KJ, Êx. 12.8) enquanto recontavam as histórias do grande livramento das mãos do Faraó.

Clamor pelo sangue é forma de opressão. Poder do sangue é plena redenção. Esse o angustiante confronto: clamor e poder. Crentes maranatas decoram a frase inicial do clamor e a repetem assim como o católico faz o sinal da cruz. Apenas repetem frases litúrgicas e não entendem o poder do sangue de Jesus que justifica, redime e santifica.

Clamor pelo sangue de Jesus não acrescenta mentalidade de poder restaurador e santificador; pelo contrário, o apóstata não se incomoda na sua condição de desviado, o incrédulo continua na sua incredulidade e os Judas não devolvem o furtado e o roubado.

Clamor pelo sangue de Jesus fica longe da grandeza, pureza e verdade do Novo Testamento; e tem TUDO a ver com mistério da Obra (jargão do mestre-profeta) induzindo o povo a dar crédito em religião de mistérios.

Conforme havia prometido, Deus determinou o livramento dos hebreus da escravidão insuportável; porém, pelo sangue de Jesus Deus nos arrancou do cativeiro da morte eterna, do cativeiro do pecado e nos libertou do império das trevas. Isto não é maravilhoso aos nossos olhos?

Então, entenda de uma vez: a insistência com clamor pelo sangue de Jesus funciona como MANTRA repetido como REZA, à semelhança de outras religiões que fazem uso de encarceramento ideológico mentalmente nocivo. Processo psicológico ruinoso.

Entenda o olhar do Novo Testamento: já não dependemos da Lei de Moisés, nem dos sacrifícios do Antigo Testamento para sermos perdoados, salvos e aceitos diante do Pai Celestial (Gl. 3.23-25; 4.4,5). Mas lembre-se da afirmação de Cristo Jesus (Jo. 8.34): “Em verdade, em verdade vos digo: todo aquele que pratica o pecado é escravo do pecado.”

Não havendo abandono do pecado e arrependimento – seja no crente, seja no pastor –, o remorso fica corroendo por dentro (como no caso de Judas Iscariotes). Nestas circunstâncias o clamor pelo sangue de Jesus é esconderijo emocional e para nada presta. Mantra religioso. Reza sem sentido.

O clamor pelo sangue de Jesus nada mais é do que “fogo estranho” aceso pelos fariseus habituados aos interesses palacianos aos gritos histéricos de Maranata! Maranata! Maranata!; enquanto armam ciladas e articulam demandas judiciais inconsequentes contra dissidentes e questionadores.

O cordeiro sacrificado prenuncia o sacrifício de Jesus, Cordeiro de Deus, derramando o seu sangue sobre o propiciatório para a redenção do pecador mediante o sangue (Êx. 12.7,17; Jo. 1.29,36; Is. 53.7; At. 8.32-35; 1 Co. 5.7; Ap. 13.8).

O sangue de Jesus derramado no propiciatório (assunto da mais alta importância no Novo Testamento e esclarecido na Epístola aos Hebreus) garante cumprimento definitivo, integral e irreversível das ordenanças sacrificiais da Lei de Moisés.

O sangue de Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus”, posto no Propiciatório, garantiu a gloriosa ressurreição de Jesus, o Pentecostes com a doação do Espírito de Cristo à Igreja, o cumprimento da escatológica e última das setenta semanas de anos e a consumação de todas as coisas, nos Céus e na Terra.

Quanto ao livramento da morte, o sacrifício do cordeiro pascoal, cujo sangue deveria ser aspergido nas vergas das portas das casas dos hebreus, só teve validade porque apontava para o inigualável sacrifício de “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Este é o sacrifício eficiente para nos livrar do poder da morte eterna, do poder do pecado e do poder do Maligno.

Resta fixar que o sangue do cordeiro pascoal nas vergas das portas NADA tem a ver com clamor pelo sangue de Jesus. Nada!!!

Se nada é impossível para Deus, pergunta-se:

  • Com erros, heresias e profetadas alguém consegue agradar a Deus?
  • Desde que a opinião errada expressa convicção errada, não está na hora de rever preconceitos?
  • Exercer fé em Jesus, corretamente, não será mais fácil e produtivo do que cumprir deveres religiosos?
  • Onde estão as maravilhas, prodígios e sinais que nos prometeram?
  • Por que em certas áreas de nossas vidas percebemos que Deus nada pode fazer?

Se você entendeu que esse clamor pelo sangue de Jesus consiste em heresia e essa prática ofende o Novo Testamento, é melhor se AFASTAR DO ERRO NESTE MOMENTO.

