Estratégia duvidosa e expectativa de juízo

“Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer, nem por sórdida ganância, mas de boa vontade nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o supremo pastor se manifestar, recebereis a inacessível coroa de glória.”

(1 Pe. 5.2-4)

 

Enquanto o poder camaleônico centralizado na corte palaciana acumulava fortunas e disfarçava interesses inconfessáveis, os meia solas gerados no pandulho da rainha desfigurada cobraram dízimos, presença nos cultos, seguros e trabalhos voluntários; exigiram inquestionável obediência ao Dogma ordenado por revelação; feriram crianças com disciplinas inusitadas; impuseram o jugo maranático em defesa da Obra; maltrataram os crentes com  milhares de profetadas e mantiveram o rebanho sob os pés.

Enganar é fácil e o Diabo lucra. Entenda: a astúcia da elite maranática na arte do crime é coisa que deixou a membresia com a mão no queixo.

Espanto!

Espero que não se incomodem com as perguntas: o pai da ideologia Obra como forma de vida afastou os mercenários? Não! Aliviou as cargas dos desesperados? Não! Amparou os doentes evitando os corredores do SUS? Não! Conclamou os pastores e o povo ao arrependimento e retorno às Escrituras? Não! Corrigiu erros e heresias? Não! Consolou os desesperados com palavras de amor, esperança e espírito sacrifical? Cuidou das feridas e golpes dos maus pastores? Não! Foi transparente? Não! Impediu aos denunciados pelo MP-ES de assomar aos púlpitos? Não! E agora, com ares de inocente e perseguido, acomete em estratégia duvidosa procurando reunir o que restou do rebanho?

Espero que não se incomodem com outras perguntas: se alguém não leva a sério a gravidade dos pecados pessoais e em erros da liderança megalomaníaca e obstinada persevera, como pregará de forma eficiente algo da Lei Moral ou do Evangelho de Deus? Como poderá pregar aquilo que ignora?

Muito estranho o mau hábito de depender de culto profético e não conseguir discernir “entre o santo e o profano” a ponto de fazer “agravo ao Espírito da graça” (Ez. 44.23; Hb. 10.29). O erro está na “aparência de piedade” enquanto “negam a eficácia dela” (2 Tm. 3.5). O momento de arrependimento é agora.

Na condição/posição de liderança o mestre-profeta dos maranatas deveria, em primeiro lugar, lembrar-se da terrível santidade da Lei de Deus e do horrendo julgamento do pecado que exigiu a morte do Cordeiro de Deus “pelas mãos de iníquos” (At. 2.23); mas o mercenário, que não é pastor, agiu com avareza desmedida, calou-se diante das falsas profecias, corroborou o fisiologismo político, negligenciou a glória do Evangelho de Cristo, oportunizou a formação de quadrilhas e vangloriou-se de estar acima do Bem e do Mal.

Não é de admirar, como foi dito no início do ano de 2013, que ele já tenha um braço quebrado e está informado de que o Próprio Deus quebrará o outro. Ai daquele que resiste ao Espírito de Cristo e vive de acordo com o seu ponto de vista (Ef. 4.17-19) e de maneira continua e proposital insiste em rejeitar a Deus (cf. Hb. 3.7-19).

Não está escrito que Deus honra aos que a Deus obedecem?

Esta fábrica de meias solas remendados para nada mais serve, a não ser, de tropeço para os crentes honestos e sinceros. A Instituição foi empurrada em um beco sem saída.

O fim dessas coisas como será? O que resta?

O leitor prestou atenção na data do artigo banquete de ladrões? Não?! Neste artigo afirmei a iminente queda de Gedelti arrastando consigo os filhos da falsa unção. 

O pacote oferecido nos seminários com o artifício mistérios da Obra é extremamente intoxicante e perigoso.

O leque de crimes (em tese) é enorme: ameaça, apropriação indébita, emissão de notas fiscais frias (duplicata simulada), estelionato, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro. Se alguém começa a entender algo da inter-relação Gedelti-Maranata (nefanda simbiose) que se impôs maliciosa e mesmo obrigatória, como fazer a defesa da Obra?

