O fio de escarlate não aguentou…

 Caso de antigo costume de homenagear as pessoas mortas ou vivas, como é o desejo do padre Fiodor Koniukhov da Igreja Ortodoxa Russa. Ele quer erigir no sopé do Evereste uma cruz reverente em memória de todos os alpinistas mortos na conquista dessa montanha.

De autoria do escultor grego Iannis Zavoudakis, radicado no Espírito Santo, a Cruz Reverente é feita de aço, com forma curvilínea, assentada em base de concreto armado. No alto, há uma pomba branca, simbolizando o Espírito Santo. Fica em Vitória e esta peça é conhecida como Monumento à Visita do Papa João Paulo II em 1989. O monumento foi inaugurado depois deste evento.

Nada contra homenagear as pessoas. Onde alguém foi atropelado e morto é costume colocar uma cruz, como aparecem às margens das centenas de estradas no País. Milhares, milhares de cruzes…

Mas falar de cruz reverente é lembrar expressões comuns entre cristãos ortodoxos, gregos ou russos. E assim, considero algo interessante.

Na tradição cristã aparece a expressão “carregar a cruz” (gr. stauron bastazein). E ficamos impregnados com o que aconteceu a Jesus desde o pátio da condenação, debaixo de flagelos, até o Calvário em Sua paixão e sofrimento vicário. Jerusalém, cidade sanguinária que mata profetas!

Nesse Calvário de angústias indescritíveis eis o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo… morto por mãos de ímpios”.  Mas a cruz cede lugar a algo essencial, imutável e irresistível: a ressurreição!

No nosso caso o desfile acontecerá na Enseada do Suá. Em chegada a hora ali aparece o ilustre religioso que receberá homenagens as mais diversas. O espaço imediatamente recebe o seu nome e pouco depois o escultor, preso à cultura e tradição religiosa, o homenageia com a Cruz Reverente.

O escultor concebe a escultura para nada lembrar dor e sofrimento.

Ilustre é o homem, não o Redentor. O homem passa a ser exaltado e o Redentor diminuído. A obra do homem passa a ser lembrada e a “obra de Deus” ignorada. O homenageado já morreu; mas a Cruz continua em sua homenagem. Inclinada e reverente. Quanta gente esteve ali fazendo shows que nada lembra a Cruz e o Redentor dos Povos. Nem homenagem, nem reverência.

O tempo passa e agora é a vez de outro religioso em seu último desfile. Os procedimentos investigativos do Ministério Público esquadrinham os crimes das quadrilhas organizadas a partir da elite e ele não dá sinais de arrependimento ou transparência. Nem de humildade. O poço de iniquidades está aberto, a imundície da banda podre começa a ser exibida e o ninho está sujo. O monarca explode de menosprezo e de raiva: TÁ TUDO CERTOOOOO!!!

O estranho empurra o ilustre religioso para o desfile final. Maquiagem especial nas circunstâncias porque a Sociedade reclama a intervenção do MP-ES. Por mais coerente e histórico o desfile deveria ser na Prainha, em Vila Velha, espaço imenso, de fácil acesso, cidade onde nasceu a Obra revelada que veio da eternidade… da Toca limitada por um canal nauseabundo.

Mas não! Este que procura homenagens quer desfilar no espaço de outro, atrair a atenção para si e para a filha implodida, como se quisesse juntar os pedaços dela. Vestido a caráter:  camisa vermelha, gravata vermelha e terno vermelho e na cabeça emblemático turbante vermelho onde se lê: a quarta trombeta vai tocar.

Porque o vermelho? Da parte da marqueteira alguém havia explicado que cuida-se de algo místico e mistério da Obra: o fio de escarlate  que estava na casa de Raabe foi parar na boca da Sulamita. Quê?! Mas fiquei sem entender…

rahab[1]  Maquiado de ostentação e superioridade ele despreza as investigações oficiais e especialmente o Jornal A GAZETA. Ele se prepara para arrostar delegados, juízes, promotores, a Sociedade e as igrejas e os oponentes piores: os retirantes.

O estranho o empurra às maquiagens, como benfeitor, desbravador da Obra revelada enfrentando denominações opostas e religiões satanizadas. Ele quer ser filmado e fotografado no lugar onde a Cruz Reverente se inclina em adoração à criatura. Aço frio encarando o coração frio. Desfigurado

Então, arrisquei:

– Mas é menina ou menino? filha ou filho? igreja ou o quê? Dá pra explicar?

