falácias, fraudes e meias verdades em Juízo

PROCESSO n° 0000800-77.2014.4.02.5001

JUSTIÇA FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

SENTENÇA

Vistos etc.

Trata-se de ação ordinária, com pedido de antecipação dos efeitos da tutela, ajuizada por IGREJA MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE, em face da UNIÃO FEDERAL, partes qualificadas na inicial.

A autora requer, em síntese, seja anulado, revogado ou cassado o auto de infração e guarda fiscal nº 0727600/ERA3000038/2012, bem como todos os atos ali constantes, inclusive os termos de apreensão e retenção 22A, 22B e 22C e o Termo de Fiel Depositário 22D ou, considerando-se a imunidade tributária da autora, seja declarada a inexistência de débito ou de relação jurídica tributária e, ainda, anulado, revogado ou cassado qualquer procedimento tributário/administrativo instaurado indevidamente em desfavor da autora decorrente dos supracitados fatos.

Devidamente citada, a União Federal apresentou contestação às fls. 917/929, ocasião em que sustentou, em síntese:

a) Preliminarmente, a autora formalizou dois requerimentos de “denúncia espontânea” nos quais afirma haver introduzido mercadoria estrangeira no Brasil sem a observância das normas legais. Cumpre esclarecer que tais requerimentos ensejaram a instauração dos processos administrativos n.º 12466.720251/2012-68, em 19 de janeiro de 2012, e n.º 12466.720975/2012-10, em 14 de março de 2012;

b) No processo administrativo n.º 12466.720251/2012-68, a partir da denúncia espontânea apresentada pela autora, a Alfândega do Porto de Vitória realizou diligência com o objetivo de localizar e identificar os bens listados na referida denúncia. Consoante o relatório da referida diligência (fls. 199/200 do processo administrativo n.º 12466.720251/2012-68 – documento apresentado com a manifestação de fls. 511/518), constatou-se a ausência de vários itens listados na denúncia espontânea e a divergência entre a quantidade declarada e a encontrada, quanto a outros itens. Além disso, foram encontrados outros dez itens no local os quais não constavam da planilha que acompanhou a denúncia espontânea. Estes últimos foram retidos já naquela ocasião, com a intimação da autora para comprovação de sua regular importação. Quanto a estes, a autora, não logrando comprovar a regularidade da importação, apresentou petição “para emendar o pedido de denúncia espontânea”;

c) No processo administrativo n.º 12466.720975/2012-10 (documento apresentado com a manifestação de fls. 511/518), a autora listou vários outros bens, reconhecendo sua situação irregular, “sem qualquer registro de entrada e muito menos de nacionalização” (fl. 3 do processo administrativo n.º 12466.720975/2012-10 – documento apresentado com a manifestação de fls. 511/518);

d) É fato incontroverso que a própria autora admitiu a introdução irregular, no território brasileiro, de bens de procedência estrangeira. Admitiu-o a autora expressamente tanto na petição inicial como nas denúncias espontâneas (também mencionadas na petição inicial) demonstradas nos documentos apresentado com a manifestação de fls. 511/518;

e) Quanto à imunidade constitucional dos impostos, a UNIÃO, pela atuação de seu órgão competente (Receita Federal do Brasil), não impõe óbice à sua fruição pelos templos de qualquer culto, nos termos da CF/88 (destaques inseridos pela UNIÃO);

f) Se é certo que a UNIÃO não se opõe à imunidade quanto ao Imposto de Importação e ao Imposto sobre Produtos Industrializados, impõe-se notar que diverso é o tratamento estipulado pela Constituição Federal quanto às demais espécies tributárias, caso das contribuições sociais na importação (PIS e COFINS);

g) Ao recolher tributos na tentativa de evitar as consequências legais da introdução clandestina de mercadorias no território nacional, a conduta da autora contradiz claramente a alegação de “imunidade”, ora apresentada. Com efeito, ainda que lhe assista a imunidade quanto aos impostos – e, quanto a isto, não há lide, pois a UNIÃO não exige o recolhimento de impostos na situação –, é certo que a autora deve recolher as contribuições sociais incidentes na operação, eis que a imunidade não se estende sobre as mesmas. Em conclusão, a alegação de imunidade não sustenta a pretensão de anulação da ação fiscalizatória;

h) a introdução irregular de bens de procedência estrangeira em território nacional (fato admitido pela autora) conduz, de acordo com a legislação brasileira vigente, à aplicação da pena de perdimento.

i) Os bens em apreço – os quais são objeto dos atos administrativos impugnados na vertente ação – foram importados irregularmente, isto é, não foram apresentados à Alfândega quando de sua introdução no território nacional, encontrando-se na zona secundária. Aplica-se, em tal situação, o disposto no artigo 87, I da Lei n.º 4.502, de 1964, regulamentado pelo Decreto n.º 6.759, de 2009, em seu artigo 690;

j) A denúncia espontânea apenas exclui a imposição das penalidades de natureza pecuniária, mas não se estende, por sua natureza, a sanções de natureza extrafiscal, como é o caso da pena de perdimento, que se destina a coibir a introdução clandestina de mercadoria no País;

k) A autora não logrou êxito no processo administrativo n.º 12466.720251/2012-68, no qual, depois de devidamente analisada, sua pretensão foi indeferida por falta de amparo legal, uma vez que a denúncia espontânea não exclui a aplicação da pena de perdimento dos bens irregularmente importados. De outro lado, não se chegou a apreciar o mérito da denúncia espontânea efetuada no processo administrativo n.º 12466.720975/2012-10, o qual foi arquivado em razão de defeito na representação da autora, como se pode verificar nos documentos apresentados com a manifestação de fls. 511/518;

