Se…

Resultado de imagem para refletindo sobre a vida Este artigo levanta perguntas honestas.

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Perguntas honestas exigem respostas honestas…

Refletindo…

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Ouve, te peço, a voz do SENHOR.

“Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada ao fogo.” (Mt 3.10).

Chegara a hora para o Reino de Judá. Dias difíceis nos últimos 40 anos de sua história. Jeremias profetizara que ninguém poderia se salvar das mãos dos babilônios, que não usariam de misericórdia contra rebeldes e sediciosos; mas sobreviveria, apenas, quem se entregasse nas mãos dos caldeus, voluntariamente. Infelizmente, o povo dava ouvidos aos falsos profetas, era duro de coração, murmurador e rebelde (Jr 6.22-30). E para piorar, ao longo de seu reinado o rei Zedequias demonstrou falta de caráter, falta de fé em Deus, fraqueza moral, medo de ser desprezado, o que significa: orgulho político-religioso.

Conspiravam contra Jeremias que os avisava da parte do SENHOR (11.18-12.6). Por mais que Jeremias insistisse em pronto retorno ao SENHOR não havia arrependimento.

Dói no âmago do coração o clamor de Jeremias: “Então, disse eu: Ah! Senhor JEOVÁ, eis que os profetas lhes dizem: Não vereis espada, e não tereis fome; antes, vos darei paz verdadeira neste lugar.”

“E disse-me o SENHOR: Os profetas profetizam falsamente em meu nome; nunca os enviei, nem lhe dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, e adivinhação, e vaidade, e o engano do seu coração são o que eles vos profetizam. Portanto, assim diz o SENHOR acerca dos profetas que profetizam em meu nome, sem que eu os tenha mandado, e dizem que nem espada, nem fome haverá nesta terra: À espada e à fome serão consumidos esses profetas. E o povo a quem eles profetizam será lançado nas ruas de Jerusalém, por causa da fome e da espada; e não haverá quem enterre as suas mulheres, e os seus filhos, e as suas filhas; assim derramarei sobre eles a sua maldade.” (vs. 13-16)

Envolvido em apostasia, avareza, idolatria, imoralidade e injustiça social assim estava o povo. Os príncipes insistiam em prender quem profetizasse o que eles não queriam ouvir e perseguiam quem os questionasse. Jerusalém foi chamada de a cidade sanguinária.

“Entre os profetas de Samaria bem vi eu vi algo repugnante: Eles profetizaram da parte de Baal e desviaram Israel, o meu povo. Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios e andam com falsidade e esforçam as mãos dos malfeitores para que nenhum deles se converta de sua impiedade; eles tem se tornado para mim como Sodoma; o povo de Jerusalém é como Gomorra. Assim diz o SENHOR dos Exércitos acerca dos profetas: Eu que lhes darei a comer comida amarga e beber água envenenada, porque dos profetas de Jerusalém a impiedade se espalhou por toda esta terra.” Jr 23.13-15

Ezequiel, contemporâneo de Jeremias, compara os habitantes de Jerusalém a uma videira que não dá frutos; por isso mesmo é inútil e só serve para ser queimada (15.1-8). Ele escreve contra eles (22.1,2): “E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Tu, pois, ó filho do homem, julgarás, julgarás a cidade sanguinária? Faze-lhe conhecer, pois, todas as suas abominações.” Cidade sanguinária é a sentença (cp. 24.6; 16.6) a exigir juízo justo e terrível.

Então chegou o cerco. Esse rei Zedequias acreditava na mensagem de Jeremias, mas o medo da influência dos príncipes impediu-o de firmemente obedecer ao que Jeremias lhe falou da parte do SENHOR (38.17):

“Assim diz do SENHOR, Deus dos Exércitos, Deus de Israel: Se voluntariamente, saíres, aos príncipes do rei da Babilônia, então viverá a tua alma e esta cidade não será queimada, e viverás tu e a tua casa.”

Mas qual a resposta do rei? (v. 19): “Receio-me dos judeus que se passaram para os caldeus; que me entreguem nas suas mãos e escarneçam de mim”.

Não foi outra a insistência do profeta (v. 20): “Disse Jeremias: Não te entregarão; ouve, te peço, a voz do SENHOR, conforme a qual eu te falo; e bem te irá, e viverá a tua alma.”

O cerco dos babilônios contra Jerusalém durou, aproximadamente, dezoito meses. Cidade amedrontada, desesperada, doente, insone, isolada e privada de recursos: fome e sede severas. Então, “… aos nove do mês se fez a brecha na cidade e entraram todos os príncipes do rei da Babilônia.” O 9 de Av, o dia do pecado dos espiões e a destruição tanto do primeiro quanto do segundo Templos em Jerusalém, é dia de amargas lembranças para Israel.