– Nem evangélica, nem pentecostal, nem protestante. Nada disto! A Obra é filho único. A Obra filho de Davi. Estamos falando da menina revelada, a igreja fiel. A menina filha de Jairo não morreu… mas foi ressuscitada pelo filho de Davi. A menina está aqui, cercada de atenção e coberta pelo fio de escarlate. Este fio está nas gravatas desses meias-sol…. ops, desses sacerdotes da Obra que ministram neste tabernáculo erguido aos olhos do Grande Arquiteto do Universo.

– Mas filha de Davi ou filha do Jairo? Não dá pra entender…

– Gente fora do corpo é ignorante e nunca nos entende. A Obra está fora de palavras, é fermento na massa, é mistério, é segredo que veio da eternidade. A Obra mudou o coração da igreja e mostrou o rumo da eternidade. Quem me dera que o Brasil aceitasse a Obra!!!

– Mas ao falar de ministrar no tabernáculo, digo que os sacerdotes da Primeira Aliança se vestiam de branco. Nada de calça preta, camisa branca e gravata vermelha. Como entender essa mudança no vestuário dos sacerdotes desta Obra?

– Claro! Caído não entende Obra porque está fora do corpo. Esta vestimenta ossorrevelô e a gravata vermelha é o sinal para o inimigo da Obra: aqui o clamor funciona.

– Mas se o plano do desfile é evangelização, porque não falar do amor de Deus? Não seria mais próprio a roupa branca com gravata azul? O azul não foi a revelação da Presença do SENHOR no povo da aliança no deserto? Esta santidade não é descrita com a cor do azul celeste?

– Já vi que V. é caído, não passa de caído e não entende Obra que muda o conceito de igreja. Nós somos raça superior, somos Obra revelada e temos a mensagem revelada para o mundo. A mensagem de hoje é o fio de escarlate que amarra o inimigo e derruba as colunas de Jericó para salvar Raabe, tipo da Obra revelada.

– Explica para a imprensa. Fermento na massa? Quê massa?

– O povo, ora. Eu governo o povo, como Moisés da Obra. O povo precisa de cabeça esperta, assim como Raabe precisava. O povo precisa do olho daquele que tudo vê. Esse olhar vermelho é o olhar do sangue. O povo quer sangue, quer vida. Pensa: você já viu povo sem cabeça? Sem sangue? O povo quer sangue. Já viu um povo sem o olho que tudo vê? Somos a cabeça da Obra, o mover da Obra, o sangue da Obra está no corpo e o olho diz para o tatu esperto, êpa! O olho esperto diz o que ossorrevelô: TÁ TUDO CERTO!!!

Enquanto ele esbraveja ouvi um barulho estranho, algo como pedras quebrando e o monumento se inclinou mais um pouco… Dei uma olhada e o fio escarlate estava esticando… de raiva.

– Peraí, comendoador homenageado. O senhor disse que fio de escarlate amarra o inimigo e derruba as colunas para salvar Raabe?

– Ao final dos primeiros quarenta anos de Obra revelada nós fomos atingidos por tempestades violentas, mas eu tenho a chance e a força de salvação da Obra. O louvor revelado diz: A salvação está no fio de escarlate. Seguindo o fio de escarlata veremos Maranata. Não sou homem de voltar atrás!!! A GAZETA e a Mescla que se danem!!! O Ministério Público e os retirantes que se danem. O fio de escarlate tá amarrando tudo e vai triunfar sobre os inimigos da Obra…

– Mas as tempestades não vieram por causa….

– Não me interrompa! Não me questione ou vai ser comido de bicho!!! Estou acima do Bem e do Mal. A menina se renova. Com o correr dos anos e com as forças adquiridas na experiência de Obra, trabalhei muito para entreter as pessoas, para a fama desta Obra que é o caminho para a eternidade. Morram os inimigos desta Obra. Nada vai impedir o crescimento desta menina maravilhosa, filha da grandeza desta Obra, a preferida de Salomão, rainha dos Céus. Aquela que tem o fio de escarlate na boca e clama pelo sangue.

Algo me intriga nessa coisa de desfile final do monarca pseudocarismático acreditando em fio de escarlate na boca da Sulamita que apenas pintava os lábios de vermelho. Este líder não mais fala coisa com coisa, não para de falar, embola menina com menino, filha com filho, igreja com partido, Davi com Jairo e fica um cruz com cruz credo. E ele continua:

– Essa cruz ai, cruz de católico idólatra nada significa pra mim. O meu antecessor deixou idolatria, deixou opressão. A Obra é a cruz, a passagem, a ponte, a pressão no pé da estátua de Daniel, o caminho, o fio de escarlate para eternidade. Quem segura o fio de escarlate não cai da Obra, solta o remo da nau e navega com fé na Obra.

