Como abelhas me cercaram, mas acendi fogo no espinheiro

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Francis

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The complaint in the Process 1012959-84.2017.26.0100 in the 29th Civil Court of São Paulo, SP was originated by Igreja Cristã Maranata (Maranatha Christian Church), by decision of its president, Gedelti Victalino Teixeira Guerios, against Google, Yahoo!, Twitter and Automatic.

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Se…

Resultado de imagem para refletindo sobre a vida Este artigo levanta perguntas honestas.

Fazendo perguntas honestas estamos construindo o pensamento.

O espaço está disponibilizado para sua pergunta.

O objetivo é compreender, entender. Pensar!!!

Perguntas honestas exigem respostas honestas…

Refletindo…

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Ouve, te peço, a voz do SENHOR.

“Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada ao fogo.” (Mt 3.10).

Chegara a hora para o Reino de Judá. Dias difíceis nos últimos 40 anos de sua história. Jeremias profetizara que ninguém poderia se salvar das mãos dos babilônios, que não usariam de misericórdia contra rebeldes e sediciosos; mas sobreviveria, apenas, quem se entregasse nas mãos dos caldeus, voluntariamente. Infelizmente, o povo dava ouvidos aos falsos profetas, era duro de coração, murmurador e rebelde (Jr 6.22-30). E para piorar, ao longo de seu reinado o rei Zedequias demonstrou falta de caráter, falta de fé em Deus, fraqueza moral, medo de ser desprezado, o que significa: orgulho político-religioso.

Conspiravam contra Jeremias que os avisava da parte do SENHOR (11.18-12.6). Por mais que Jeremias insistisse em pronto retorno ao SENHOR não havia arrependimento.

Dói no âmago do coração o clamor de Jeremias: “Então, disse eu: Ah! Senhor JEOVÁ, eis que os profetas lhes dizem: Não vereis espada, e não tereis fome; antes, vos darei paz verdadeira neste lugar.”

“E disse-me o SENHOR: Os profetas profetizam falsamente em meu nome; nunca os enviei, nem lhe dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, e adivinhação, e vaidade, e o engano do seu coração são o que eles vos profetizam. Portanto, assim diz o SENHOR acerca dos profetas que profetizam em meu nome, sem que eu os tenha mandado, e dizem que nem espada, nem fome haverá nesta terra: À espada e à fome serão consumidos esses profetas. E o povo a quem eles profetizam será lançado nas ruas de Jerusalém, por causa da fome e da espada; e não haverá quem enterre as suas mulheres, e os seus filhos, e as suas filhas; assim derramarei sobre eles a sua maldade.” (vs. 13-16)

Envolvido em apostasia, avareza, idolatria, imoralidade e injustiça social assim estava o povo. Os príncipes insistiam em prender quem profetizasse o que eles não queriam ouvir e perseguiam quem os questionasse. Jerusalém foi chamada de a cidade sanguinária.

“Entre os profetas de Samaria bem vi eu vi algo repugnante: Eles profetizaram da parte de Baal e desviaram Israel, o meu povo. Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios e andam com falsidade e esforçam as mãos dos malfeitores para que nenhum deles se converta de sua impiedade; eles tem se tornado para mim como Sodoma; o povo de Jerusalém é como Gomorra. Assim diz o SENHOR dos Exércitos acerca dos profetas: Eu que lhes darei a comer comida amarga e beber água envenenada, porque dos profetas de Jerusalém a impiedade se espalhou por toda esta terra.” Jr 23.13-15

Ezequiel, contemporâneo de Jeremias, compara os habitantes de Jerusalém a uma videira que não dá frutos; por isso mesmo é inútil e só serve para ser queimada (15.1-8). Ele escreve contra eles (22.1,2): “E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Tu, pois, ó filho do homem, julgarás, julgarás a cidade sanguinária? Faze-lhe conhecer, pois, todas as suas abominações.” Cidade sanguinária é a sentença (cp. 24.6; 16.6) a exigir juízo justo e terrível.

Então chegou o cerco. Esse rei Zedequias acreditava na mensagem de Jeremias, mas o medo da influência dos príncipes impediu-o de firmemente obedecer ao que Jeremias lhe falou da parte do SENHOR (38.17):

“Assim diz do SENHOR, Deus dos Exércitos, Deus de Israel: Se voluntariamente, saíres, aos príncipes do rei da Babilônia, então viverá a tua alma e esta cidade não será queimada, e viverás tu e a tua casa.”

Mas qual a resposta do rei? (v. 19): “Receio-me dos judeus que se passaram para os caldeus; que me entreguem nas suas mãos e escarneçam de mim”.

Não foi outra a insistência do profeta (v. 20): “Disse Jeremias: Não te entregarão; ouve, te peço, a voz do SENHOR, conforme a qual eu te falo; e bem te irá, e viverá a tua alma.”

