Cinco anos da Operação Entre Irmãos

A coisa nasceu errada escondendo interesses inconfessáveis bem lá no fundo das ambiguidades de alguém e deixando insights de idiossincrasias que alguns inteligentemente conseguiam perceber. E pior: a coisa caminha no erro inicial. Não há mudanças!

A marca do governo oligárquico e pseudocarismático é apostasia, dominação, fisiologismo político, imposição do jugo, manipulação das massas, mordaça, negócios nebulosos e negativas de transparência.

A Maranata foi irremediavelmente e profundamente sacudida com ações investigativas da Polícia Federal e do Ministério Público Estadual e Federal.

1) a Operação Naufrágio, 2008, anota a conduta do pastor da Maranata atrás de interesses ilegítimos junto ao TJ-ES (e apesar disto, com o dedo de dono da empresa ele foi designado interventor);
2) a Operação Duty Free, 2009, alcançou diversos membros da Maranata com sentença condenatória pela Justiça Federal;
3) a Operação Entre Irmãos, 2012, atrás de desvios de doações da Igreja Maranata entrou nos escaninhos do palácio da rainha desfigurada, apreendeu computadores, dossiês (com factoides) e muitas outras provas para as DENÚNCIAS oferecidas pelo MP – ES em 2013.

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Da cumplicidade à ética de Judas

Resultado de imagem para "Judas Iscariotes A decadência da Maranata é notória. Apostasia, corrupção, estelionatos, instigação de ódio religioso, mentiras palacianas, perseguição aos dissidentes e voto de cabresto para manter a oligarquia pseudocarismática.

Alguns dissidentes estão cercados com demandas judiciais. Colhendo os fatos facilmente constatamos a anterior discriminação que prenunciava a perseguição religiosa. Então, no início de 2013 a liderança deu início à fábrica de demandas judiciais inconsequentes. Insatisfeito, o dono da Igreja comandou o ingresso de 4 (quatro) demandas judiciais no Fórum de São Paulo (a ICM já sofreu derrotas em 4 agravos).

Ao longo dessa oligarquia pseudocarismática Gedelti Gueiros exigiu incondicional obediência ao que ele fala. Ele ameaça com a profetada: Bichada! Bichada! Vai ser comido de bicho! E não se cansa de instigar o ódio religioso. Mordaça a moda do palácio da rainha desfigurada.

Aqui começa o apelo dos angustiados, pela justiça de Deus contra os malfeitores.

  “Podia, acaso, associar-se contigo o trono de iniquidade, que forja o mal tendo por pretexto uma lei? Acorrem em tropel contra a vida do justo e condenam o sangue inocente.”

Atos de agressão psicológica e hipocrisia palaciana correm como fogo em palha seca pela boca dos falsos profetas. Campos de ódio e preconceito religioso. Envolvidos em tanta ENGANAÇÃO, não mais conseguem achar o caminho de volta ao EVANGELHO DE DEUS. Inventam meias verdades para justificarem os erros e repetem-nas para não mais esquecerem as mentiras nos cultos proféticos, nos púlpitos e nos seminários.

Campo de fraudes e de lucros entre donos de balcões de negócios e parceiros. Com ameaças de morte, intimidação de testemunhas e obstrução da Justiça. Conheça a Maranata… por dentro.

Como esta liderança pode pregar contra contrabando, duplicatas simuladas, estelionatos, evasão de divisas, fraudes e outros crimes se ela corrompeu-se? Desvio de ofertas voluntárias para os bolsos de sete pastores. Em nome de o sinhô revelô convocam os membros para seminários: exigem pagamento antecipado, marcam e desmarcam datas criando o estorvo e reafirmam: parcelas pagas não serão devolvidas caso haja desistência. Não devolvem as parcelas! Oh! Os membros são devedores da Obra, o restolho da sociedade religiosa.

Encheram os bolsos de dinheiro da Instituição, fabricaram notas fiscais sem lastros, iludiram o mais que puderam, ingressaram com demandas judiciais inconsequentes, perseguiram os dissidentes e retirantes, pisaram nos pobres e necessitados, produziram males sem conta e se dizem inocentes enquanto engrossam os bolsos de advogados com fartos honorários.

Está deflagrada a instabilidade na oligarquia! O clamor continua notório e público. O desmonte é a consequência. O palácio da rainha desfigurada impôs estratégia duvidosa e a expectativa de juízo é real.