– Fio de escarlate?! Mas isto não é aquele cordão como sinal com que a Raabe marcou a casa para que fosse salva por ocasião da investida dos hebreus contra Jericó por ocasião da conquista da terra? Nesse caso o cordão de escarlate indica a guerra literal.

– Você é do mundo e não entende a palavra revelada. Nós estamos em guerra. Esta Obra está em guerra. O fio de escarlata daquela prostituta garantiu a vitória. Na invasão de Jericó ruíram as duas colunas e Sansão morreu cego debaixo das mãos dos deuses dos filisteus. Sansão morreu caído e sem Obra. Caído da Obra fica cego e morre como Sansão, morre com Dalila, a igreja infiel. A eternidade começa com a Obra.

– Mas quando o ilustre homenageado fala de segurar no fio de escarlate para ser salvo fala heresia. Afinal, quem salva: o fio de escarlate ou Jesus? Salva de quê?

– Escuta, caído da Obra: quem quiser ficar cego como o caído Sansão, que fique. Ele caiu da Obra e ficou com Dalila, a igreja infiel. Quem quiser ficar debaixo das muralhas do templo de Jericó que fique sem o fio de escarlate. Mas o fio de escarlate está na boca de Raabe, a mulher-Obra. Cada mulher dessa Obra está protegida com o fio de escarlate. Cada mulher dessa Obra tem o fio de escarlate na boca. Só a Obra conhece esse segredo.

– Ah! Mensagem revelada é isso?! Entendi. O povo fica entretido com a enganação da linguagem do não pensamento; e depois as profetadas começam, do tipo ôshiribiai… meus servos… ai nai… minha igreja… shoubequei… estou presente… ai nai…. no vosso meio… ôshiribiei… e o meu anjo vai abrindo o caminho… ôshiribi ei ei ei… e amarrando o inimigo… ai nai... com o fio de escarlate…

– É isso, a mensagem revelada é confirmada com dons de revelação. Nessa Obra tem dons e o ministério desta Obra é superior aos dons. Aqui estamos para destacar a Obra do grande salvador da Pátria, esperança para a juventude. A Obra está crescendo a todo vapor. E tem mais: esta Obra é rica e nos enriquecemos com a Obra e ela está formando uma raça superior.

– Raça superior?!

Queremos que os jovens dessa Obra se casem dentro dessa Obra para que os filhos formem essa raça superior. Quem está na Obra está entretido com as riquezas da eternidade e este é o alvo para a juventude desta Obra. Quem sai desta Obra estava entre os nossos não era dos nossos e agora é cego, miserável e nu. Caiu como Sansão que morreu nos braços de Dalila, a igreja infiel. O caído e esse extirpado da Obra, assim com a gente corta unha encrava.

– Mas escute comendoador: as mulheres dessa Obra foram obrigadas a ensinar heresia às crianças. Fio para cá e fio pra lá, mais um poucochinho, mais um saracotear de saracura e o fio de escarlate de Jericó nada tem a ver com o Calvário. Nessa Obra aparece heresia pra tudo e tudo se despenca… Mas só esse ponto: o homenageado está dizendo que se enriqueceu nesta Obra?

– Nessa Obra…

Ouviu-se um estrondo, como da queda de muro ou parede. Estourou! A conversa não acabaria. O fio de escarlate não aguentou. A opressão do trombesteiro derrubou a Cruz Reverente e esmagou a imagem da pomba.

 

No momento o gedeltismo defende interesses inconfessáveis haja vista para matérias como Maranata: da fé à fraude. Neste Blog já denunciamos que alguns estão marcados para morrer.

O gedeltismo esta fazendo milhares de vítimas.

Os desvios e os fatos mostram que muita coisa está errada nesta igreja. Por acaso, manobras de marqueteiros podem curar as feridas da rainha desfigurada? Podem mascarar a dissimulada motivação do chefe religioso? Podem mascarar a instigação do ódio religioso? Podem mascarar a falta de transparência? Podem mascarar o caminho de Judas?

Maquiar a imagem da Maranata é missão impossível.

Os frutos de denúncias e confronto de ideias despertaram a atenção do Ministério Público e o desmonte pegou em cheio o monarca, como um murro no queixo nocauteia o oponente.

Nesse embolado em nenhum momento o comendador fez referência a Jesus, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Apesar de falar de Bíblia, Céu e Jesus, a cruz do Calvário não tem lugar nessa Obra. Apesar de falar de dons e ministério, o Espírito de Cristo não tem lugar nessa Obra.