Leia mais

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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/02/arrebatamento-ja/

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2017/03/ouve-te-peco-a-voz-do-senhor/

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2017/01/dizem-ser-curso-de-teologia-mas/

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/08/em-que-consiste-a-esperanca-do-crente/

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/antes-e-depois-do-batismo-com-espirito-santo/

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2017/01/arrependei-vos-e-crede-no-evangelho/

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NOTAS

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Aqui não há espaço para calúnias, difamações e injúrias. Discutimos doutrinas, erros eclesiásticos, heresias e teologismo (falsa teologia).

Copie o artigo escrito em duas partes:

Celebrando a Páscoa para o livramento da morte

Entregue ao pastor de sua igreja para ler, pensar e responder. Forme grupos e estudem o assunto. O apóstolo Paulo insistiu: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes…”

Imagens colocadas foram obtidas na Internet presumindo de domínio público. No caso de imagem sem os créditos devidos não foi intencional.

Façam cópias, distribuam e estudem em grupos. Os erros ensinados na Maranata causam confusão e destoam da “doutrina dos apóstolos”, bastando lembrar que a Logo desta igreja insiste na quarta trombeta.

2 Respostas para “Celebrando a Páscoa para o livramento da morte – Conclusão”

  1. Assunto constante neste Blog é o falso profetismo.

    Centenas de depoimentos de ex-maranatas presos ao sistema (e alguns confessam que inventavam dons nos cultos proféticos).

    Famílias desfeitas, prejuízos profissionais, profetadas de milagres e sonhos que se foram… sem volta.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2016/08/culto-profetico-mentiras-e-opressao/

    Clamor pelo sangue de Jesus não evitou: desvio de dinheiro da tesouraria da igreja, duplicata simulada (nota fiscal fria), evasão de divisas, fraude em contabilidade, fuga à responsabilidade, lavagem de dinheiro, mentira, negativa de transparência, orgulho religioso, pecados e perversões sexuais, roubo, soberba de vida e vícios.

    Continua fácil entrar na seita, pois o encantamento é feito com a empulhação de falsos dons e insistência com frases de efeito no enfoque de Obra é Obra… o resto é sobra; Obra revelada que veio da eternidade; salvação só na Maranata; Igreja fiel que será arrebatada na quarta trombeta; Maranata é a última igreja etc.

    Existem aqueles que batem no peito e dizem:

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/sou-estou-e-vou-continuar-na-maranata/

    O medo é o maior problema do formatado.

    medo de errar no clamor pelo sangue de Jesus (heresia);
    medo de errar na consulta à Palavra (bibliomancia);
    medo de pecar contra a Obra (inventaram esse pecado);
    medo de desobedecer aos pastores (emissários do Presbitério amparados com mensagem revelada de serem ungidos do Senhor);
    medo de sair da Obra;
    medo de perder a salvação (desesperança e incerteza);
    medo de questionar e ser perseguido por agentes do regime opressor e o medo de romper com o sistema pelo medo do desconhecido.

    O mito é uma crença, baseando-se nela, o rito é um conjunto de atividades, organizadas de uma determinada forma, a fim de obter um determinado resultado.

    O rito é o que justifica o mito. O rito começa com:

    1) o clamor pelo sangue de Jesus, antecedendo

    2) a consulta alheatória de frase da Bíblia,

    3) buscando confirmar o imaginado na mente do consulente; e de engano em engano aparece

    4) o dom – no modelo Obra como forma de vida.

    Porém, “Nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.” 2 Coríntios 13.8

    Portanto, de maneira geral, o apelo deste Blog é no sentido de que cada um deve abandonar o erro, confessar os falsos dons inventados nos cultos proféticos e demais grupos, pedir perdão aos ofendidos e recomeçar. Particularmente, eu confio que o Espírito de Deus saberá cuidar de cada um que desperta do sono em que está mergulhado (quem lê, entenda).

    Que bem-aventuranças e garantias eternas existem em profetadas e revelagens nos cultos proféticos e nos seminários da Obra?

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2016/08/culto-profetico-mentiras-e-opressao/

    “Se atentamente ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra.” (Dt. 28.1)

    “O SENHOR é minha bandeira.”

    CV

  2. IGREJA CRISTÃ MARANATA

    CARTA CIRCULAR

    CIRCULAR N.º 123/20

    Vila Velha/ES, 10 de julho de 2020

    Estamos enviando a todos os interessados, o teor doutrinário de uma correspondência que foi enviada a alguns ex-pastores e que serve de balizamento quanto à doutrina e comportamento pastoral, aspectos que precisam ficar bem definidos.