Existe Ética no Novo Testamento; mas o gedeltismo a despreza e construiu a sua ética: a mesma de Judas Iscariotes. Por conseguinte, cabe a pergunta: Judas, cadê o dinheiro?

Existe Lei neste País: mas o dono da Igreja a ignora e impõe o medo opressor. Na base de o sinhô revelô, impera o jugo no centro das decisões: aqui manda quem pode e obedece quem tem juízo.

Feridas religiosas são terríveis. Gente machucada juntando os cacos. Imposição do ódio religioso. Não é novidade: as estradas estão cheias de retirantes…

Litigar judicialmente contra crentes que denunciam erros da liderança e questionam a negativa de transparência, é exibição de ditadura eclesiástica, e de maquiavelices e de maranatramas, e de orgulho e de preconceito religioso.

“Quanto a Gedelti, sua participação é clarividente, uma vez que em no mínimo 90% (noventa por cento) dos muitos depoimentos apontam que toda e qualquer decisão tomada na Igreja ou por seus membros e líderes dependem exclusivamente da ordem e aval do Presidente.” (Decreto de Prisão, Vitória, 08/03/2013, às 23:55 horas. MARCELO MENEZES LOUREIRO – JUIZ DE DIREITO)

Na passagem do ano o dono da empresa e mestre-profeta insistiu, via satélite: nós NÃO perdoamos os nossos devedores. O medo psicológico é imposto para silenciar ideias e opiniões consideradas incômodas pelo establishment, proporcionando maior nível de proteção aos defensores da oligarquia.

Não existe cura!!!

Noção dos pesos de integridade, justiça, misericórdia, moral, transparência e verdade? No esquema da ideologia Obra como forma e vida não existe essa noção. O oposto, sim! O que permeia na mente dos ditadores religiosos não são os interesses nebulosos?

Nunca deveríamos deixar de considerar o estrago feito por esta ideologia draconiana e espúria por natureza; porquanto a pergunta que não quer calar permanece: porque deixei crescer dentro de mim o mal que destruiu milhares de vidas?

O conluio está formado e cada membro do Conselho Presbiteral declara obediência ao dominador do rebanho (que não serve de exemplo para os membros). Portanto, o Conselho Presbiteral, estabelecido em 10.12.2011 por voto de manobras palacianas, não se interessa em enfrentar os erros e, muito menos, em exigir devolução de bens expropriados por membros da oligarquia.

O mal não está no anseio dos crentes por condutas Éticas dos diáconos, obreiros e pastores da Instituição. O mal existe na doença endêmica. O que vemos são carcaças amontoadas no lixão da cidade, como na postagem de revelação.

O mal não está na Lei que enfrenta a apropriação indébita, a corrupção, a duplicata simulada, a formação de quadrilha, a evasão de divisas, a lavagem de dinheiro, o contrabando, o crime contra a ordem tributária, o estelionato; mas na oligarquia pseudocarismática e dissimulada através da hierarquia institucional.

O maranata deseja o ministério responsável e sadio; mas como haverá cura dessa esquizofrenia religiosa se os pastores obedecem à cartilha imposta pelo dono da Igreja?

O pacote oferecido nos seminários da Obra, com o artifício mistérios da Obra continua extremamente intoxicante, perigoso e sectário.

O tempo passa e a Instituição segue o rumo traçado pelo criador da ideologia Obra como forma de vida; porquanto o gedeltismo encurralou a Instituição em um beco sem saída.

Onde cada aniversário da Igreja aponta a queda do maranatismo opressor, homens honestos e mulheres sinceras refletem e rompem com o sistema.

Os fakes (emissários palacianos) que nos atacavam nas 24 horas do dia, em cada dia da semana, se esvaíram com os escândalos fartamente noticiados e denúncias do Ministério Público (começaram a compreender o atoleiro em que se meteram e romperam com o sectarismo). Entre esses, ocasionalmente alguns apareceram e pediram perdão; mas aqueles lobos destruidores de ovelhas disfarçados de pastores, especialmente os que se beneficiam com polpudos salários, amam o presente mundo, já receberam o seu galardão e não largam o osso.

Qual a palavra definitiva a ser dita pelo Justo Juiz a respeito da cumplicidade dos membros com o líder posicionado no vértice da pirâmide do crime em uma sofisticada organização criminosa?