O espírito do gedeltismo estimula o crescimento do fanatismo instigado pelo ódio religioso. Isto é muito perigoso e clama pela intervenção do Ministério Público.

O gedeltismo conseguiu um feito notável: fazer a ICM-OBRA andar na contramão da História, mesmo porque a heresia icemita é um desastre! Fruto de distorção das Escrituras, falso profetismo, farisaísmo icemítico, linguagem do não-pensamento e revelagens. Teologismo!

O monarca está nu e nem lava os pés. Do palácio da rainha desfigurada ele conseguiu impor o deus dele: ensinou heresias, forçou a barra com demandas judiciais, impôs negócios nebulosos, manipulou com o voto de cabresto, instigou o ódio religioso, passeou no desfile final e desapareceu nas sombras do vitupério.

Que tombo!

O simbolismo da cruz foi apropriado pelo cristianismo, enriquecendo e condensando nessa imagem o indescritível sofrimento do Cordeiro de Deus, Jesus, o nosso amado Salvador. O indescritível sofrimento exala a justiça de Deus em Cristo, garante a ressurreição física de Jesus, o derramar do Espírito de Cristo Jesus a partir do Pentecostes e a consumação de todas as coisas.

Mas a realidade do Evangelho fica distorcida com a Cruz Reverente, assim como o gedeltismo distorce a ética cristã, espalha a enganação e instiga a morte para a morte. Ao rigor dos fatos o gedeltismo nega a Cruz do Calvário. Ele quer outro sacrifício em oferta ao deus que ele criou para si mesmo. Esta foi a sua escolha e quem o segue está nesta cumplicidade com o erro.

A cruz do Calvário é a inclemência, a isenção da Justiça, o espanto, o horror, o ódio ao pecado.

A cruz do Calvário é o altar do sacrifício, a escolha irresistível para a expiação do pecado.

A cruz do Calvário é a dor que não consigo suportar é o sangue que não tenho para me livrar da condenação e o meu sangue a ninguém livra da lei do pecado e da lei da morte.

A cruz do Calvário JAMAIS se inclina. Ela aterroriza.

A cruz do Calvário é muda e surda. Ela condena!

A cruz do Calvário sentencia. Ela esmaga e espanta e pesa.

Então, alguém atordoado grita:

Quem me livrará do corpo desta morte?

Mediante a fé em Jesus respondo:

Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.

Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.

Paz.

NOTAS:

Acompanhe em

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Aqui não existe espaço para calunias e difamações.

Atualização e estilização em 06.07.2014 às 19:00

Cópias permitidas, desde que não sejam para fins comerciais e indicadas a autoria e a fonte com o link http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/03/o-fio-de-escarlate-nao-aguentou/

Deixo claro que escrever em CAIXA ALTA é deselegante.

Matérias da Mídia:

Pastor usou ‘visão’ para justificar desvio

Envolvido em compras foi preso pela federal

R$ 1,8 milhão doados por deputados à igreja

Igreja contratou sobrinho de presidente

Maranata: “uma igreja que surgiu da luta pelo poder”

Maranata pagou R$ 941 mil em materiais nunca entregues

Milhões arrecadados e livres de fiscalizaçãoMaranata: líder da igreja é investigado

Suspeita de crimes federais serão investigados

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206 Respostas para “O fio de escarlate não aguentou…”

  1. Eurípia Inês disse:

    Zelia Souza,

    Você diz: “…minha cabeça tá explodindo…”

    Sua cabeça está explodindo porque você está num lugar onde o diabo tomou conta, sabe por quê?
    Porque o diabo é o pai da mentira e esta seita Igreja Cristã Maranata é uma mentira desde sua fundação.

    O dono da maranata mentiu, mente e continuará mentindo e a boca dos pastores, que o obedecem, repassa essas mentiras para a igreja e as mentiram chegam até você.

    Irmã, quem se alimenta de mentiras a cabeça acaba explodindo mesmo.

    Deus enviou seu Filho Jesus que é o Caminho, a Verdade e a Vida e na maranata não há nada disso nem nas pregações, como você mesma concluiu, e nem no comportamento de quase todos os dirigentes.

    Seu pastor fala bobeira e fofoca porque não tem nada mais para falar. Esses homens são vazios sem a experiência de um novo nascimento. Não conhecem e nem praticam o Evangelho de Jesus. Eles obedecem cegamente a cartilha do Gedelti e as apostilas e circulares do PES.