l) as mercadorias descritas no Termo de Apreensão e Retenção n.º 22A/2012 (fls. 143/145), no Termo de Apreensão e Retenção n.º 22B/2012 (fls. 146/147), no Termo de Declaração e Lacração n.º 22C/2012 (fl. 148) e no Termo de Fiel Depositário n.º 22D/2012 (fl. 149) foram objeto de retenção e apreensão, pela Alfândega do Porto de Vitória, em decorrência de irregularidades na internação; assim, não se trata de extrapolação de limites de decisão proferida por Juízo Criminal, como a autora quer fazer crer, mas tão somente da adoção das medidas determinadas pela legislação aduaneira em vigor;

m) os atos administrativos questionados resultam de procedimentos administrativos absolutamente regulares, uma vez que a pena de perdimento estabelecida na legislação não é excluída pela denúncia espontânea e os atos em questão abrangem os bens que a própria autora afirmou haver introduzido irregularmente no País, causando estranheza o fato de que a mesma venha agora alegar que tais bens constituem “equipamentos nacionais ou regularmente adquiridos regularmente no Brasil etc etc” (sic – fl. 46 dos autos);Analisando detidamente os fundamentos de fato e de direito sustentados pela parte autora, entendo que lhe assiste razão apenas em parte.

Quanto ao primeiro argumento, não há que se falar em ilegalidade das apreensões realizadas pela Alfândega do Porto de Vitória sob a alegação de que o ato impugnado em questão ignorou os limites da decisão judicial proferida na ação penal nº 0114939120124025001 que limitou a atuação da ré ao assessoramento técnico do órgão executor da medida, tal seja, a Polícia Federal.

Repita-se, ainda que a decisão cautelar prolatada nos autos da ação penal nº 011493912012.4.02.5001 tenha delimitado o âmbito da busca e apreensão das mercadorias de propriedade da Igreja Maranata Cristã, entendo que tal limitação não tem o condão de inibir a atuação da Administração Aduaneira ou lhe impor qualquer limitação quanto à fiscalização e conseqüente apreensão de mercadorias que a própria autora confessou ter nacionalizado de forma irregular.

Quanto ao argumento autoral de que goza de imunidade tributária, em razão da proteção aos cultos, previstas na Constituição Federal, entendo, da mesma forma, que o mesmo não merece guarida. Sem adentrar, neste momento, no mérito a respeito da natureza dos bens apreendidos e se os mesmos dizem respeito às finalidades essenciais da Igreja Cristã Maranata, entendo que a maneira como se operou a nacionalização das mercadorias justifica e ampara a apreensão destes bens.

Conforme bem ressaltou a União Federal, “a internação dos bens importados pela autora poderia ter sido processada normalmente pela entrada em território que todos mais utilizam: algum ponto alfandegado. No entanto, o que fez a autora foi burlar a Aduana, e quando foi descoberta postulou a denúncia espontânea, inclusive com o pagamento dos tributos que entendeu deveriam ter sido pagos.”

Aduziu, ainda, a Igreja Cristã Maranata que é inviável a aplicação da pena de perdimento em virtude da destinação não comercial das mercadorias, situação que não se enquadra nas hipóteses taxativas do art. 105 do DL 37/66. Novamente não lhe assiste razão. Em primeiro lugar, a introdução dos bens apreendidos no território nacional operou-se de forma fraudulenta, o que gerou, inclusive, a instauração de ação penal própria tendente a apurar a prática do crime de descaminho.

Tal fato, destarte, foi admitido expressamente pela autora através das denúncias espontâneas tombadas sob os n.ºs 12466.720251/2012-68 e n.º 12466.720975/2012-10. Como ressaltado pela ré, a introdução irregular de bens de procedência estrangeira em território nacional conduz, de acordo com a legislação brasileira vigente, à aplicação da pena de perdimento, ainda que sua destinação não seja comercial. No presente caso, a quantidade e o volume de mercadorias nacionalizadas em desacordo com a legislação aduaneira confessado pela própria autora através das denúncias espontâneas tombadas sob os n.ºs 12466.720251/2012-68 e n.º 12466.720975/2012-10, como dito acima, importa na aplicação da pena de perdimento, nos termos do art. 690 do Regulamento aduaneiro (Decreto 6.759/09), segundo o qual “Aplica-se ainda a pena de perdimento da mercadoria de procedência estrangeira encontrada na zona secundária, introduzida clandestinamente no País ou importada irregular ou fraudulentamente (Lei n o 4.502, de 1964, art. 87, inciso I)”.

Valho-me dos mesmos fundamentos acima para rejeitar o argumento autoral no sentido de que a aplicação da pena de perdimento é desproporcional, pois a autora é a potencial destinatária das mercadorias perdidas. Ora, como dito acima, independentemente da natureza das mercadorias, ou de sua destinação, tendo os bens de propriedade da Igreja Maranata Cristã sido irregular ou fraudulentamente inseridos no território nacional, estarão os mesmos sujeitos a pena de perdimento, nos termos da legislação acima citada, cuja repetição entendo desnecessária nesta seara. Também não merece acolhida o argumento autoral de que os bens foram submetidos à denúncia espontânea, razão pela qual seria inviável a aplicação da pena de perdimento. O Decreto-Lei 37/66 já citado acima assim prevê em seu art. 102, Verbis.

Depreende-se, portanto, que a legislação aplicável à presente hipótese prevê de forma clara e inequívoca que o oferecimento da denúncia espontânea não obsta a aplicação da pena de perdimento quando a nacionalização de bens se deu de forma fraudulenta ou irregular. Ademais, conforme consignou a União Federal nos presentes autos, após as diligências realizadas pela Alfândega, verificou-se que não constavam na denúncia espontânea diversos bens localizados na referida diligência, bem como divergência nas quantidades descritas no referido documento.

Tal fato foi, inclusive, corroborado pela petição de fls. 263/264 e, através das quais a própria requerente confessa que alguns bens foram, por lapso, deixado de fora da lista de equipamentos que deveriam ser apresentados na denuncia original, sendo que tal complementação somente se deu após as mencionadas diligências realizadas pela Alfândega do Porto de Vitória.