O desobediente e incrédulo cometeu loucura: “Zedequias e todos os homens de guerra fugiram de noite e saíram da cidade pelo caminho do jardim do rei… mas o exército dos caldeus os perseguiu e alcançaram Zedequias nas campinas de Jericó e o prenderam.” Levado preso à presença do rei Nabucodonosor este matou seus filhos diante de seus olhos e matou todos os nobres de Judá. (39.1-18)

“E arrancou os olhos a Zedequias e o atou com duas cadeias de bronze para leva-lo à Babilônia. E os caldeus queimaram a casa do rei e as casas do povo e derribaram os muros de Jerusalém.” (52.1-34). Como Jeremias havia profetizado as deportações aconteceram em 597 a.C., 586 a.C. e 582 a.C.

O mau rei Zedequias recusou ouvir os avisos do profeta Jeremias, não convocou os sacerdotes para o arrependimento, e permitiu que os príncipes causassem grandes sofrimentos a Jeremias (ainda que pressionado, deu ordens para tirar o profeta do fundo do poço onde estava atolado na lama).

O mau rei Zedequias trouxe vergonha sobre si mesmo e ruína à nação. Lamentavelmente, apesar dos avisos reiterados, os pecados deles – da elite governante e do povo – causaram desolação, destruição, dores, morte, perdas, sofrimentos e tristezas.

O Novo Testamento se abre com o SENHOR lhes enviando João Batista com advertência solene: o tempo estava se esgotando para Israel (Mt. 3.10): “Já está posto o machado à raiz das árvores e toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo.” Não deu outra: ele foi morto na cidade sanguinária. Por último lhes enviou o Filho, o Messias de Deus. Mas o que Jesus encontrou, foi ameaça de morte e dura oposição dos líderes político-religiosos do povo, negando sua doutrina e por último rejeitando-O, publicamente diante do procurador romano. A cidade sanguinária queria sangue, agora o sangue do Cordeiro de Deus (Jo 1.29). Então, Ele foi carregando o madeiro e levado ao Calvário pelas mãos dos ímpios e dos religiosos. João Batista e Jesus, ambos clamaram urgentemente por mudança de coração (Mt 3.2; 4.17). Pagaram o preço!

O que se observa nos nossos dias, entre os que se dizem membros de igrejas, é que muitas pessoas se recusam a endireitar seus caminhos, a ouvir a Voz de Deus nas Escrituras, e a praticar o bem segundo a ética do Novo Testamento. Apesar de estarem cientes de que seus atos atrairão sobre si mesmos o castigo divino, e calamidade sobre os outros.

Os que se dizente crentes e ou discípulos de Jesus devem compreender a admoestação de Cristo exigindo boas obras que demonstrem o comprometimento com o Reino de Deus. Frutos de arrependimento (Mc. 1. 15) e fé do princípio ao fim (Rm 1.17) é o que deles se espera. Não duvide: aqueles que não permanecem em Cristo, nem dão fruto, serão cortados e lançados no fogo (Jo 15.1-7).

Quão solene o apelo de Jesus (Jo 14.23,24):

“Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.”

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Imagens colocadas no artigo como ilustração foram retiradas da Internet (Google) e/ou dos textos aqui postados, presumindo serem de domínio público. No caso que haja alguma imagem sem os créditos devidos não foi intencional; e, deste modo agradeceria em nos avisar que colocaremos os créditos.

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Arrependei-vos e crede no Evangelho

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A elite da Maranata apresentou o clamor pelo sangue de Jesus como mistério da Obra. Coisa indigesta que não batia com o bom senso; mas forçaram o mistério e o erro permaneceu ao peso das profetadas. Esta antiga heresia papista foi idealizada com a intenção de cultivar emoções e fixar o beato no crucifixo e no sacrifício da missa.

Afastada, cada vez mais, das Escrituras, a doutrina revelada (sic) da Instituição nunca incentiva o crente a andar na força e no poder da ressurreição de Jesus (Ef. 1.19-21); mas exige inquestionável obediência à ideologia Obra como forma de vida. Abrir a mente dos membros para heresias foi intencional: difícil é acordar e cada um enfrentar os bloqueios do inconsciente e extrair os erros sem perdas significativas.

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nós NÃO perdoamos os nossos devedores…

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Em demanda no Fórum de Barra Funda – São Paulo – SP, advogados anunciam Gedelti Gueiros há mais de quatro décadas presidente da Instituição. Eles acertaram… mas desconhecem que o mestre-profeta da Instituição cita Mateus 6.12 e NEGA a necessidade de pedir perdão aos membros ofendidos pelos atos e fatos do governo oligárquico e pseudocarismático.

Aula: A Oração Dominical

EBD, 11.12.2016

https://vimeo.com/195316635

Aos 27 minutos

Ele lê, enfatiza e sorri para os ouvintes:

e perdoe as nossas dívidas, assim como nós não perdoamos os nossos devedores…

Eu, pra mim… tirava este texto aqui… na oração de Jesus dispenso isto aqui… tá muito difícil pra todo mundo…

Eu não vi, aqui, ninguém que levantou a mão satisfeito com este texto… vamos fazer outra Bíblia… vamos mudar de vida… então diz aqui… esta aqui… ficou difícil…

Como?!

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