O cerco dos babilônios contra Jerusalém durou, aproximadamente, dezoito meses. Cidade amedrontada, desesperada, doente, insone, isolada e privada de recursos: fome e sede severas. Então, “… aos nove do mês se fez a brecha na cidade e entraram todos os príncipes do rei da Babilônia.” O 9 de Av, o dia do pecado dos espiões e a destruição tanto do primeiro quanto do segundo Templos em Jerusalém, é dia de amargas lembranças para Israel.

O desobediente e incrédulo cometeu loucura: “Zedequias e todos os homens de guerra fugiram de noite e saíram da cidade pelo caminho do jardim do rei… mas o exército dos caldeus os perseguiu e alcançaram Zedequias nas campinas de Jericó e o prenderam.” Levado preso à presença do rei Nabucodonosor este matou seus filhos diante de seus olhos e matou todos os nobres de Judá. (39.1-18)

“E arrancou os olhos a Zedequias e o atou com duas cadeias de bronze para leva-lo à Babilônia. E os caldeus queimaram a casa do rei e as casas do povo e derribaram os muros de Jerusalém.” (52.1-34). Como Jeremias havia profetizado as deportações aconteceram em 597 a.C., 586 a.C. e 582 a.C.

O mau rei Zedequias recusou ouvir os avisos do profeta Jeremias, não convocou os sacerdotes para o arrependimento, e permitiu que os príncipes causassem grandes sofrimentos a Jeremias (ainda que pressionado, deu ordens para tirar o profeta do fundo do poço onde estava atolado na lama).

O mau rei Zedequias trouxe vergonha sobre si mesmo e ruína à nação. Lamentavelmente, apesar dos avisos reiterados, os pecados deles – da elite governante e do povo – causaram desolação, destruição, dores, morte, perdas, sofrimentos e tristezas.

O Novo Testamento se abre com o SENHOR lhes enviando João Batista com advertência solene: o tempo estava se esgotando para Israel (Mt. 3.10): “Já está posto o machado à raiz das árvores e toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo.” Não deu outra: ele foi morto na cidade sanguinária. Por último lhes enviou o Filho, o Messias de Deus. Mas o que Jesus encontrou, foi ameaça de morte e dura oposição dos líderes político-religiosos do povo, negando sua doutrina e por último rejeitando-O, publicamente diante do procurador romano. A cidade sanguinária queria sangue, agora o sangue do Cordeiro de Deus (Jo 1.29). Então, Ele foi carregando o madeiro e levado ao Calvário pelas mãos dos ímpios e dos religiosos. João Batista e Jesus, ambos clamaram urgentemente por mudança de coração (Mt 3.2; 4.17). Pagaram o preço!

O que se observa nos nossos dias, entre os que se dizem membros de igrejas, é que muitas pessoas se recusam a endireitar seus caminhos, a ouvir a Voz de Deus nas Escrituras, e a praticar o bem segundo a ética do Novo Testamento. Apesar de estarem cientes de que seus atos atrairão sobre si mesmos o castigo divino, e calamidade sobre os outros.

Os que se dizente crentes e ou discípulos de Jesus devem compreender a admoestação de Cristo exigindo boas obras que demonstrem o comprometimento com o Reino de Deus. Frutos de arrependimento (Mc. 1. 15) e fé do princípio ao fim (Rm 1.17) é o que deles se espera. Não duvide: aqueles que não permanecem em Cristo, nem dão fruto, serão cortados e lançados no fogo (Jo 15.1-7).

Quão solene o apelo de Jesus (Jo 14.23,24):

“Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.”

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Imagens colocadas no artigo como ilustração foram retiradas da Internet (Google) e/ou dos textos aqui postados, presumindo serem de domínio público. No caso que haja alguma imagem sem os créditos devidos não foi intencional; e, deste modo agradeceria em nos avisar que colocaremos os créditos.

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Cultos, mentiras e negócios sem transparência

Resultado de imagem para justiça federal esJUSTIÇA DEFERAL DO ESPÍRITO SANTO

PROCESSO n° 0000800-77.2014.4.02.5001 –

SENTENÇA

Vistos etc.

Trata-se de ação ordinária, com pedido de antecipação dos efeitos da tutela, ajuizada por IGREJA MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE, em face da UNIÃO FEDERAL, partes qualificadas na inicial. A autora requer, em síntese, seja anulado, revogado ou cassado o auto de infração e guarda fiscal nº 0727600/ERA3000038/2012, bem como todos os atos ali constantes, inclusive os termos de apreensão e retenção 22A, 22B e 22C e o Termo de Fiel Depositário 22D ou, considerando-se a imunidade tributária da autora, seja declarada a inexistência de débito ou de relação jurídica tributária e, ainda, anulado, revogado ou cassado qualquer procedimento tributário/administrativo instaurado indevidamente em desfavor da autora decorrente dos supracitados fatos. Devidamente citada, a União Federal apresentou contestação às fls. 917/929, ocasião em que sustentou, em síntese:

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