DICIONÁRIO MARANÁTICO

A linguagem apareceu por meio do contato entre as pessoas presentes sociedade, considerando que não existe linguagem sem comunicação, sem a interação com o outro.

A linguagem não é só o ato comunicativo. Ela envolve uma relação cultural, histórica, política, religiosa e social. Neste contexto o maranatês (criei este termo) expressa parte do importante da comunicação entre os icemistas [ic(e)m+istas], ou seja, aqueles que acreditam nas crenças ensinadas na ICM-PES e obedecem aos comandos dos pastores.

Aqui estão alguns conceitos dos formatados icemistas que fazem parte do Dicionário Maranático. Mas que merecem réplica da parte dos ofendidos. Dicionário em construção.

Frases e jargões do maranatês nos mostram que o gedeltismo, como ideologia de Obra como forma de vida, encurralou a membresia neste beco sem saída em que ela se encontra.

Aperfeiçoamento dos dons – Aperfeiçoamento da bagunça de língua estranha com besteirol nas profetadas e revelagens a que chamam dons ou melhor: dãos. Esse aperfeiçoamento dos dons é heresia inventada pelo mestre-mor para dar um jeito nos meias-solas que abrem a boca pra falar bobagem, à exceção, claro, do chefe religioso que está acima do Bem e do Mal e sempre fala porrevelação.*

Bíblia – Livro que normalmente está no sovaco de muita gente. Na Maranata serve para sim ou não em alguma consulta* individual ou em algum grupo de fechado, tipo culto profético.

Blog do Cavaleiro Veloz – Coisa do demônio, inventado por um bando de atrevidos, caídos, inimigos da OBRA, moleques, pecadores e vadios, especialmente aquele que assina CV. Blog que denuncia crimes (em tese) de alguns dos ungidosinhô. (Claro, a banda podre não existe e as investigações de grupos de servidores públicos do Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal expressam insistente perseguição à Igreja Fiel – a detentora da doutrina revelada para os últimos dias).

Chatélite – Aquela esquisitice de comunicação construída com contrabando e/ou descaminho para difundir a doutrina revelada* do pai da OBRA na unidade local.* Coisa que ninguém mais aguenta, nem quer saber. Coisa vazia. Na verdade o chatélite se presta à difusão de pão bolorento e uvas de veneno, ou seja, as meias verdades do PES.*

Diácono – Saco de pancadas de quem está pastor na OBRA.* É nele que o pastor coloca a culpa se a unidade local da Igreja Fiel não crescer. Se os relatórios forem fraudados e o PES* entender que a unidade local cresceu, o mérito é do pastor.

Consulta – Hábito e abrir e fechar a Bíblia adivinhando a possível resposta, especialmente para confirmar aquilo que o formatado e/ou meia-sola quer que seja verdade, por mais absurdo que pareça.

Cumprir a revelação – Obedecer às ordens do pastor que foi ungido* pelo PES para dominar e mandar na unidade local.

Dom – Costumeiramente com o som de “dão” sempre exigido pelo meia-sola a partir do entendimento de que na OBRA tudo se faz por “dão”, no conceito gedeltiano de que a OBRA é superior à Mescla e, por isto, sobrenatural .

Doutrina revelada – aquilo que nasce na cabeça do dono da OBRA e, quando expressando logo algum meia-sola espicha a linha: chuliei… chuliei… chuliei… ossorrevelô!!!

Discordar da revelação – Sem entendimento de OBRA.

Fazer a OBRA – Trabalhar para a Igreja Cristã Maranata.

Icemista  – De ic(e)m+ista. Crente na crença difundida e ensinada pelo mestre-mor da ICM onde ossorrevela* e o formatado obedece, não importando com os crimes (em tese), erros e heresias dos vale(n)tes da OBRA.*

Igreja Fiel – Igreja Cristã Maranata.

Isaque – Homem ainda jovem, completamente enquadrado na OBRA, debaixo das ordens de ossorrevelô (revelações dos ungidos do sinhô), de olho em alguma Rebeca* e na expectiva de promoção para ungido*. Não quer dizer que seja alguém com emprego fixo e honesto, cristão fervoroso e obediente a Deus.  Normalmente exibe-se dizendo que toca algum instrumento, faz parte do GL e dirige o louvor na unidade local onde é alvo de olhares e sonhos. Se tiver posses é disputado na base de profetadas e revelagens.

Líder religioso – Pastor de qualquer outra igreja evangélica que não tem entendimento de Obra.

Mais valente  – Aquele que tudo ouve, tudo sabe e tudo vê; o chefe da Obra; o dono da empresa. Mas na hora do pega pra capar ele pula fora e o advogado-pastor da Obra diz: ele cuida somente das coisas espirituais.

O Senhor revelou: Maneira de enganar o icemista exigindo o cumprimento da ordem superior. A frase é mais conhecida com o som de ossorrevelô.

OBRA – Igreja Cristã Maranata.

Obreiro – Boi de piranha. Faz a zeladoria da igreja. Peão. Puxa saco do pastor. Costuma pregar a doutrina da OBRA durante a semana na base de ossorrevelô.*

Maanaim – Cantinho do céu cercado por milhares de anjos, arcanjos, querubins e serafins. Lugar sagrado, especialmente o de Domingos Martins – ES constante palco de investidas de Órgãos Públicos.