Ora, tal situação descaracteriza, ao meu ver, a denúncia espontânea, razão pela qual inaplicáveis os seus benefícios à parte autora. Sustentou, ainda, a autora que a apreensão dos bens acarreta risco de colapso administrativo da Igreja Cristã Maranata, pois toda a estrutura operacional da igreja estará paralisada e corre o risco iminente de se perder. Tal argumento não encontra guarida.

Extrai-se do termo de apreensão e retenção acostado às fls. 143/187 que a grande maioria dos produtos apreendidos são produtos eletroeletrônicos de transmissão, tais sejam, projetores, telas, telões, conversores, microfones, câmeras que, de modo algum, inviabilizariam a realização dos cultos nos diversos templos da Igreja Cristã Maranata neste Estado. Não desconheço que eventual perdimento das referidas mercadorias poderia acarretar eventual embaraço na transmissão via satélite dos cultos, ou tornar as celebrações menos digitalizadas ou modernas, bem como poderia dificultar a comunicação entre os templos, mas de maneira alguma o perdimento dos bens apreendidos acarretará a paralisação da autora.

Sustentou, outrossim, a requerente que com relação aos item mais antigos, não é possível a aplicação da pena de perdimento em virtude da decadência na aplicação da sanção. Novamente não assiste razão à autora. Extrai-se de uma leitura atenta de tal dispositivo que o direito da Administração Aduaneira impor penalidade em razão da nacionalização fraudulenta de mercadorias extingue-se no  prazo de cinco anos a contar da data da infração.

Valho-me de toda a fundamentação acima para rejeitar, por fim, o argumento autoral no sentido de que a liberdade do culto fica embaraçada pela medida tomada pela Alfândega, quando a própria ordem de busca e apreensão cuidadosamente ressaltou a impossibilidade de se fazer uso da medida cautelar processual penal para criar entraves aos exercício das finalidades últimas da igreja. Despiciendos, portanto, maiores comentários, resta patente que o pedido autoral merece ser julgado procedente apenas em parte.

DISPOSITIVO

Por todo o exposto, JULGO PROCEDENTE EM PARTE O PEDIDO DE CONSTA DA INICIAL para tão somente determinar que a União Federal revogue o auto de infração nº 0727600/ERA3000038/2012 e cancele os termos de apreensão e retenção nºs  22ª, 22B e 22C e, via de consequência, a pena de perdimento aplicada apenas e exclusivamente no que diz respeito às mercadorias que foram adquiridas pela autora no território nacional e mediante procedimento regular, a ser comprovada através das respectivas notas fiscais que atendam as formalidades legais, que deverão ser apresentadas no âmbito administrativo, sendo que qualquer divergência entre as partes deverá ser solucionada em fase de execução de sentença.

Por via de consequência, JULGO EXTINTO O PROCESSO, com resolução do mérito, nos termos do art. 269, I do CPC. Revogo a tutela de urgência ao seu tempo deferida.

Sentença sujeita à remessa necessária (art. 475, I, CPC).

Sem condenação em honorários advocatícios, considerando a sucumbência recíproca (art. 21 do CPC). Oficie-se ao E. Relator do agravo de instrumento, com cópia da presente sentença. Custas ex lege.

P.R.I.

Vitória, 18 de novembro de 2014.

ASSINADO ELETRONICAMENTE

ALEXANDRE MIGUEL

Juiz Federal

……………..

A Conclusão do PA-ICM-PES n. 1211 está disponibilizada.

A decadência da Maranata é notória. A membresia está encurralada em um beco sem saída. Exemplo de comunidade cristã desviada das Escrituras e mergulhada em falso profetismo instigador de ódio religioso contra os questionadores. Não há como contestar.

A pergunta que não quer calar é esta: Judas, cadê o dinheiro?

Deixo registrado: a formatação do beato é jugo imposto pelo gedeltismo focando a manutenção do sistema. Alguns formatados se dizem retirantes quando, na verdade, são saudosistas…

Do palácio da rainha desfigurada Gedelti Gueiros conseguiu impor o deus dele: abandonou as Escrituras Sagradas, amealhou fortunas ciente dos caixas dois nos Maanain’s, controlou negócios nebulosos, dissimulou com meias verdades, ensinou heresias, forçou a barra com demandas judiciais, instigou o ódio religioso, manipulou com o voto de cabresto, negou transparência, ostentou o orgulho religioso e em sombras e vitupérios submergiu (quem lê entenda).

Ele encurralou a membresia em um beco sem saídaMaquiar a imagem da dupla Gedelti-Maranata é absolutamente impossível. Não duvide da imagem atual de A OBRA.

O dono da empresa, apesar da nudez, apareceu no desfile final de 10.03.2013 cercado de seguranças; mas dois dias depois estava preso. Com a Denúncia de 08.05.2013 foi preso mais uma vez. 

O mal está enraizado a ponto de necessitar da intervenção do MP-ES na Operação Entre Irmãos.  Avisei bem antes – esse gigantismo megalomaníaco e pseudocarismático está desmascarado e fatalmente implodido. Desastre inevitável.

Os filhos foram traídos.

Tristezas!

Tropeços!!!

.

.

NOTAS

Acessem os links referidos no texto para maior e melhor compreensão.

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Aqui não é lugar para calúnias e difamações. Discutimos doutrinas e ideias.

Cite a fonte caso faça cópia ou transcrição dos textos publicados neste Blog. http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2015/06/falacias-fraudes-e-meias-verdades-em-juizo/

Em nome da ética democrática, que a data original e origem da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

Escrever em CAIXA ALTA (letras maiúsculas) é deselegante. Evitem postagens fora do FOCO do artigo.

Expressões em itálico e sem aspas aparecem em apostilas e falas da elite que domina a Instituição.

Imagens colocadas no artigo como ilustração fora retiradas da Internet (Google) e também dos textos aqui postados, presumindo serem de domínio público. No caso que haja alguma imagem sem os créditos devidos não foi intencional; e, deste modo agradeceria em nos avisar que colocaremos os créditos.

