fio de escarlata…

Amados,

A heresia é construída a partir de argumentos falaciosos, doutrinas de homens, orgulho religioso, tradição e tropeços.

A heresia icemita não suporta a verdade.

As heresias foram introjetadas na Maranata desde o princípio devido à falta de conhecimento da Palavra de Deus e o desejo de exibir algo misterioso de seus idealizadores.

Certamente, na espiritualização da expressão “fio de escarlata” aparece mais um exemplo de erro em cima de erro introjetado na mente do formatado que crê na crença do mestre-profeta, decora jargões, contribui com dinheiro, frequenta os cultos proféticos e cultos públicos, obedece aos falsos profetas, prontamente se ajoelha perante os levantados pastores representantes dos interesses do presbitério e NUNCA os questiona (sob pena de punições severas).

Enquanto erros graves de interpretação de frases isoladas das Escrituras continuam ensinados nos seminários da Obra, as heresias inundam as mentes dos maranatas; e falsos profetas multiplicam profetadas e revelagens em defesa da Obra esperando salvação individual. Quanta incredulidade!

Inexplicavelmente, o dono da empresa decidiu antecipar o aniversário da Instituição para o dia 10.03.2013, na Pç. do Papa, na Enseada do Suá, em Vitória-ES. Mera exibição e orgulho religioso. Nesse dia do desfile final do monarca pseudocarismático a arma de defesa e secreta (clamor pelo sangue de Jesus) aparecia na gravata vermelha dos formatados e especialmente dos meias-solas de plantão. E as mulheres que lotaram a praça? Ora, as mulheres ficaram na cobertura da arma secreta exibida nos homens. Faz sentido? Não! Mas Freud explica o mito…

Melhor olharmos os relatos das Escrituras Sagradas, ainda que bem resumidamente. A expressão “fio de escarlata” aparece em dois livros: Juízes 1.18 e Cantares 4.3 e envolve fatos na vida de duas mulheres.

1. Chegando a época da conquista da terra prometida Josué enviou dois espias a Jericó com a missão de observar a cidade (defesa, muralhas, segurança etc); e certa mulher, prostituta cultual (coisa comum entre os cananeus idólatras que sacrificavam filhos a Baal), de nome Raabe, ofereceu-lhes abrigo e os escondeu da fúria do rei informado da presença de dois hebreus. Então esses homens fecharam com ela acordo de proteção: exigiram que o cordão tingido de vermelho marcasse a casa dessa mulher a fim de que ela e os que estivessem dentro de sua casa fossem poupados por ocasião da guerra iminente.

2. Salomão estava mergulhado em grave idolatria, com harém cheio de idólatras das mais variadas vertentes. Claro, um harém para mais de mil mulheres, crianças, servas, eunucos e guardas tudo do bom e do melhor abastecido com impostos pesados cobrados rigorosamente das Tribos (mas o mestre-mor-profeta da Maranata diz que Salomão é símbolo do Espírito Santo). Entre as muitas coisas escritas por esse rei, filho de Davi com Betseba, existe certo poema de amor dedicado à formosa e sedutora Sulamita. Esta mulher usava pintura vermelha nos lábios e ficavam como um fio de escarlata, literalmente.

 Então, estamos diante do seguinte:

A enganosa propaganda para o desfile final do chefe religioso determinou que os homens estivessem de calça preta, camisa branca e gravata vermelha (nada disseram de cuecas, lenços, meias e sapatos). As mulheres de saia preta e blusa branca (nada disseram do vestuário íntimo).

Há uma coisa interessante aqui. Para eles as cores significam: preto (opressão), branco (santidade), vermelho (sangue de Jesus). E como ficou esse balaio de gatos, ops. de cores? Culto de espantalhos.

Dizem que o azul é a cor do amor. Então, porque não colocaram todos – homens e mulheres – de azul? Não seria mais coerente com a esperada evangelização? Aliás, evangelização de quem, se a Instituição obrigou a presença dos maranatas nessa orquestração de poder político-religioso. Claro, a intenção oculta era colocar cortinas de fumaça na Operação Entre Irmãos de 26 de novembro de 2.012.

Ora, essa coisa de “fio de escarlata” ser mistério confiado somente na Obra é mentira cabeluda. Isto vem dos antigos que espiritualizavam as Escrituras… E conseguiram colocar a mentira na boca das crianças como as duas icemitas fazem com gestos mecânicos e sem graça.

Quanta enganação!!!

Se o ensino herético-maranático diz que no caso de Raabe o “fio de escarlata” é o clamor pelo sangue de Jesus, porque esqueceram a Sulamita? Que preconceito é esse? Raabe pode ser lembrada por causa do cordão tingido de vermelho; a Sulamita que tinha os lábios como “fio de escarlata” não foi lembrada no louvor revelado.

Se os homens foram obrigados a usar gravata vermelha, porque não obrigaram o batom vermelho para as mulheres?

Será proveitoso ao leitor o artigo A OBRA – andando no centro do erro  (download disponibilizado) discorrendo sobre a mente dominada pela arrogância, imposição do jugo religioso e sede de poder destrói a simplicidade do “evangelho da graça de Deus… poder de Deus e sabedoria de Deus”. Relatos vividos por quem teve profunda relação com os bastidores da elaboração da doutrina revelada além da letra, onde presenciou a confecção da famigerada apostila de significados de símbolos e elementos que permeiam as profetadas, revelações e visões, positivando e determinando os significados de cada qual. Essa apostila hoje não é mais distribuída com tanta frequência aos obreiros e senhoras de frente.

NOTAS

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