Quem semeia ventos colhe tempestades…

 

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A coisa nasceu errada escondendo interesses inconfessáveis bem lá no fundo das ambiguidades de alguém e deixando insights de idiossincrasias que alguns inteligentemente conseguiam perceber. E pior: a coisa caminha no erro inicial. Não há mudanças!

A marca do governo oligárquico e pseudocarismático é apostasia, dominação, fisiologismo político, imposição do jugo, manipulação das massas, mordaça, negócios nebulosos e negativas de transparência.

Enquanto a liderança dissimulava erros e escondia fraudes, milhares de documentos começaram a formar provas para desmascarar crimes de apropriação indébita, caixa dois, desvio de ofertas voluntárias, duplicatas simuladas, estelionato, formação de quadrilha; e, bem dissimulados e enraizados os crimes contra a ordem tributária, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e quadrilha (associação) em investigações.

Então, a PF e o MP-ES entraram em cena, escutas e investigações em segredo de justiça foram autorizadas; mas no domingo, 04.02.2012, em A GAZETA, o escândalo foi exibido na Mídia; e desta data em diante centenas de matérias e centenas de blogs, comunidades no País e no Exterior. E se mais não bastasse, no final de 2012 a “Operação Entre Irmãos” adentrou nos descaminhos e esconderijos dos Judas palacianos e os pegou com as calças nas mãos.

ESCÂNDALOS!!!

Enquanto o palácio da rainha desfigurada forjicava intrigas, no início de 2013, em escala crescente, apareceram demandas no Judiciário contra dissidentes; além do mais, em Minas Gerais dezesseis paus mandados demandaram contra A GAZETA, querendo abocanhar algum pedaço de carne estragada, ops., reparação de danos por se acharem injustiçados com as matérias publicadas. Destaque à agitação no palácio da rainha desfigurada com o grande desfile no Pç. do Papa em Vitória, no dia 10.03.2013; mas entre espantos e medos, após o desfile, na manhãzinha do dia 12.03.2013 o ainda encantado rei nu foi conduzido à prisão com assessores reputados como valentes. E depois?! DENÚNCIAS do MP-ES e mais prisão de pastores.

No mundo repleto de tensões e vergonha, o que a ideologia Obra como forma de vida fez que resulte em frutos para a vida eterna? Fez?!

O astuto encantador de formatados acobertou balcões de negócios, amparou os Judas e enganou esta geração de icemitas encurralada no beco sem saída e no rumo da “operação do erro”. O que existe para comemorar neste longo dia 31 de outubro de 2017? Existe?

O que eles não queriam foi impossível evitar: as antigas denúncias no YAHOO! e no ORKUT começaram a formar opinião; e com mais força as denúncias no blog do Cavaleiro Veloz (entramos no nono ano de existência) e dai para outros blogs do WORDPRESS e FACEBOOOK.

Ordens de prisão alcançaram membros da elite da Instituição e alguns pastores foram presos duas vezes. Os processos correm em Vila Velha e Vitória.

Os líderes da Maranata ameaçaram ex-membros, juíza de direito e promotor de justiça; espalharam notas de imprensa e forçaram demandas judiciais contra dissidentes; exibiram soberba religiosa e chegaram ao cúmulo de investigar outras igrejas; mentiram, mentiram e negaram transparência; prometeram nova reunião com 50.000 membros e a cada dia o esvaziamento é a marca; prometeram curso de teologia (pago) mas não conseguem se livrar daquelas heresias e o diploma já está maculado. Quem acredita?!

Pastores envolvidos em processos exibem nos púlpitos a mesma arrogância de Obra revelada além da letra, fora desta Obra ninguém se salva e quem dela sair está perdido e sem rumo.

Pintam as paredes para esconderem cuspes, remelas e vômitos; e mais uma pintura… e outra… e outra… proclamando: a verdade está na inocência!!!

Pensar estarem dispostos ao arrependimento, devolver o expropriado, pedir perdão público e medidas restituição aos ofendidos?! Ilusão! Não há sinais de reforma do culto centralizando-o no “evangelho da graça de Deus”. Não mesmo!!! O orgulho religioso e sectário consolidou a grande muralha que mascara a falta de temor e os separa da realidade.

Quer reformar os outros e não se olha no espelho?! Quem semeia ventos colhe tempestades.

Retorno ao “evangelho da graça de Deus… poder de Deus e sabedoria de Deus”? Nem imaginem!!! O mestre-profeta estufa o peito: a Obra é mestra das outras… os outros são Mobral… nós somos o Curso Superior.

Se alguém ai se acha Lutero (que presunção, hein?!), pregue na porta da Sede da Instituição a LISTA DE REFORMAS. Será que nessas bandas a Epístola de Paulo é confessada, crida, examinada, lida, pensada, pregada e vivida? Será que o dono da Igreja permitirá a quebra de oligarquia pseudocarismática que vigora desde o início e dará exemplo de devolução dos bens expropriados da Instituição?

Sei que esses falsos profetas mancomunados com maus pastores – farinhas do mesmo saco – ao ficarem pé em aparições de anjos, clamor esquizofrênico, consulta aleatória de frases da Bíblia, culto profético no modelo Obra, espiritualização de frases isoladas das Escrituras, hierarquia institucional, levantamento de obreiros e pastores sujeitos ao cabresto do conselho presbiteral (dependente do mestre-profeta e cabeça da oligarquia), escolheram o caminho sem volta.

Sei que os rumos da Instituição foram determinados logo no início; e nesse mês de comemoração de aniversário da Obra (sic) não adianta aproveitar-se das glórias de 500 anos da Reforma Protestante. Nada em alguém (motivado por interesses pessoais) que tenha pretendido se opor à antiga Igreja, em 1968, possa ser comparado ao Grande Reformador. Lutero ficou a marca da fé que salva, da liberdade do livre arbítrio, do livre exame das Escrituras, do homem que não meteu as mãos no dinheiro da Instituição nem organizou quadrilha para manter-se poder. De boas intenções o inferno está cheio.

“O SENHOR é minha bandeira.”

CV.

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