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10 Respostas para “falácias, fraudes e meias verdades em Juízo”

  1. Cavaleiro Veloz disse:

    A banda podre é ativa, complexa, dissimulada e enraizada nas unidades locais da Instituição.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/04/a-iniquidade-permanece/

    A membresia está encurralada em um beco sem saída.

    Avisei bem antes – esse gigantismo intencionalmente megalomaníaco e pseudocarismático está desmascarado e fatalmente implodido. Desastre previsível. Exemplo de comunidade cristã desviada das Escrituras e mergulhada em falso profetismo instigador de ódio religioso contra os dissidentes e os questionadores. O ódio é instigado e o pavor domina o rebanho.

    A pergunta que não quer calar é esta: Judas, cadê o dinheiro?

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/

    Avareza, corrupção, fraudes, meia-solas mercenários, picaretas, profetadas… como um leque de crimes (em tese) provocando procedimentos investigativos do MP-ES, PF, RF e outros órgãos.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/01/mene-mene-tequel-e-parsim/comment-page-5/#comment-3933

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/operacao-abafa-desvio-de-recursos/comment-page-2/#comment-4023

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/04/a-iniquidade-permanece/comment-page-2/#comment-10086

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/11/a-babilonia-prostituida/comment-page-2/#comment-12527

    As ofertas em dinheiro do mês de outubro de 1986 foram desviadas para contas bancárias de 07 pastores em sete regiões do País. CAIXA DOIS com este detalhe: a dinheirama da Grande Vitória foi entregue – em mãos – na Sede da empresa religiosa, na Rua Torquato Laranja – Vila Velha – ES.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/08/coisas-da-banda-podre/

    Forçosamente, dai em diante o que temos? O conluio de apropriação indébita, corrupção, desvio de dízimos, enriquecimento ilícito, estelionato e fraudes inimagináveis escondendo os muitos negócios nebulosos para o projeto de salvação dos bolsos dos mercenários de plantão – cada um deles com fantasmas e laranjas envolvendo familiares e parentes próximos. Enraizamento profundo.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/10/negocios-nebulosos-seguros/

    Não se iludam. A falsa unção gera morte. A Maranata continua dominada por mercenários palacianos envolvidos em diversos processos no Judiciário. Igrejas morrem e a Maranata não é exceção.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/11/a-falsa-uncao-gera-morte/

    Nem o Diabo consegue contar o que existe nessa igreja de profetadas e revelagens em apoio à banda podre que lidera as maranacutaias palacianas (criei esta expressão). De cima para baixo. Estamos diante da impressionante e indisfarçável realidade: essencialmente auto defensivo, avarento, confuso e dissimulador o gedeltismo instituiu a mediocridade religiosa com amparo de falsos profetas e maus pastores paridos para defesa do sistema.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/o-gedeltismo-nos-traiu/

    Neste contexto me lembrei de Marcia Velten que relata dificuldades com tudo isto em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/10/labaredas-de-odio-religioso/comment-page-1/#comment-2020 cuja postagem pode ser lida com diversos comentários em http://obramaranatarevelada.wordpress.com/sou-nova-na-icm/

    No entanto, alguns gostam de desenho. Então, finalmente, o retrato de A OBRA:

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/a-obra/

    O leitor prestou atenção na data do artigo banquete de ladrões? Não?! Neste artigo afirmei a iminente queda de Gedelti arrastando consigo os filhos da falsa unção.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/12/banquete-de-ladroes/

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/11/a-falsa-uncao-gera-morte/

    Pizza? Não! Por certo as SENTENÇAS virão…

    http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/12/noticias/a_gazeta/economia/1053909-duty-free-auditores-sao-condenados.html

    Por causa de ameaças e outros crimes (em tese); e devido aos procedimentos investigativos que terminaram em DENÚNCIAS alguns pastores já foram presos… claro, incluindo o mestre-profeta assim denunciado: VPC da SOC. Lamentável! Mas agindo em defesa da Obra os agentes palacianos enganam a membresia, dizendo que é perseguição do MP e da mídia contra a Maranata…

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/07/conhecendo-a-maranata-por-dentro/comment-page-3/#comment-13400

    Quadrilhas!!!

    Quanta mentira!!!

    Quem diria, hein Gedelti?! A ideologia Obra como forma de vida encurralou esta igreja em um beco sem saída. Não há saída! Achando-se acima do Bem e do Mal, V. nos subestimou; porém, mais de 300 artigos e mais de 13.000 postagens de centenas e centenas de membros e ex-membros da ICM-PES provam que o Blog insistiu em denúncias de cortinas de fumaça para a elite esconder crimes (em tese), destruição de documentos, dolo, falácias, fraudes, fuga à responsabilidade, heresias e injustificáveis maranacutaias palacianas sob seu controle e criação.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/08/beco-sem-saida/

    V. Gedelti, há de considerar que o dolo consegue o pior nesta Instituição: fazer com que falsos profetas, maus pastores e meias-solas mercenários carreguem a iniquidade instituída no sistema; e haja DENÚNCIAS do Ministério Público e DECISÕES de Magistrados para condenar a banda podre da maranata e os negócios nebulosos do VPC da SOC.

    VERGONHA!!!

    “O SENHOR é minha bandeira.”

    CV.

  2. Lucas Meneton disse:

    O sistema do satélite adquirido de forma fraudulenta por uma organização religiosa cuja imunidade tributária consta na CF do Brasil, que traquinagem da muléstia.

    Os gestores da óubra levaram essa sentença ao conhecimento da membresia? Óbvio que não. Seguem tapeando os membros através de dons falsos e de mentiras. É muita podridão para quem se diz “a obra filha unica”.
    .
    .
    Olá Lucas Meneton.

    Bem vindo.

    A Maranata é igreja decadente. Lamentavelmente decadente.

    Essa Instituição está cheia de “anticristos”, da elite às unidades locais e os frutos podres provam a falência do gedeltismo – Obra como forma de vida.