    MOTIVOS:

    Seu descumprimento às orientações doutrinárias e a forma estranha que tem conduzido o culto, com viés emocional, perigoso, semelhante aos atores que têm levado a confundir movimento com Obra do Espírito Santo.

    1.1 O balanço e as emoções da carne não resgatam a alma.

    Os templos foram transformados, por alguns, em lugar de espetáculo e show, sem controle e altamente comprometedores para a Obra, que está exposta na doutrina bíblica e revelada.

    2.1 Animação e autoajuda como técnicas de persuasão utilizadas nos cultos, e outros artifícios pragmáticos, anulando a oportunidade de uma real operação que deveria ser atribuída ao Espírito Santo.

    2.2 O culto não é show e o templo não é teatro, o Pastor não é um artista, nem há lugar para profanação ao projeto de salvação – cuja função é exclusiva do Espírito Santo.

    Vossa Senhoria se distanciou do projeto e, já sem mensagem para a Igreja, não conseguia retransmitir a doutrina para o que foi chamado, quando fez em voto público uma confissão de fé, de joelhos, diante da Igreja, do Espírito Santo e da própria família no ato de sua ordenação.

    3.1 Vossa Senhoria negou a sua própria unção e se rebelou contra a sua ordenação.

    O governo nesta Obra não pode sofrer certos enganos, já que os dons espirituais, referentes ao seu ministério, têm chegado, enviados por Pastores e Irmãos, dons espirituais que já não aceita, porque se colocou fora do Corpo, rejeitando por igual o governo do Espírito Santo nesta Obra.

    4.1 A sua soberba vem de longa data e se exacerbou, quando afastou a Igreja da Escola Bíblica Dominical, deixando de lado o grande ensino da doutrina para a Igreja como advertência e ânimo, que foi baseada nos estudos do Livro de Neemias.

    4.2 Nem mesmo advertido da atual situação do Cristianismo e de alguns grupos evangélicos, em nossos dias, coniventes com a “destruição dos muros e das portas de Jerusalém”, que foram destruídas a fogo, bem como a situação espiritual miserável que se encontra a religião, que permitiu e consente com seus líderes e asseclas a extrema miséria que se estabeleceu no comportamento profano de seus membros e até de familiares.

    4.3 Quando o Espírito Santo revelou a primeira grande evangelização – “Trombetas e Festas, um alerta!”, em 24/11/2019, vossa participação foi pífia, mostrando que o seu compromisso não era com a Obra e sim com o seu novo projeto de religião, com um grupo que não fará falta, porque “quem conosco não ajunta, espalha” (Lc 11:23), e muitos estão prontos para seguir certas práticas libertinas, nesse tempo de provas, com seus convidados sem discernimento, afeitos, também, ao gosto da carne.

    Pena é que alguns levarão familiares, empurrando-os para o mundo por falta de fé e por negar o maior benefício que qualquer homem almeja e recebe de Deus na vida, que é o ministério pastoral, dádiva do Espírito Santo.

    Alguns, que Vossa Senhoria tem buscado atrair como aliados, não irão mais perturbar os novos crentes que hoje estão sendo agregados em grande número ao Evangelho, chamados para o preparo nesse momento da partida da Igreja, pessoas também que estão sendo tiradas para não atrapalhar a caminhada dos novos, quando querem aflorar alguns erros ocultos em suas vidas e até em sua crença, já que pregaram o que não sabiam e nem criam naquilo que pregavam e, agora, negam publicamente o chamado, impulsionados pela soberba e pela vaidade, imaginando que o título de Pastor é o suficiente, desacompanhado do ministério que é do Espírito Santo, negado tristemente por muitos que se diziam fiéis ao chamado do Espírito Santo, que apenas mudaram de ideia.

    4.4 Não estamos lamentando os desertores, pelo contrário, o tempo é de provas e de definição e, nesta Obra, não há lugar para vaidade nem para a carne, novidades que já presenciamos em outras ocasiões e que continuarão surgindo no seio da Igreja Fiel como sinais da grande apostasia, que não serão tolerados e ninguém ficará impune diante do Senhor.

    SAÍRAM DE NÓS, MAS NÃO ERAM DE NÓS:

    “Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco: mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.” I Jo 2:19

    O SIGNIFICADO DO MINISTÉRIO:

    A Igreja Reformada (1530), na definição de ministérios por seus líderes – Lutero, Calvino, Melâncton e outros, se posicionou quanto ao assunto de modo bem claro, que foi, é e será sempre o mesmo da Igreja Cristã Maranata.

