A eterna separação de Deus. Já pensou?!

 “Eles sofrerão a pena de destruição eterna, a separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder.” (2 Ts 1:9).

 

Adventistas, russelitas e grupos menores ODEIAM esta revelação. Eles aceitam e defendem o aniquilacionismo. Afirmam os adeptos desta heresia: após terem pago a pena por seus pecados os perdidos no inferno serão exterminados. No entanto, a Bíblia Sagrada continua indiscutível, inerrante, infalível e única autoridade cristã em questões de fé e prática.

Aniquilacionismo conforta filósofos, gnósticos e muitos religiosos com um senso de justiça deturpado, incapazes de aceitarem como correta e perfeita a reta punição de Deus revelada nas Escrituras. Até no Judaísmo encontramos essas ideias, mesmo porque seus rabinos insistem na incredulidade com relação ao Messias Jesus que lhes fora enviado da parte do Deus de Israel; mas O rejeitaram e estão à espera do Messias.

 

Ao exame, ainda que superficial, das Escrituras Sagradas, esta heresia ofende a isenta, justa, legal, messiânica e reta punição de Justo Senhor, o Todo-Poderoso.

 

As Escrituras Sagradas declaram – convictamente – a imortalidade da alma. Nelas encontramos amplo fundamento e sólido testemunho. Fixem a atenção nesses FATOS:

  1. a narrativa evangélica do incidente no Monte da Transfiguração (Mt 17.1-9; Mc 9.1-9; Lc 9.28-36) registram duas pessoas que já haviam vivido séculos antes – Moisés e Elias – imediatamente reconhecidos por Pedro, Tiago e João;
  2. confortando, ensinando e escrevendo aos cristãos tessalonissenses (1Ts 4.13-18), saudosos de seus irmãos em Cristo que haviam partido, o apóstolo Paulo insistiu que por ocasião do arrebatamento da igreja, dada a ordem por Jesus e ouvido este brado celestial, eles reencontrar-se-iam (v. 17);
  3. nas cenas dos eventos escatológicos (últimos dias) que lhes foram mostradas, o apóstolo João menciona as “almas” dos cristãos que haviam sido mortos, os quais clamavam a Deus para que Ele julgasse os moradores da Terra que estavam perseguindo o Seu povo (Ap 6.9-11).

 

As Escrituras declaram que os ímpios serão lançados na fornalha ardente (Mt. 13.49-50), no fogo eterno (Mt. 25.41,46) e sofrerão o castigo eterno (Dn 12.2).

 

Causa-me certa admiração e até indignação alguém querer dizer ao Todo-Poderoso o que é justo e o que injusto. Consulto o Sermão Profético (Mc 13, Mt 24,25 e Lc 21) e as cenas fluem. Jesus não deixa dúvidas. Jesus dirá aos [alcançados pela graça] salvos da condenação eterna (Mt 25.34): “Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. E aos perdidos Ele dirá (v. 41): “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”.

 

Escrevendo as cenas do Apocalipse o apóstolo João define esse fogo como punição eterna e consciente no lago de fogo para o diabo (Ap 20.10). A seguir, lemos que seres humanos não salvos serão lançados  no mesmo e eterno destino (vv. 14-15). Evidentemente, Deus acha justo punir seres humanos que se rebelam contra Ele e contra a justiça da Sua santidade com um inferno infindável. Será que cabe mesmo a algum dono de igreja, filósofo, mestre de religião ou profeta chamar de injusto os critérios da justiça do Eterno e Todo-Poderoso?

 

Espero que o leitor entenda: isto é o inferno eterno. Os amorosos apelos (conscientes e inconscientes) do Espírito de Cristo Jesus foram rejeitados e o resultado não poderia ser outro: serão atormentados para todo o sempre.

 

Está escrito (Ap 20.11-15):

“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.

E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.

E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.

E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.

E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.”

Paz

“O SENHOR é minha bandeira.”

CV

NOTAS

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