    Eles são levantados pastores não porque tem conhecimento bíblico ou dom para este trabalho. Eles são pastores porque gerenciam os negócios do dono da empresa maranata. Só por isso! É por isso eles só falam lorotas no púlpito que deveria ser santo.

    Todos nós sabemos bem o que você está sentindo e por isso a compreendemos. Nosso conselho é que você se cuide para que sua cabeça não expluda com tanta baboseira.

    A maranata está despencando ladeira abaixo e um abismo chama outro abismo.

    É isso que você quer para sua cabeça e sua alma?

    Ore e peça a Deus uma direção, leia a Palavra e se fortaleça com a Verdade. Não deixe que a mentira expluda sua cabeça e sua salvação.

    Tenha uma noite de paz.

    Eurípia Inês.

  2. Cavaleiro Veloz disse:

    Hipócritas vaidosos e cegos.

    Guilherme Junior

    https://www.facebook.com/groups/maranatarevelada/permalink/635120613227452/

    Muitos nos criticam, nos chamam de formatados ( Sim, dizem que também somos formatados ), tentam nos ridicularizar e etc. Mas porque será que fazem isso com aqueles que tentam lhe apresentar o ” outro lado da moeda ” ?

    As respostas só podem ser duas: Ou ainda não conseguiram ver a dimensão e proporção da desgraça que a Igreja Cristã Maranata causa na sociedade e nos membros que a pertencem, ou tentam se autopromover em cima de nós. Alguns aspirantes a gestores ( Pastores da ICM ) vem aqui na internet, tenta escrever bem enormes textos ( Mas na maioria das vezes fica cansativo, pouco conciso e chato. Não se esqueçam, isso aqui é rede social não fórum ), e assim se exibir.

    Alguns poucos membros da ICM, estão tentando usar os retirantes para ” crescer na obra ” . E convenhamos, é uma ótima ideia . Os gestores da mesma irão gostar de tais atitudes desses icemitas.

    Nos criticam por usarmos perfis fakes, mas esquecem que estamos nos dando com bandidos das piores espécies. O MP público e a mídia já mostrou isso em mais de 70 artigos, em especial, o jornal ” A GAZETA ” .

    Nos chamam de ” pseudos defensores ” do evangelho … Talvez o evangelho que o Gedelti ensina é o correto, não ? Não.

    Que fique bem claro aqui que minha posição e função não é ficar pregando, fazendo estudos bíblicos e outros, eu estou aqui para combater uma seita desgraçada ( Sim, desgraçada ). Coisas ruins devem ser combatidas, e é essa minha função.

    Tentam a todo momento nos difamar, nos hackear e nos rebaixar, principalmente os blogueiros ( Ana Clara Gueiros, Cavaleiro Veloz, Marco Alexandre da Silva e outros que são mais recentes ), mas esquecem que nos autos dos processos do Ministério Público, estão incluídos os nomes desses blogs. A função desses blogs não é apenas fazer fofoca, mas sim denunciar. Se a imprensa não o faz, a pequena mídia dos blogs e facebook esta fazendo, o Ministério Público ja sabe disto.

    Uma pessoa sair de uma igreja e ir para outra, é normal. Mas uma pessoa sair de uma seita e ir para Jesus, não é tão normal assim, por isso MUITOS que saem da seita, procuram tentar abrir os olhos daqueles que ainda estão presos a ela e, esses retirantes, são taxados sempre de caídos, endemoniados, ridículos, formatados, pseudo defensores do evangelho e outros.

    Você que esta lendo isso e a carapuça esta servindo, saiba de uma coisa: Eu não vou servir de degrau para você subir/crescer na ” obra “, entendeu ? Se vier com ” mimimi ” pro meu lado vai tomar muitas e muitas patadas. Guarde seus ” mimimi’s ” para o culto profético, reunião de jovens, cultos nos lares, visitas, reuniões das madrugadas, reuniões ao meio dia, e etc ( Vivem de reuniões ).

    Muitos estão querendo mostrar os títulos humanos, as formações acadêmicas, as teologias próprias, mas esquecem que eu não estou perguntando nada disso. Alguém aqui lembra se eu perguntei a você em que você é formado ? Não preocupo com isso. A partir do momento que você entra nessa rede social, seus títulos ficam lá fora.

    Me poupem disso, e isso não em intimida.

    Sem mais.
    .
    .
    Lembrando o AVISO DE JESUS, O MESSIAS DE DEUS,

    no Sermão da Montanha cf. Mateus 7.

    15 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.

    16 Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?

    17 Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.

    18 Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.

    19 Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.

    20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

    21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

    22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?

    23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.