    Nesse Conselho Presbiteral encontramos indivíduos hábeis para esconder os erros do VPC da SOC e espalhar meias verdades entre o povo. Bando de fariseus que nada querem com o poder e sabedoria de Deus, não examinam as Escrituras e preferem as mensagens requentadas que despejam pela goela dos beatos e formatados idiotizados.

    Ninguém imagina até onde o mal está enraizado nessa Instituição e pior: por não atentarem para o ensino apostólico, copiam falsidades e invenções uns dos outros, escancaram a boca em profetadas no modelo dos maranatólatras e gritam: Deus falou!

    O gedeltismo nos traiu.

    O Ministério Público disse (ação penal 0081634-86.2013.8.08.0024):

    Instituição que em seus próprios petitórios reconhece sua condição de vítima de ilícitos mas, na prática, adota condutas que impedem a responsabilização de todos os que a prejudicaram, circunstância que denota o comprometimento deletério dos envolvidos na direção da Entidade.

    O mestre-profeta ensaia arranjos de alienação emocional e mental no esforço hercúleo de seduzir membros e pastores subalternos

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/05/dominadores-do-rebanho-de-deus/

    O monarca religioso desceu do palanque armado na Pç. do Papa e certo menino disse: o rei está nu!!!

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/o-desfile-final/

    Por incrível que pareça a iniquidade permanece. A Sociedade reclama. Cada membro da elite icemista mergulhou no poço de iniquidades de onde o fedor sobe aos Céus. Eles estão sem limites. Eu DENUNCIEI.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/poco-de-iniquidades/

    Por oportuno, esses mercenários fizeram da Maranata um campo de enriquecimento fácil e ilícito.

    Quanto mais o Ministério Público investiga, mais aparece para investigar…

    Rapidinhas da Maranata

    Snapshot News n. 129 a 132 em

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/09/snapshot-news-iv/

    Sei de algo e estou bem certo: O JUÍZO VEM!

    “O SENHOR é minha justiça.”

    CV.

  3. edinhodaicm disse:

    comecei na minha caminhada para a eternidade aprendendo no principidantes que devo atender os meios de graça , contribuir com dízimos e ofertas voluntárias e obdecer aos unigos do Senhor procurando a salvação inmdividual . mas vc parece qu ñ avcredita em nada disso , critica as doutrinas reveladas , os meios de graça e ñ obedece aos ungidos . ñ sei como considerar vc se como gente ou desesperado caido da OBRA e no perdido no mundão atiranbdo pedras contra a OBRA revelada e pecando contra a IGREJA FIEL que é pevcado imperdoável . mto mal gosto colocar ai essa coisa q vc chamou de sentença envolvendo o problema do satélite que é benssao para a OBRA . ñ acredsito . APDNSJ
    .
    .
    edinhodaicm

    Bem vindo

    Dou atenção especial a crentes nesse começo de compreensão da espiritualidade em vc se encontra. Frases de seus postagem aparecem em estilo normal; meus comentários em estilo itálico.

    1. atender os meios de graça , contribuir com dízimos e ofertas voluntárias e obdecer aos unigos do Senhor procurando a salvação inmdividual

    – isso é, na verdade, prática de boas obras; e aqui começam os erros: boas obras não salvam. Deus determina a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Entenda que a caminhada para a eternidade – com Cristo Jesus – há de ser dentro dos moldes do “evangelho da graça de Deus” e isto não depende de estar ou na Maranata encurvado às doutrinas de homens. Examine o assunto no sermão de John Wesley

    http://www.monergismo.com/textos/sermoes/salvacao_fe_wesley.htm

    2. mas vc parece q ñ avcredita em nada disso , critica as doutrinas reveladas , os meios de graça e ñ obedece aos ungidos

    – realmente, prefiro examinar todas as coisas retendo o que é bom; e a exercer fé em Jesus, conforme o Novo Testamento. Falando bem claro: a doutrina da Maranata erra e continua errando; chamam de ungidos aqueles que foram investidos de autoridade meramente eclesiástica (isso nada têm de autoridade espiritual); e se prestam a dominar as unidades locais forçando obediência ao PES e exigindo dízimos/ofertas, obediência, presença nos cultos e trabalhos voluntários. O nome disto é sectarismo. O mestre-profeta deixou claro em publicações na Mídia: a Maranata é seita.

    http://www.morrodomoreno.com.br/memorias.htm
    http://www.vilacapixaba.com/Artigos/Artigo%20Vila%20Velha%2001.htm

    3. ñ sei como considerar vc se como gente ou desesperado caido da OBRA e no perdido no mundão atiranbdo pedras contra a OBRA revelada e pecando contra a IGREJA FIEL que é pevcado imperdoável

    – a mim não interessa como vc me considera, nem para mais, nem para menos; o Blog não está atirando pedras contra a Instituição, pelo contrário, está tentando avisar aos prudentes que tomem providências contra os erros da elite (onde estão os prudentes?); essa coisa louca de pecar contra a OBRA revelada e contra a IGREJA FIEL é fermento do gedeltismo e mera propaganda que nada tem a ver com o Novo Testamento.

    4. mto mal gosto colocar ai essa coisa q vc chamou de sentença envolvendo o problema do satélite que é benssao para a OBRA . ñ acredsito .

    – A SENTENÇA é ato com o qual o magistrado decide o que lhe foi apresentado em Juízo. A corrupção está instalada na Instituição. A Administração Aduaneira apreendeu mercadorias (muamba) e lavrou autos respectivos (pena que não houve prisão em flagrante de alguns da ICM que esperavam no local). Órgãos Públicos promoveram procedimentos criminais e cíveis na apuração das denúncias e indícios de crimes (em tese). Goste ou não, o melhor que vc possa fazer é exigir do seu pastor o devido posicionamento diante dos fatos notórios.

    Finalizando

    Há pouco falei de fariseus e fermento do gedeltismo. Esse é o mal que IMPLODIU a Maranata. Esses indivíduos erram por imitação dos erros dos outros, espalham meias verdades entre o povo, nada querem com o poder e sabedoria de Deus, não examinam as Escrituras e preferem cópias de apostilas e mensagens requentadas que despejam pela goela dos beatos.