Maranatês – Conjunto de expressões comuns entre os formatados e especialmente na linguagem dos meia-solas

Meia-sola – Expressão criada pelo pai da Obra. Formatado icemita que recebeu ordenação do mandante, pelos emissários maiores, para ser mais um representante do sistema nas unidade locais, sujeito à hierarquia maranática.

Mescla – Ajuntamento de cristãos de denominações religiosas diferentes que nunca entenda a Obra como forma de vida. Coisa humana que para nada presta ao contrário da OBRA que é revelação vinda da eternidade. Gente sem salvação e que se não obedecer ao PES nunca será salvo porque a eternidade começa na Maranata.

OBRA –Abstração introjetada na mente do servo da Obra fazendo-o crer na ideologia

Obreiro desacertado – Aquele que anda de bermuda.

ORKUT – Ajuntamento de adúlteros, caídos, bêbados, filhos do Diabo, filhos do inferno, malditos, moleques, pederastas, rebeldes e vadios, assim conceituado porrevelação *

Ossorrevela, ossotarrevelando, ossorrevelô  – Estalo esquisito e esquizofrênico na cabeça do formatado e/ou meia-sola acreditando ser revelação. Caso ele contar acompanhado de língua estranha tipo chuliei… chuliei… chuliei… vira profecia e alguém grita: ossorrevelô!!!

Pai da OBRA  – Aquele que é dono do olhar caolho; o dono do olhar maçônico que tudo vê; o esperto mágico dos malabares.

Palavra revelada – Aquela esquisitice pregada por aquele que está pastor da OBRA;ensino distorcido das Escrituras; pregação na unidade local seguindo o exemplo dos meia-solas-remendados, ou mais precisamente das exposições chatelitizadas.

Pastor da OBRA – Alguém formatado e levantado que diz estar pastor da OBRA; emissário das ordens do palácio da rainha desfigurada (sede do PES). Basta obedecer, nunca questionar e  de cabeça mergulhar no voto de cabresto para apoiar o dono da Obra. Não quer dizer que seja doutrinária e teologicamente preparado, nem vocacionado por Deus. Parte do problema e nunca da solução.

PES – Casa mal assombrada na mira dos caças fantasmas do MP-ES, MPF demais órgãos públicos. Lugar onde o monarca religioso normalmente põe os pés, exige obediência incondicional e de onde ele baixa o pau nos formatados, meias-solas. Prédio que está

Porrevelação – A convicção errada e esquisita gerando opinião errada e esquisita mas erguida ao status de revelação. Astúcia de linguagem. Falácia. Imagem impressionante e misteriosa.  Ilusionismo. Imbróglio que entretém os que estão nos seminários pagando seguros que enchem os bolsos de alguns mercenários com lucros.

Rebeca – Mulher jovem de boa imagem, mergulhada nas tarefas da OBRA, mas suspirando por um Isaque de preferência ungidusinhô. Não quer dizer que necessariamente ela seja cristã dedicada habilidosa, inteligente e com trabalho fixo; mas tem de ser declarada e reconhecida serva da OBRA.

Religião – Toda igreja evangélica que não seja a ICM.

Sem entendimento de Obra – Aquele que não trabalha no Maanaim.

Sem mansidão – Questionador das orientações: se não é ovelha, é cabrito.

Sem sabedoria – Aquele que lê um versículo negativo numa consulta

Solidariedade – O ato de votar em amigos da OBRA.

Sopão – Comida econômica servida em seminários. Durante o ritual de seu consumo os membros da ICM devem conversar sobre: a piada contada pelo pastor, as experiências de extermínios de caídos, as aulas que foram assistidas durante o dia; sobre a mescla, o movimento etc.

Tá no banco! – Disciplina que ossorrevela para corrigir os formatados dentro da ideologia Obra como forma de vida. Dizem ser importante para aperfeiçoar os dãos. O MP-ES, o MPF e outros órgãos públicos estão descobrindo o que tava no banco é foi parar no banco de outros…

Ungido – Aquele acreditado meio-pastor mas isso ninguém entende direito e não é pra entender.

Unidade local – O grupo de icemistas debaixo do jugo maranático imposto pelo palácio da rainha desfigurada e obrigados a obedecer… obedecer… obedecer e a pagar os dízimos devidos ao PES.

Valentes da OBRA – Aqueles formatados e meias-solas cheios de frutos podres que acreditam no gedeltismo e insistem em OBRA como forma de vida.

Varão Valente – Aquele que tem medo de desobedecer ao DON (Doutrinas, Ordens Normas do PES. Trabalha muito na ICM. Puxa saco do pastor.

NOTAS

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Aqui não é lugar para calúnias e difamações. Discutimos doutrinas e ideias.

Atualização em 25.04.2014 às 17:00.

Caso faça cópia ou transcrição dos textos publicados neste Blog. Este artigo http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/dicionario-maranatico/

Em nome da ética democrática, que a data original e origem da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

Escrever em CAIXA ALTA (letras maiúsculas) é deselegante. Evitem postagens fora do FOCO do artigo.

Frases em estilo itálico fazem parte de apostilas, cartas, comunicados do âmbito da ICM-PES.

Imagens colocadas no artigo como ilustração fora retiradas da Internet (Google) e também dos textos aqui postados, presumindo serem de domínio público. No caso que haja alguma imagem sem os créditos devidos não foi intencional; e, deste modo agradeceria em nos avisar que colocaremos os créditos.

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