    CV. No Caminho, na Verdade e na Vida.

  3. […] Por oportuno, as previsões deste Blog eram de sombras e vitupério após o desastroso desfile final na pç. do Papa em 10.03.2013. E desabou tempestade:

    FATOS – 1968 – Dissidência irritada dos Gueiros contra decisões na Igreja Presbiteriana de Vila Velha – ES.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/a-igreja-de-seu-abilio/
    Joel Ribeiro Brinco – Igreja Presbiteriana de Vila Velha 50 ANOS DE HISTÓRIA, 2003, pgs. 25-50.

    GASTOS – 2013 – Exibição no desfile final, domingo, na Pç. do Papa
    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/o-desfile-final/

    E quanto foi gasto nessa exibição de orgulho religioso? Eles não informam.

    E que ouviram da parte do mestre-profeta? Nada! Que fracasso!!!

    Nesse mês de março de 2013 o Blog do CV teve 107.000 visualizações. Com os blogs que nos acompanham foram 300.000 visualizações. […]

  4. Cavaleiro Veloz disse:

    Rajab hospedera de Jericó

    Posted on marzo 4th, 2010 by pikaza
    http://blogs.21rs.es/pikaza/2010/03/04/rajab-hospedera-de-jerico1/

    Entre las “heroínas” del Éxodo/Conquista ocupa un lugar especial una mujer cananea llamada Rajab [1] , de la que se trata en la conquista de Jericó por Josué. La raíz hebrea de su nombre (rjb) significa ensancharse o anchura: aquello que es dilatado espacioso. Por eso se utiliza para indicar una calle abierta y sobre todo una plaza (pudiéndose aplicar para una prostituta).

    Ese nombre puede tener un sentido teóforo (Dios ensancha; cf. Rejabiah: 1 Cron 23, 17; 24, 21). Así se llamaba, según la tradición una mujer “cananeaa” de Jericó, que hospedó en su casa a los espías israelitas que venían a explorar la tierra: ella, la Ancha/Espaciosa, «hospedera» de Jericó, les escondió y protegió, contribuyendo de esa forma a la conquista de la ciudad.

    Los espías fueron y entraron en casa de una zonah, llamada Rajab y se hospedaron allí. Y le avisaron al rey de Jericó diciendo: Unos israelitas han entrado aquí de noche para espiar el país. Entonces el rey de Jericó mandó decir a Rajab: ¡Echa fuera a esos hombres….! (Pero ella les escondió, para liberarles después diciendo): Sé que Yahvé os ha dado esta tierra, porque el miedo a vosotros ha caído sobre nosotros. Todos los habitantes de esta tierra se han desmoralizado a causa de vosotros. Porque hemos oído que Jehovah hizo que las aguas del mar Rojo se secaran delante de vosotros cuando salisteis de Egipto… ¡Y ahora Juradme por Yahvé, que así como yo he tenido compasión de vosotros también vosotros tendréis compasión de la casa de mi padre… y guardaréis la vida de mi padre, mi madre, mis hermanos, mis hermanas y a todos los suyos y libraréis nuestras personas de la muerte… (Js 2, 2-3.9-10.12-13; cf. Jos 2, 1-24; 6, 22-26).

    Muchos comentarios consideran a Rajab una prostituta, conforme al sentido que de la palabra zonah ha tomado, en la teología posterior israelita y cristiana (cf. Heb 11, 31; Sant 2, 25). Algunos piensan incluso que se ha tratado de una prostituta sagrada, pero el término empleado en ese caso debería ser distinto (quedesha: cf. Dt 23, 18-19). Pues bien, en la raíz del texto y de acuerdo a una antigua visión matrimonial, zonah significa más bien una mujer libre, señora de sus bienes, que puede vincularse voluntariamente con aquellos hombres y mujeres a los que ella elija, sin estar sometida a un marido. Por eso es preferible presentarla, sin más, como «hospedera»: mujer dueña de casa, que puede recibir en ella a quienes quiera. Éstos son los rasgos básicos de Rajab, la zonah de Jericó, que aparece como responsable de toda su familia:

    1. Es una mujer con casa propia.

    Puede quizá tener marido, pero no está sometido a él sino que gobierna su familia, en matrimonio uxorilocal (o matrilocal), viviendo en su vivienda y no en la de su esposo. Esto le permite tener independencia y recibir a quienes quiera (a riesgo de que la supongan prostituta, aunque nuestro texto nada diga en esa línea). Es lo que hoy podríamos llamar una hospedera, siendo mujer autónoma y dueña o, mejor dicho, responsable de una extensa familia de padres y hermanos de sangre de quienes se preocupa, pues dependen de ella y reciben su nombre (son la “casa” de Rahab).