    O caso contrabando/descaminho de material para o satélite foi denunciado no blog há quatro anos.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/07/a-conspiracao/comment-page-1/#comment-764

    Por não atentarem para o ensino apostólico sobre interpretação e variedades de línguas copiam falsidades e invenções uns dos outros, escancaram a boca em profetadas no modelo dos maranatólatras e gritam: Deus falou! Na Maranata as decisões estão atreladas aos falsos dons. A aquisição de aparelhos para o satélite poderia ser dentro das normas exigidas na Legislação; mas preferiram burlar a Lei e as consequências ai estão. Como alguém pode ficar assistindo a programação ciente da corrupção eu não sei. Não preciso disto.

    Rapidinhas da Maranata Snapshot News n. 129 a 132 em

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/09/snapshot-news-iv/

    Sei de algo e estou bem certo: O JUÍZO VEM!

    “O SENHOR é minha justiça.”

    CV.

  4. Fred disse:

    coitado desse pobre menino edinhodaicm

    aprendeu direitinho os conteúdos das apostilas dos seminários….
    mas esqueceu de confronta-los com a Bíblia Sagrada pra ver se eram verdadeiras……. por isso digo que os membros que estão com grave cegueira espiritual estão com sua salvação comprometida, uma vez que preferem dar as costas para a verdade….. Deus tá falando…. tá mostrando…… deixando transparecer toda a sujeira…. e nem assim abrem os olhos…. que triste!
    .
    .
    Fred,

    Basta acessar o FACEBOOK e constatar, que, nem mostrando provimentos ministeriais e sentenças a membresia obstinada desperta para realidade.

    Continuam empanzinados com as heresias (pão bolorento) e de tal modo intoxicados com a droga Obra como forma de vida que não conseguem levantar desse marasmo.

    E os FATOS mostram que esta OBRA não passa de entulhos de dissimulações, erros, ilusões, meias verdades, profetadas e revelagens que não se cumprem. O gedeltismo gerou um bando de fariseus idiotizados, mostrou para o que veio e nos traiu. O mal está enraizado – da cabeça aos pés. O palácio da rainha desfigurada é casa de espíritos de engano, de falsidades e de tramas. Os palacianos acendem o “fogo estranho”, armam ciladas e articulam demandas judiciais inconsequentes.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/12/bando-de-fariseus/

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2009/12/o-fogo-estranho/

    Entrementes, entendi e registrei (no início do 2013): um braço de Gedelti foi quebrado e o Eterno e Todo Poderoso haverá de quebrar o outro braço, porquanto o som que vem dos Céus declara enfática e terrivelmente (Hb. 10.31):

    “Horrenda cousa é cair nas mãos do Deus vivo.”

    Esse satélite “é benssao para a OBRA”?

    Júlio César Viana era um dos investigados no esquema que desviou dinheiro do dízimo da igreja capixaba; mas morreu em um grave acidente em rodovia do Paraná. O Ministério Público Federal investiga a denúncia desde fevereiro deste ano (2012).

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/operacao-abafa-desvio-de-recursos/comment-page-1/#comment-3945

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/operacao-abafa-desvio-de-recursos/comment-page-7/#comment-4289

    http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/02/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/1110065-fraude-na-igreja-lider-da-maranata-e-intimado-pela-policia.html

    Julio Cesar Viana e muambas de satélite
    Acidente e morte em 28.10.2012

    http://www.aquiagora.net/noticia.php?id=28982

    Nesse particular, a minha constante oração ao Pai Celestial é no sentido de haja arrependimento neles e provem isso com a devida restituição, como Zaqueu fez e nisso foi aprovado por Jesus, o Messias de Deus.

    Os que saem da Maranata estão angustiados, desiludidos com os dons espirituais, machucados por falsos profetas e maus pastores. Nesses casos, a cura parece não chegar, a restauração da alegria lhes parece distante tamanha a dificuldade em abrir os corações para as maravilhosas promessas de Deus abundantemente derramadas nas páginas das Escrituras.

    “O SENHOR é minha bandeira.”

    CV.

  5. Cavaleiro Veloz disse:

    Como previsto:

    “E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.

    E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.

    E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (2 Pedro 2.1-3 – ênfase nossa)

    Esta profecia encontra cumprimento, inclusive, na Maranata, entulhada de anticristos:

    apostasia específica e generalizada,
    avareza indiscriminada,
    balcões de negócios,
    caixa único no Presbitério,
    cartão sem limites de saques,

    compra de armas de fogo,
    coordenadorias corrompidas,
    cortinas de fumaça,
    crianças molestadas,
    crimes diversos já denunciados,

    demandas judiciais inconsequentes,
    destruição de provas,
    desvio de fortunas para o exterior,
    discriminação e preconceitos,
    elaboração de dossiês de inimigos da Obra,

    enganação premeditada,
    enriquecimento ilícito de membros da elite,
    espantalhos engravatados,
    espionagem contra dissidentes,
    estelionato religioso,

    fábricas de notas fiscais frias,
    falta de transparência,
    filhos enganados,
    fisiologismo político,
    fraudes contábeis,

    hierarquia opressora,
    homicídios (encobertos) em viagens,
    ideologia Obra como forma de vida,
    imposição do domínio religioso,
    instigação do ódio religioso,

    má formação doutrinária e ética dos membros do Presbitério,
    manobras de cartório de registro de títulos,
    mantras repetitivos,
    maranacutaias palacianas,
    membros do Conselho Presbiteral envolvidos em processos,

    mentiras entre os membros do Conselho Presbiteral,
    meias-solas-laranjas escondendo caixas dois,
    negócios nebulosos com seguros,
    organização criminosa a nível de quadrilhas,
    perseguição de dissidentes e retirantes,
    profetadas e revelagens,

    remendos em declaração de imposto de renda,
    repetição das mentiras para não esquecerem que mentiram,
    saques de dinheiro com cartão sem limites,
    terrorismo religioso,
    traição… e até

    venda de espaços em cemitério.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/nao-sou-fanatico/

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/04/nota-a-imprensa/

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/o-clamor-publico/

    Aos membros do Conselho Presbiteral, incluindo mestres, pastores e especialmente o Presidente da Instituição: caso alguém queira contestar o espaço está disponibilizado.