Se o dono da Igreja a si mesmo desse tempo para entender a loucura do desmonte que patrocinou e repensar o óbvio, seria ótimo. O arrependimento não lhe interessa. O mal causado a esta geração de crentes não tem volta. Por estupidez religiosa.

Será que, antes que rompa o fio de prata, haverá tempo de dizer: “Pequei, traindo sangue inocente”?

Sombras e vitupérios!

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Em nome da ética democrática, que a data original e origem da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

Escrever em CAIXA ALTA (letras maiúsculas) é deselegante. Evitem.

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Se…

Resultado de imagem para refletindo sobre a vida Este artigo levanta perguntas honestas.

Fazendo perguntas honestas estamos construindo o pensamento.

O espaço está disponibilizado para sua pergunta.

O objetivo é compreender, entender. Pensar!!!

Perguntas honestas exigem respostas honestas…

Refletindo…

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Ouve, te peço, a voz do SENHOR.

“Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada ao fogo.” (Mt 3.10).

Chegara a hora para o Reino de Judá. Dias difíceis nos últimos 40 anos de sua história. Jeremias profetizara que ninguém poderia se salvar das mãos dos babilônios, que não usariam de misericórdia contra rebeldes e sediciosos; mas sobreviveria, apenas, quem se entregasse nas mãos dos caldeus, voluntariamente. Infelizmente, o povo dava ouvidos aos falsos profetas, era duro de coração, murmurador e rebelde (Jr 6.22-30). E para piorar, ao longo de seu reinado o rei Zedequias demonstrou falta de caráter, falta de fé em Deus, fraqueza moral, medo de ser desprezado, o que significa: orgulho político-religioso.

Conspiravam contra Jeremias que os avisava da parte do SENHOR (11.18-12.6). Por mais que Jeremias insistisse em pronto retorno ao SENHOR não havia arrependimento.

Dói no âmago do coração o clamor de Jeremias: “Então, disse eu: Ah! Senhor JEOVÁ, eis que os profetas lhes dizem: Não vereis espada, e não tereis fome; antes, vos darei paz verdadeira neste lugar.”

“E disse-me o SENHOR: Os profetas profetizam falsamente em meu nome; nunca os enviei, nem lhe dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, e adivinhação, e vaidade, e o engano do seu coração são o que eles vos profetizam. Portanto, assim diz o SENHOR acerca dos profetas que profetizam em meu nome, sem que eu os tenha mandado, e dizem que nem espada, nem fome haverá nesta terra: À espada e à fome serão consumidos esses profetas. E o povo a quem eles profetizam será lançado nas ruas de Jerusalém, por causa da fome e da espada; e não haverá quem enterre as suas mulheres, e os seus filhos, e as suas filhas; assim derramarei sobre eles a sua maldade.” (vs. 13-16)

Envolvido em apostasia, avareza, idolatria, imoralidade e injustiça social assim estava o povo. Os príncipes insistiam em prender quem profetizasse o que eles não queriam ouvir e perseguiam quem os questionasse. Jerusalém foi chamada de a cidade sanguinária.

“Entre os profetas de Samaria bem vi eu vi algo repugnante: Eles profetizaram da parte de Baal e desviaram Israel, o meu povo. Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios e andam com falsidade e esforçam as mãos dos malfeitores para que nenhum deles se converta de sua impiedade; eles tem se tornado para mim como Sodoma; o povo de Jerusalém é como Gomorra. Assim diz o SENHOR dos Exércitos acerca dos profetas: Eu que lhes darei a comer comida amarga e beber água envenenada, porque dos profetas de Jerusalém a impiedade se espalhou por toda esta terra.” Jr 23.13-15

Ezequiel, contemporâneo de Jeremias, compara os habitantes de Jerusalém a uma videira que não dá frutos; por isso mesmo é inútil e só serve para ser queimada (15.1-8). Ele escreve contra eles (22.1,2): “E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Tu, pois, ó filho do homem, julgarás, julgarás a cidade sanguinária? Faze-lhe conhecer, pois, todas as suas abominações.” Cidade sanguinária é a sentença (cp. 24.6; 16.6) a exigir juízo justo e terrível.

