DENÚNCIA contra pastores e membros da Maranata

Estelionato, formação de quadrilha e duplicata simulada são acusações.

Ação penal foi movida pelo Ministério Público Estadual (MP-ES).

 Vilmara FernandesDe A Gazeta

Entre eles, está o fundador e presidente da instituição, Gedelti Victalino Teixeira Gueiros. É a segunda vez que a denúncia é confirmada pela Justiça Estadual.

Todos foram acusados, em ação penal do Ministério Público Estadual (MP-ES), por crimes de estelionato, formação de quadrilha e duplicata simulada (nota fiscal fria).

Sede da Igreja Cristã Maranata em Vila Velha (Foto: Edson Chagas/ A Gazeta)Sede da Igreja Cristã Maranata, em Vila Velha (Foto: Edson Chagas/ A Gazeta)

Eles teriam praticado desvio de dízimo da igreja, envolvendo uma movimentação financeira da ordem de R$ 24,8 milhões, segundo o próprio MP-ES.

Ao processo, também, está anexada outra ação penal formulada pelos promotores por supostos crimes de ameaça praticados até contra promotores e juízes.

O processo, que teve início em 2013, tramitava em Vitória, onde a denúncia foi aceita. Duas audiências chegaram a ser agendadas e uma delas realizada no final de 2014. Mas, por decisão da Justiça, o processo foi transferido para Vila Velha, onde está localizada a sede da igreja.

Naquele município os trâmites foram reiniciados. As duas ações penais foram confirmadas novamente pelo Ministério Público Estadual e aguardava-se a decisão do Juízo da 2 ª Vara Criminal, o que ocorreu nesta quarta-feira (13) com a aceitação da denúncia mais uma vez.

O advogado Fabrício Campos que defende a Maranata informou que ainda não tinha sido notificado sobre a decisão e, quando isto ocorrer, as partes iriam confirmar a defesa já apresentada ou acrescentar novos argumentos.

NOTAS

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Fase da cobrança de tributos…

A elite da organização religiosa (Código Civil, art. 44, inc. IV) denominada Igreja Cristã Maranata não deu ouvidos às antigas denúncias deste Blog apontando a banda podre nos escalões da Instituição; longe disso, o palácio da rainha desfigurada despejou o ódio religioso contra quem protestava nas redes sociais. Mordaça à moda da Casa! Não adiantou. Os desvalidos começaram a acordar dessa intoxicação luciferiana e as estradas ficaram cheias de retirantes.

A Mídia não perdoou, a Sociedade ficou espantada com iniquidade tamanha e o Supremo Tribunal Federal nega os três Habeas Corpus – unanimemente  – em desfavor de Gedelti Gueiros e Carlos Pimenta.

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Descentralizar dízimos soluciona?

A descentralização dos dízimos evitaria a derrocada final da Instituição. Assim alguns maranatas entendem, mais pelo desejo de continuarem na dependência de emoções e mitos dos cultos proféticos. Dependência do famoso aqui Deus fala! Entendo o direito de opinião, e ouvi Adriano em postagem de 23.03.2013 (ao tempo da prisão de Gedelti, Elson, Amadeu e Pimenta) a que me reporto; porém, diante dos fatos notórios e públicos o imbróglio Maranata está além, muito além de descentralizar dízimos e gritos de reforma já.

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Aturando erros e colhendo frutos podres

A “igreja de Deus… corpo de Cristo” (1 Co. 1.2; 12.27) é algo inefável, maravilhoso e sobrenatural. Aqueles que mediante a fé em Cristo Jesus nasceram de novo não dependem de clamor, consulta e culto profético. As escamas caem dos olhos.

Evidentemente, existe grande diferença entre Cristo, o Filho de Deus e a religião: a formatação faz o hindu místico poder falar de seu politeísmo e de sua religião oficial (com milhões de deuses e muitas seitas que nela existem); mas de Cristo Jesus nada sabe, nem do magnificente poder e presença de Sua ressurreição. Formatados ideologicamente permanecem presos até que fujam ou publicamente renunciem e rompam com o sistema.

Fatos e informações chegaram ao público com o livro de Joel Ribeiro Brinco, em 2003, contando atitudes dos presbíteros Gedelti Gueiros e Alcary Simões no comando do grupo dissidente dentro da Igreja Presbiteriana em Vila Velha – ES: se comportavam como vítimas de uma trama na uta pelo poder religioso com sementes de rebeldia. Autodefesa, arrogância, insubordinação, meias verdades, orgulho ferido e protestos dos rebeldes provocaram o rompimento com os presbiterianos. Então, nasceu a atual Igreja Maranata em 1968.

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