    Se à Luz das Escrituras Sagradas devidamente interpretadas e dos fatos notórios e públicos me convencerem, publico e me retratarei publicamente.

    “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho.” (2 Jo. 1.9 – RA-SBB)

    Maranata?! Tô fora…

    “O SENHOR é minha bandeira.”

    CV.

  6. Nelson Freitas disse:

    CV,
    em 01.07 às 08:04 Adriana Duarte comentou em
    https://www.facebook.com/groups/404410706373994/permalink/493953157419748/ e achei que deveria compartilhar no Blog

    GEDELTI GUEIROS, O HOMEM IMUNE A BANCO (da ICM, mas não do Banco dos Réus)

    PEQUENAS CONCLUSÕES EXTRAÍDAS DO DEPOIMENTO DE GEDELTI GUEIROS de 19/03/2013:

    1 – No próximo dia 19 de novembro, Dia da Bandeira, GG completará 84 anos. Diz ser PASTOR ITINERANTE. Sempre me chamou a atenção este senhor nunca ter assumido uma igreja, ao contrário de todos os demais. Por que será? Porque ODEIA cheiro de ovelhas, é pastor SÓ NO NOME, e, na verdade, só quer o TÍTULO e trânsito livre, daí o ITINERANTE, para ter tempo de meter o bedelho em tudo que é assunto da ICM, sem ser “perturbado”.

    2 – Admitiu ser LÍDER ESPIRITUAL, algo que muitos pastores Coordenadores já admitiam publicamente, mas disse que seria pelo fato de ser pastor. Ele é líder espiritual não por que é pastor, mas porque é quem manda e desmanda na ICM, passa por cima de tudo, até dos dons espirituais.

    3 – Diz que não se considera LÍDER ADMINISTRATIVO. Mas manda e desmanda administrativamente. Mentiu.

    4 – Diz que a afirmação de que sem seu aval nada ocorreria na ICM seria falsa por haver gestores e coordenadores. Tudo passa de alguma forma por ele, não exatamente fazendo, é claro, mas sabendo e autorizando. Mais uma mentira.

    5 – Diz que a ICM é extremamente organizada, que nada ocorre sem o devido procedimento. Aqui caiu em uma contradição, admitindo ter o controle da ICM para fazer tal afirmativa.

    6 – Que não tem “voz prevalecente” pois sua palavra vale tanto quanto à dos demais. Dá até para ouvir as risadas de vocês… Mentiu novamente.

    7 – Que não é verdade que as decisões da ICM são centralizadas na pessoa do declarante; Mentiu de novo.

    8 – “QUE o declarante acompanha as atividades da Igreja em geral, mas não sabe de tudo que nela se passa”. Realmente, só se fosse Deus, aí falou a verdade quando disse que ACOMPANHA as atividades da igreja EM GERAL. Mais uma contradição.

    9 – “QUE há vários bons advogados hoje atuando para a ICM, entre os quais incluem o Dr. Varela, Drª Bárbara, Dr. Rodrigo e outros; inclusive o Dr. Homero Mafra que já atuou”. Se admitiu isso, porque a ICM contratou por rios de dinheiro advogados do naipe de CACAI, que defendeu, e defende, a causa de todos os trambiqueiros da República????

    10 – “QUE não sabe quem atualmente gerencia a contratação de advogados”. Cuidado para não cair para trás de rir, aí…

    11 – “QUE PICCONI é amigo do declarante, e PICCONI é pastor da ICM em Belo Horizonte”.

    12 – Mas depois, joga “o amigo” na fogueira para se defender. Mas amigo é para essas coisas: “QUE não pediu a PICCONI que interviesse para ajudar o declarante em processos judiciais ou outros; QUE se alguém fez isto está errado, e não é próprio dos fiéis da ICM; QUE qualquer um membro da ICM pode agir para defesa da ICM, mas que PICCONI fez algo errado não o fez a mando do declarante; QUE não está correta qualquer intimidação de autoridade pública”

    13 – “QUE o membro da ICM não tem o direito de saber o montante que existe na organização em sua totalidade…” – VERDADE! Falou a verdade, até que enfim, “..mas unicamente em sua região”. Ah, tava indo tão bem, MENTIU… O membro só verá o da sua igreja se tiver cara de pau de pedir ao tesoureiro, e isso se o pastor deixar, é claro, pois o balancete mensal da igreja não é exposto aos membros, o que dirá da região…

    14 -“QUE, nunca mandou recado para as referidas pessoas nem tão pouco quer contato com os mesmos, exceto se eles precisarem do depoente na qualidade pastor em algum momento difícil da vida deles, e se houver autorização das autoridades competentes – Essa é para fechar com chave de ouro… rsrs… MENTIRA!!!

    Ou seja, só neste depoimento um FESTIVAL DE MENTIRAS…

    E ainda está pregando nos Maanains e satélites da vida, enquanto obreiros que por muito menos, sem qualquer suspeita, indícios, provas, ações penais, inquéritos, reportagens em mídia, etc. estão amargando BANCOS ETERNOS…

    Depoimento visualizado no site:
    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/04/depoimento-de-gedelti-victalino-teixeira-gueiros/
    .
    .
    Nelson,

    Graça e paz.

    Impossível duvidar de que o Espírito de Cristo ampliou o olhar deste Blog e fico feliz diante de postagem desse nível.

    Não resta dúvida que a mentira não prevalecerá na “igreja de Deus…corpo de Cristo”, ainda que existam líderes mentirosos.