    2. No está integrada en la estructura patriarcal de Jericó,

    dominada por un rey y por una administración de varones. Conforme al relato bíblico, ella aparece al interior de la ciudad “adversa” (cuya estructura no quiere defender) como aquella persona (cabeza de familia) en quien pueden confiar los exploradores de Israel, pues no forma parte del entramado de relaciones familiares y sociales de Jericó. Eso significa que ella tiene libertad e independencia para actuar, no está sometida al orden de la ciudad.

    3. Los espías de Israel parecen confiar en ella

    precisamente porque no se encuentra integrada en Jericó y de esa manera la salvan (salvan a toda su familia) cuando toman la ciudad más tarde, al filo de la espada. Al ponerse al servicio de los israelitas invasores, no actúa sin más como traidora, pues tanto ella como la casa de su padre forman en Jericó un cuerpo distinto: pueden inclinarse a un lado u otro, decidiendo el curso de la guerra (favoreciendo la invasión de los israelitas o la defensa de los habitantes de Jericó). Pues bien, ella acoge a los espías israelitas aún con riesgo de su vida, desobedeciendo el mandato del rey.

    4. En el texto actual de la Biblia ella aparece como “profeta”

    (aunque no se le llama así) y así expone los motivos que tiene para ponerse del lado de los israelitas, en contra de los habitantes anteriores de la ciudad: los relatos que refieren los éxitos de Israel en el desierto le han convencido de la grandeza especial del Dios de Israel. Ella conoce y acepta así la visión israelita de la historia, repitiendo unas palabras que habían sido previamente proclamadas por el mismo Dios, quien había dicho que, por fidelidad a sus promesas, él concedería a los israelitas la tierra de los cananeos (Jos 1, 2-3; 2, 9-11). De esta manera, ella confiesa en el fondo su fe en el Dios de Israel.

    5. Los espías israelitas, a quienes ella ha salvado,

    le prometen que respetarán su vida y la vida de su familia, cuando Jericó sea destruida. Según Jos 6, ellos cumplen su promesa y salvan a Rajab con su casa (que está formada por sus familiares, no por sus prostitutas). Conforme al comentario del narrador, la familia de Rajab «habita en Israel hasta el día de hoy» (Jos 6, 25). Esto indica que mucho después de la entrada de los israelitas, el entorno de Jericó conservaba una población mezclada, con cananeos que se habían vuelto israelitas o que mantenían su propia identidad dentro de la federación de Israel, presentándose como “familia o casa de Rajab”, es decir, de una mujer y no de un hombre.

    6. Rajab ha favorecido a los hebreos, pero ella no acepta la estructura patriarcal judía

    y por eso la tradición posterior (hasta el día de hoy, dice el texto: Jos 6, 25) tiende a mirarla como una excepción buena, como prostituta convertida que ha aceptado por gracia la “fe”, es decir, la institución social israelita. Pero la tradición de Jos 2-6 no la presenta como una simple excepción ni como prostituta, sino como mujer libre, posiblemente de origen extranjero, que no acepta las normas patriarcalistas de Jericó y decide ponerse del bando de los israelitas en la guerra (sin aceptar tampoco el patriarcalismo israelita). Eso significa que en el entorno de Jericó siguió existiendo hasta tiempos tardíos un grupo de personas, es decir, un tipo de “clan” de descendientes de Rahab, en cuyo origen se recuerda la historia de una mujer aliada con los israelitas en el momento de la toma de Jericó.

    7. Rajab no aparece como “madre” en el sentido patriarcal

    y sin embargo es “cabeza” de estirpe. Éste es quizá el hecho más significativo de su historia. Hay un grupo de habitantes de la zona de Jericó que siguen apelando a ella para justificar su identidad israelita, aunque no provengan de los hebreos “salidos de Egipto”. Ciertamente, tal como se narra actualmente en la Biblia Judía, su historia parece tener algunas incongruencias: así Jos 2:15 supone que la casa de Rajab está pegada a la muralla, pero por dentro de la ciudad, como lo exige el hecho de que los espías están tienen que salir de la ciudad por esa muralla. Por el contrario, en 6,22 parece que la casa de Rajab y su “familia” (padre, madre, hermanos…) está fuera de la muralla, pues no se destruido con la caída de la ciudad. Pero, sea como fuere, ella es “cabeza de estirpe” [2].

