Fato ou Fábula?

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The Christian News, um jornal evangélico luterano, publicou várias vezes relatos que tentam provar que o Holocausto foi um mito. O jornal pediu (ainda em janeiro de 1995) uma resposta de qualquer pessoa que pudesse desacreditar os relatórios como os de Christophersen e Staglich, e afirma não ter recebido nenhuma refutação. 22 Talvez aqueles que têm tal evidência acham fútil oferecê-la a pessoas cujas mentes devem estar fechadas, já que mantêm tal postura diante das montanhas de evidências disponíveis. Uma visita ao Yad Vashem (nome hebraico do memorial ao Holocausto), em Jerusalém ou ao mais novo Museu do Holocausto em Washington, deve satisfazer qualquer pessoa honesta que procure os fatos. Existe ainda um grande número de livros, tais como The Holocaust (O Holocausto), de Martim Gilbert, cujas 828 páginas de testemunhos são apoiadas por outras 66 páginas de Anotações e Fontes. Um dos livros mais recentes, escrito desde que a abertura do Leste Europeu colocou à disposição arquivos para estudo previamente secretos, é intitulado Anatomy of the Auschwitz Death Camp (Anatomia do Campo da Morte de Auschwitz) e contém a documentação de vários pesquisadores.

É claro que houve milhares de sobreviventes do Holocausto cujos testemunhos contam a história. Infelizmente, essas testemunhas estão morrendo aos poucos e logo não sobrará nenhuma delas para nos relembrar. Em junho de 1981, mais de 6.000 sobreviventes do Holocausto de todo o mundo se reuniram em Jerusalém “para procurar amigos perdidos, e fazer uma última busca desesperada por parentes que possivelmente tivessem sobrevivido”. Mais de 3.000 sobreviventes só de Auschwitz se reuniram no dia 22 de janeiro de 1995, nas cerimônias que comemoraram o cinquentenário de sua libertação. A maioria deles não se conhecia antes, mas seus testemunhos independentes contam a mesma história.

Se for necessário, no entanto, existem muitas testemunhas não-judias do Holocausto. O erro de Christophersen e Staglich é aparentemente sincero e facilmente explicado. Durante a época em que estavam lá, nenhuma câmara de gás e nenhum forno crematório existia em Auschwitz propriamente dito, mas no campo próximo, em Birkenau. Considere o testemunho (centenas de outros poderiam ser citados) registrado no diário de outro alemão, Dr. Johan Kremer, trazido a Auschwitz como médico: “Estive presente pela primeira vez numa ação especial às três da madrugada. Em comparação, o inferno de Dante parece quase uma comédia. Auschwitz é chamado de campo de extermínio com justiça!”

Questionado depois da guerra, o Dr. Kremer testificou:

 

Esses assassinatos em massa [em 1942] aconteciam em pequenas cabanas fora do campo de Birkenau numa floresta. Essas cabanas eram chamadas de bunkers na gíria dos homens da S.S. Todos os médicos da S.S., a serviço no campo, se alternavam para participar das operações nas câmaras de gás, que eram chamadas de Sonderaction, “ação especial”. Minha parte como médico nessas operações consistia em ficar de prontidão perto do bunker… caso qualquer um [dos homens da S.S.] desmaiasse por causa dos vapores venenosos.

Quando o transporte com pessoas que eram destinadas à câmara de gás chegava à rampa ferroviária, os oficiais da S.S. selecionavam, entre os recém-chegados, pessoas capazes de trabalhar, enquanto todo o resto – idosos, todas as crianças, mulheres com filhos nos seus braços e outras pessoas que não eram consideradas capazes de trabalhar – embarcava à força nos caminhões e era conduzido às câmaras de gás.

Eu costumava seguir o transporte até chegarmos ao bunker. Ali as pessoas primeiro eram conduzidas aos barracões onde as vítimas se despiam e entravam nuas nas câmaras de gás… os homens da S.S. mantinham as pessoas quietas, dizendo que iriam tomar banho e tirar os piolhos.

 

Com notas bibliográficas no original

Leia mais

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2009/11/jerusalem-a-lareira-de-deus/

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2017/03/ouve-te-peco-a-voz-do-senhor/

https://www.youtube.com/watch?v=1zAQYtwiF8c

Documentário – Israel jamais será destruído. Saiba porquê!

DAVE HUNT – Jerusalém – Um Cálice de Tontear – As Profecias sobre a Cidade Santa

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