    O que diz Lutero:
    Existe o perigo de se assumir um ministério por conta própria, assumindo tal ofício.
    Antes, deve-se deixar ser chamado e escolhido para pregar e ensinar no lugar de outros e sob o comando deles!

    III. O chamado é feito pela congregação 1 , e o ministério continua tendo de prestar contas a ela.

    Lutero afirmou: “O que lhe damos hoje, podemos tirar dele amanhã.”
    O rito da ordenação não confere nenhum caráter indelével à pessoa ordenada. É meramente a forma pública pela qual alguém é comissionado, mediante os atos de ordenação com oração, doutrina, imposição de mãos (do Presbitério).
    O que se entende nas posições de Lutero são as mesmas que estão expostas na Palavra de Deus.
    Basta ler as advertências de Paulo àqueles que desprezam o chamado nos textos de I
    Timóteo 4:14-16 e Tito 1:10

    CRER e DESCRER, pregar e despregar, aceitar e rejeitar, mudar de religião e de ideia é próprio do homem.

    III. A falta provocada pela desobediência às regras do chamado para o ministério, anula o valor do chamado, desvalorizado por aquele que um dia foi ordenado.

    São dispensáveis desculpas de quem está abandonando um projeto para o qual foi chamado e, agora, negado, se valendo de textos bíblicos como desculpas para negar a sã doutrina, como querendo demonstrar uma autoafirmação.

    – “Combati o bom combate …”

    – “… eu sei em quem tenho crido …”

    Alguns imaginam que o título de Pastor é pessoal – e não é! – a unção não é do ungido, é do Espírito Santo.

    Se a ordenação for negada por aquele que se rebelou contra a doutrina e a sua própria unção, ele (o mesmo) está desligado do compromisso que rejeitou.

    “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu.” Mt 18:18

    VAMOS À PALAVRA
    Judas 1:6: “E aos anjos que não guardaram o seu principado2 , mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão, e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;”

    I Pedro 2:13: “Sujeitai-vos pois a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior;”

    Atos 7:53: “Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes.” É a censura de Estêvão aos religiosos da época.

    Outros exemplos:

    – Caim

    – Saul

    – Tobias

    – Sambalate

    – Judas

    Estamos certos de tudo aquilo que Vossa Senhoria e outros sabem, que irão tentar envolver alguns que são influenciados por conversas e blandícias (Pv 1:10), em certos ajuntamentos profanos.

    8.1 Vossa Senhoria não honrou o chamado, e são claros os seus projetos religiosos que divergem completamente da doutrina para a qual fomos eleitos e chamados, da qual somos e seremos responsáveis diante de Deus e da Igreja.

    8.2 Não serão os senhores, reconhecidos e nem considerados como Pastores ordenados, já que são considerados “desordenados”, alguns confirmados a pedido.

    Esses perderam a unção – Foram desordenados.

    Porque negaram o compromisso.

    8.3 Certamente familiares, alguns fiéis, que estão passando por provas e que não irão acompanhar aventuras, para não perder a bênção, já que terão de enfrentar a vergonha desta hora, acompanhando aqueles que negam, hoje, o que antes pregaram e não creem naquilo que ainda pregam.

    8.4 Não existe neste documento nenhum laivo de ódio nem de rancor, entendendo que é salutar para a Igreja Fiel, neste momento, a saída de alguns que não chegaram a entrar e de outros que ficaram para trás, longe do bom combate, que não acabaram a carreira, e abandonaram a fé marcada pelo chamado como uma coroa que será dada pelo justo juiz aos seus santos.

    Qualquer pedido de desligamento da Igreja Cristã Maranata será, imediatamente, aceito como norma da Igreja, e não temos como pronunciar votos de prosperidade e nem de fazer apelos aos que se afastam da doutrina de Corpo e da comunhão dos Irmãos.

    O interesse nesta correspondência é dar ciência àqueles que são desligados do ministério da Igreja Cristã Maranata, servindo de advertência quanto às decisões tomadas no âmbito da doutrina e comportamento ético da ICM.

    Conselho Presbiteral da Igreja Cristã Maranata

    I Timóteo 4:14-16:

    “Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério. Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos.

    Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina: persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.”

    Tito 1:10:

    “Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,”

    1 Congregação = Presbitério.

    2 Principado = Ordenação.

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