Ora, se este líder religioso deu provas de que não conseguiu aprender com avisos e ensinos de fácil percepção; se os ministros não censuram as iniquidades da liderança (porquanto a cumplicidade é marca registrada) e diante do jugo opressor os membros continuam agachados e medrosos; as DENÚNCIAS do Ministério Público são denúncias que pesam e pregam a mensagem pública que eles não querem ouvir.

Pedro, apóstolo de Cristo Jesus, advertia a liderança da comunidade a exercer, de boa vontade, o ministério pastoral nunca motivado pelo ganho de dinheiro. A advertência para cada um era a mesma: fugir da avareza. Cada um deles deveria precaver-se para que não se aproveitar do rebanho como fonte de lucro e maneira de se dar bem na vida. Ora, o líder eclesiástico mercenário não sente prazer em cuidar do rebanho. Em vez de alimentar, apascentar, cuidar, curar, fortalecer, nutrir e proteger sua intenção é apropriar-se de bens, arrancar a lã, explorar o rebanho, fazer negócios nebulosos e organizar quadrilhas de salteadores. Pedro preservava o sermão de Jesus (Jo. 10.12,13 – ARC):

“Mas o mercenário, que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa. Ora, o mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas.”

Por estas e outras razões a escatológica “operação do erro” é o contragolpe eloquente e judicial de Deus àquilo que está de acordo com a fortíssima inclinação dos corações dos homens que não se afastam das crenças mentirosas e das iniquidades resultantes. Está determinado pelo Messias de Deus, o Filho Unigênito do Pai (2 Ts 2:11-12):

“… por isso, DEUS lhes enviará a operação do erro, para que creiam na mentira, para que sejam julgados todos os que não creram a verdade; antes tiveram prazer na iniquidade”.

Por isto mesmo, a obstinação e o pecado dos homens são dignos de ser observados. Esta escatológica “operação do erro” envolve algo ainda insondável, que ultrapassava a imaginação dos homens. Os justos padrões de Deus revelam ao homem a imprescindível necessidade de Cristo; se advertido dos maus caminhos o homem excede os limites da misericórdia divina, mantém-se desobediente e em suas iniquidades persevera até a morte, só lhe resta o juízo de eterna condenação.

  Resta uma expectativa de juízo, como está escrito (Hb. 10.26-31 – KJ):

“Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados, mas uma horrível expectativa de juízo e fogo ardente prestes a consumir todos os inimigos de Deus. Ora, se aqueles que rejeitam a Lei de Moisés morrem sem misericórdia, mediante a palavra de acusação de duas ou três testemunhas, julgai vós, quanto maior castigo merecerá quem feriu os pés do Filho de Deus, profanou o sangue da aliança pelo qual Ele foi santificado, e insultou o Espírito da graça? Porquanto, nós conhecemos aquele que declarou: “A mim pertence a vingança!”, e em outro trecho: “O Senhor exercerá juízo sobre seu povo”. Assim, terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo!”

Saídas para a crise foram apontadas mas o dono da empresa não as aproveitou.

Se esta igreja ainda quiser que Deus esteja presente na administração, na conduta individual, na doutrina, na ética pastoral, na oração, na experiência e no padrão neotestamentário ela deve discernir e imediatamente julgar as suas escolhas, os seus caminhos (porquanto os “anticristos” dominam sobre ela).

Sei de algo importante para esta igreja: nada impuro – quer seja em princípio quer na prática – deve ser tolerado.

Sendo evidente que a Instituição demonstra não querer, o erro dos falsos profetas e dos maus pastores a arrasta ao pior: “não discernindo o corpo do Senhor” confirma-se o desprezo ao MEMORIAL. Enquanto os fracos foram multiplicados debaixo do jugo opressor as carcaças se amontoam escondidas no lixão (quem lê entenda). Então, o Justo começou a julgar e recriminar a liderança pecaminosa e rebelde e a cada um individualmente para que não fôssemos condenados eternamente com o mundo (entenda 1 Co 11:29-32). Não bastando este julgamento misericordioso, começou o julgamento pelas mãos dos magistrados.