Então chegou o cerco. Esse rei Zedequias acreditava na mensagem de Jeremias, mas o medo da influência dos príncipes impediu-o de firmemente obedecer ao que Jeremias lhe falou da parte do SENHOR (38.17):

“Assim diz do SENHOR, Deus dos Exércitos, Deus de Israel: Se voluntariamente, saíres, aos príncipes do rei da Babilônia, então viverá a tua alma e esta cidade não será queimada, e viverás tu e a tua casa.”

Mas qual a resposta do rei? (v. 19): “Receio-me dos judeus que se passaram para os caldeus; que me entreguem nas suas mãos e escarneçam de mim”.

Não foi outra a insistência do profeta (v. 20): “Disse Jeremias: Não te entregarão; ouve, te peço, a voz do SENHOR, conforme a qual eu te falo; e bem te irá, e viverá a tua alma.”

O cerco dos babilônios contra Jerusalém durou, aproximadamente, dezoito meses. Cidade amedrontada, desesperada, doente, insone, isolada e privada de recursos: fome e sede severas. Então, “… aos nove do mês se fez a brecha na cidade e entraram todos os príncipes do rei da Babilônia.” O 9 de Av, o dia do pecado dos espiões e a destruição tanto do primeiro quanto do segundo Templos em Jerusalém, é dia de amargas lembranças para Israel.

O desobediente e incrédulo cometeu loucura: “Zedequias e todos os homens de guerra fugiram de noite e saíram da cidade pelo caminho do jardim do rei… mas o exército dos caldeus os perseguiu e alcançaram Zedequias nas campinas de Jericó e o prenderam.” Levado preso à presença do rei Nabucodonosor este matou seus filhos diante de seus olhos e matou todos os nobres de Judá. (39.1-18)

“E arrancou os olhos a Zedequias e o atou com duas cadeias de bronze para leva-lo à Babilônia. E os caldeus queimaram a casa do rei e as casas do povo e derribaram os muros de Jerusalém.” (52.1-34). Como Jeremias havia profetizado as deportações aconteceram em 597 a.C., 586 a.C. e 582 a.C.

O mau rei Zedequias recusou ouvir os avisos do profeta Jeremias, não convocou os sacerdotes para o arrependimento, e permitiu que os príncipes causassem grandes sofrimentos a Jeremias (ainda que pressionado, deu ordens para tirar o profeta do fundo do poço onde estava atolado na lama).

O mau rei Zedequias trouxe vergonha sobre si mesmo e ruína à nação. Lamentavelmente, apesar dos avisos reiterados, os pecados deles – da elite governante e do povo – causaram desolação, destruição, dores, morte, perdas, sofrimentos e tristezas.

O Novo Testamento se abre com o SENHOR lhes enviando João Batista com advertência solene: o tempo estava se esgotando para Israel (Mt. 3.10): “Já está posto o machado à raiz das árvores e toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo.” Não deu outra: ele foi morto na cidade sanguinária. Por último lhes enviou o Filho, o Messias de Deus. Mas o que Jesus encontrou, foi ameaça de morte e dura oposição dos líderes político-religiosos do povo, negando sua doutrina e por último rejeitando-O, publicamente diante do procurador romano. A cidade sanguinária queria sangue, agora o sangue do Cordeiro de Deus (Jo 1.29). Então, Ele foi carregando o madeiro e levado ao Calvário pelas mãos dos ímpios e dos religiosos. João Batista e Jesus, ambos clamaram urgentemente por mudança de coração (Mt 3.2; 4.17). Pagaram o preço!

O que se observa nos nossos dias, entre os que se dizem membros de igrejas, é que muitas pessoas se recusam a endireitar seus caminhos, a ouvir a Voz de Deus nas Escrituras, e a praticar o bem segundo a ética do Novo Testamento. Apesar de estarem cientes de que seus atos atrairão sobre si mesmos o castigo divino, e calamidade sobre os outros.

Os que se dizente crentes e ou discípulos de Jesus devem compreender a admoestação de Cristo exigindo boas obras que demonstrem o comprometimento com o Reino de Deus. Frutos de arrependimento (Mc. 1. 15) e fé do princípio ao fim (Rm 1.17) é o que deles se espera. Não duvide: aqueles que não permanecem em Cristo, nem dão fruto, serão cortados e lançados no fogo (Jo 15.1-7).

Quão solene o apelo de Jesus (Jo 14.23,24):

“Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.”

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