    La historia de Rajab ha sido conservada y recreada en un momento en que los judíos del entorno de Jerusalén (tras el exilio) sienten un gran recelo por las mujeres extranjeras, a las que acusan de destruir la identidad israelita. Pues bien, el testimonio de Rajab nos sitúa en una línea totalmente distinta: ella fue una extranjera (una cananea) que acogió y ayudó a los israelitas, como mujer activa, como cabeza de familia. Eso significa que no se puede rechazar a las mujeres extranjeras en general.
    ________________________________________

    [1] Cf. M. Newman, Rahab and the Conquest, en J. T. Butler, Understanding the Word (JSOTSup 37), Sheffield 1985, 167–81; G. M. Tucker, The Rahab Saga (Joshua 2), en M. Efird (ed.), The Use of the Old Testament in the New and Other Essays, Duke UP, Durham NC 1972, 66–86. Hay una versión novelada de la vida de Rahab, escrita por Ann Burton (Rahabs Story, Women of the Bible), tanto en edición impresa como en on line (cf. http://www.fantasticfiction.co.uk/b/ann-burton/rahab-s-story.htm).

    [2] Mt 1, 5 cita a Rajab como una de las “abuelas” de Jesús, junto a otras mujeres de historia irregular: → Tamar, Betsabé y Rut. Como he señalado, Rajab no ha sido una prostituta en el sentido ordinario del término, pero sí una mujer distinta, de vida libre, señora de la casa. Ella es un ejemplo de la riqueza de tradiciones y de formas de vida social que se han integrado en la federación israelita.

    – See more at: http://blogs.21rs.es/pikaza/2010/03/04/rajab-hospedera-de-jerico1/#sthash.jRLLYoBC.dpuf
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    Recomendo a todos a leitura/releitura de ENTRELACES a cujo texto me reporto e fica fazendo parte desta postagem
    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2014/01/entrelaces/

    Também recomendo:

    https://www.facebook.com/velozcavaleiro?fref=ts
    Cavaleiro Veloz – Comunidade

    https://www.facebook.com/CavaleiroVeloz?fref=ts
    Compromisso com a Verdade

    https://www.facebook.com/groups/retirante/?fref=ts
    Retirantes em Crise

    CV. “O SENHOR é minha bandeira.”

  5. Pedro Henrique disse:

    Pasmem os senhores que leem todos os dias esta pagina, na Unidade de Itanguá – Cariaca-ES existe uma professora de criança , isto mesmo, uma professora de criança lésbica colocada nesta função por imposição do beijoqueiro Ernandes,

    qndo o Pr.Jair França disse isto no Maanaim eu a principio duvidei mas um diácono da própria Igreja nos confirmou tal aberração, que só é possível na Oubra do GG, e outra: o referido beijoqueiro que é o coordenador da região sabe que ela é lésbica…. afff!

  6. […] Acentuo o depoimento nos autos investigativos instaurados pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo no PIC n.º 005/2012 em curso na Vara de Inquéritos de Vitória e acessível a QUALQUER CIDADÃO (fls. 519-521).

    Esta publicação visa assegurar a TODOS os interessados em conhecer o andamento dos trabalhos investigativos, eis que assegurados pela Constituição Federal o direito de informação, o que NUNCA foi permitido no curso da existência da organização religiosa conhecida como ICM-PES.

    Mais:

    apostasia, avareza desmedida, balcões de negócios, caixa dois, caixa único, crianças molestadas, desestruturação familiar, destruição de provas, desvio de ofertas voluntárias, discriminação,

    enriquecimento ilícito, espantalhos, estelionato religioso, fábricas de notas frias, falta de regimento interno, falta de transparência, filhos enganados, fraudes contábeis,

    imposição do medo, instigação do ódio religioso, má formação doutrinária e ética dos membros do presbitério, manobras de cartório, mantras maranáticos, mentiras, meias-solas-laranjas,

    negócios nebulosos, organização criminosa, quadrilhas, perseguição religiosa, profetadas, remendos em declaração de imposto de renda,

    repetição das mentiras para não esquecerem que mentiram, saques de dinheiro com cartão sem limites, traição… e até espaços em cemitério.

    Por incrível que pareça a iniquidade permanece. A Sociedade reclama. Cada membro da elite icemista mergulhou no poço de iniquidades. E o fedor sobe… Eles estão sem limites. Eu DENUNCIEI. Fizeram da Maranata um campo de enriquecimento fácil e ilícito.

    O monarca religioso desceu do palanque e certo menino disse: o rei está nu!!!

    O gedeltismo nos traiu. O monarca religioso desceu do palanque e certo menino disse: o rei está nu!!! Quanto mais o Ministério Público investiga, mais aparece para investigar… […]

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