Voltemos ao que Deus disse do jeito que ele disse.

NOTAS

Acompanhe em

https://www.facebook.com/CavaleiroVeloz

https://obramaranatarevelada.wordpress.com/

https://www.facebook.com/groups/maranatarevelada/?fref=ts

Aqui não é lugar para calúnias e difamações. Discutimos doutrinas e ideias.

Cite http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/as-escamas-dos-olhos-cairam/  caso faça cópia de parte e/ou todo

Em nome da ética democrática, que a data original e origem da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

Escrever em CAIXA ALTA (letras maiúsculas) é deselegante. Evitem.

Evitem postagens fora do FOCO do artigo.

Imagens colocadas nos artigos como ilustração foram retiradas da Internet (Google) e também dos textos aqui postados, presumindo serem de domínio público. No caso que haja alguma imagem sem os créditos devidos não foi intencional; e, deste modo agradeceria em nos avisar que colocaremos os créditos.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS
2 comentários em Estratégia duvidosa e expectativa de juízo
 
DANO MORAL condena a Maranata

  Adianta avisar? Eles estão fora dos limites. Insuportável! Não faltaram avisos.

Escutem:

Gedelti Gueiros envolveu-se em atos administrativos os mais diversos, a ponto de colocar funcionário de joelhos na sua frente, assediando-o moralmente com a condenação: endemoniado! e exigindo obediência. Fatos mencionados em demanda judicial trabalhista em face da ICM-PES.

Interesses escusos e inconfessáveis na aquisição de componentes eletrônicos na construção do famigerado satélite como instrumento de manipulação em massa, enquanto o mestre-profeta impele a membresia para o beco sem saída, artigo de 07.08.2011.

Não duvide da imagem atual da Obra. O dono da empresa, apesar da nudez, apareceu no desfile final de 10.03.2013 cercado de seguranças; mas dois dias depois estava preso. Os filhos foram traídos. Tristeza!

 

O ministério – diáconos, mestres e pastores – da ICM-OBRA (a igreja do jeito que Gedelti quer) cresceu estimulado para serem “cúmplices nas obras infrutíferas das trevas”? Que espírito é este?

O Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região deu a resposta.

Leia mais »

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS
4 comentários em DANO MORAL condena a Maranata
 
falácias, fraudes e meias verdades em Juízo

PROCESSO n° 0000800-77.2014.4.02.5001

JUSTIÇA FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

SENTENÇA

Vistos etc.

Trata-se de ação ordinária, com pedido de antecipação dos efeitos da tutela, ajuizada por IGREJA MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE, em face da UNIÃO FEDERAL, partes qualificadas na inicial.

A autora requer, em síntese, seja anulado, revogado ou cassado o auto de infração e guarda fiscal nº 0727600/ERA3000038/2012, bem como todos os atos ali constantes, inclusive os termos de apreensão e retenção 22A, 22B e 22C e o Termo de Fiel Depositário 22D ou, considerando-se a imunidade tributária da autora, seja declarada a inexistência de débito ou de relação jurídica tributária e, ainda, anulado, revogado ou cassado qualquer procedimento tributário/administrativo instaurado indevidamente em desfavor da autora decorrente dos supracitados fatos.

Leia mais »

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS
7 comentários em falácias, fraudes e meias verdades em Juízo
 
O momento é agora…

A formatação é certo estado de espírito introjetado na alma (emoção, inteligência e vontade) do indivíduo, que o guia e orienta a fazer exatamente o que o falso mestre – opressor religioso – quer que ele faça, enquanto expropria bens e imóveis da Instituição e nega transparência. De olhos fechados para as coisas da banda podre o formatado expressa gratidão ao ser contado entre os que creem na crença do guia religioso, considerado e elogiado como servo da Obra para viver a ideologia Obra como forma de vida. Ele enaltece fatos e feitos da enganosa propaganda religiosa (ufanismo); e carente de argumentos em defesa da Obra, como que enlouquecido grita: Maranata! Maranata! Maranata!

Leia mais »

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS
27 comentários em O momento é agora…