    O comando dos “anticristos” da Maranata é na base de forças ocultas. Falam de “projeto de salvação” mas os interesses inconfessáveis apontam para o bolso deles. Sempre!

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/forcas-ocultas-e-fim-de-jornada/

    O gedeltismo nos traiu.

    O leque de crimes (em tese) é enorme: ameaça, apropriação indébita, emissão de notas fiscais frias (duplicata simulada), estelionato, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro.

    O pior acontece quando os membros das igrejas falham – e os membros da Maranata falharam – e fecham os olhos para lideranças avarentas e dissimuladoras que se escondem em cortinas de fumaça, negando transparência. O dever do cristão é reagir diante da mentira; mas os maranatas não reagem e ficam intimidados.

    Para evitar que a prática dos crimes fosse descoberta, funcionários foram orientados a destruir cópias de recibos. “Fui orientado pelo Antônio Ângelo e pelo Leonardo a destruir todos os documentos, recibos e depósitos que não passavam pelo caixa central do presbitério para não cair em nenhum tipo de fiscalização”, relata um funcionário da igreja.

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2014/07/espelhos/comment-page-1/#comment-17459

    Por estas e outras razões de ordem pública, pela força da Carta Magna e legislação pertinente, o Ministério Público e a Polícia Federal ingressaram com diversos procedimentos investigativos que resultaram em DENÚNCIAS… e outras virão.

    Processos em curso.

    Quem diria, hein Gedelti?

    “O SENHOR é minha bandeira.”

    CV

  7. Nelson Freitas disse:

    “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

    Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.”

    Filipenses 2:5-11

    CV, permita lembrar esse palavra de Paulo pela beleza do conteúdo profético que aponta para o fim de todas as coisas, quando todos os homens – grandes e pequenos – haverão de se dobrar perante os juízos de Cristo Jesus, o Senhor de todos.

    Pode parecer meio deslocado do artigo mas a intenção foi lembrar aos pastores desta igreja que eles cuidaram de interesses pessoais mais do que dos interesses do Reino de Deus; em nome do PES disciplinaram injustamente e maltrataram o rebanho; não tiveram coragem para exigir transparência; se inflamaram em obediência a doutrinas de homens e se esqueceram da humildade; mas haverão de dar contar a Deus.

    Paz.

  8. Mas que barbaridade! disse:

    Obviamente a ICM não gosta da ideia de termos uma revelação completa, pois isto não lhes permite trazer suas próprias “revelações”. Por isso é comum ouvirmos frases do tipo “O Espírito Santo me revelou….”, “Deus me disse…” etc. Será isso uma necessidade de autoafirmação ou insatisfação com a suficiência das Escrituras? Ou talvez um desejo por novidades? Pode ser. Paulo avisou a Timóteo:

    “Virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos”. (2 Tm 4:3-4)
    .
    .
    AVISOS foram registrados e reiterados neste Blog:

    o Estado vai intervir nesta Igreja.

    E agora José?

    Lideres da Igreja Maranata ameaçam testemunhas
    https://www.youtube.com/watch?v=P0KteKx4oQg

    Pastor Fundador preso por desvio de dízimo
    https://www.youtube.com/watch?v=RkHEytpkZ4o

    Prisão aos pastores da Igreja Cristã Maranata.
    https://www.youtube.com/watch?v=BikprG0VmRw

    Polícia prende presidente e ex-presidente da Igreja Maranata
    https://www.youtube.com/watch?v=WQE3cOeGsaQ

    Pastores presos
    https://www.youtube.com/watch?v=3W5_DyGU36w

    Pastores da Igreja Maranata embalando compras feitas nos EUA
    https://www.youtube.com/watch?v=uYqg–1HSQs

    “O SENHOR é minha bandeira.”

    CV.

  9. Alandati disse:

    AS VÍTIMAS DE SEQUESTRO E DE CÁRCERE PRIVADO RELIGIOSOS NA OBRA

    Abordagem ideológico-comparativa com delito tipificado no artigo 148 do CP.

    Leiam em https://diganaoaseita.wordpress.com/2015/11/01/as-vitimas-de-sequestro-e-de-carcere-privado-religiosos-na-obra/

    Graça e Paz,

    Alandati.
    .
    .
    A falsa unção destrói e mata. Esta coisa maligna é autorização eclesiástica para discriminar os que eles chamam de caídos da Obra – expressão muito presente nas falas do chefe da Maranata ao discriminar aqueles dissidentes que não mais aguentavam disparates do “outro evangelho” que vem sendo pregado nos púlpitos da ICM-PES, absolutamente contrário à “fé em Jesus” conforme o Novo Testamento.

    A discriminação religiosa começa no palácio da rainha desfigurada onde os artífices da maldade mantêm olhos de ódio nos que romperam com o sistema. As armas dos emissários do palácio da rainha desfigurada disparam calúnias, difamações, injúrias, juízos temerários, maldições, pedradas e preconceitos.

    Almas caras estão sendo apascentadas com dissimulações, hipocrisias, instigação ao ódio e meias verdades. Aos olhos de Deus! Assim falo com os olhos no amor de Deus e sem julgamento premonitório contra qualquer pessoa; mas contra este estelionato religioso que alimenta o erro ao redor do erro, destrói famílias, dispersa os pequeninos, nega a “fé em Jesus” e posicionou-se acima das Escrituras Sagradas.

    Este estelionato religioso criou cortinas de fumaça e dissimulou os erros com a OPERAÇÃO ABAFA!

    Leia mais em

    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/estelionato-religioso/

    “O SENHOR é minha bandeira.”
    CV.

  10. Pedro Henrique disse:

    As irmãzinhas da seita Maranata chegadas a uma balada, especialmente as que frequentam Clubes e Boites em V.Velha, podem ficar tranquilas que vcs casarão na Igreja sem o menor problema.
    Continuem carregando suas coletâneas e tá tudo certo. Já foi o tempo que esta seita tinha alguma credibilidade.
    Depois que o Ernandes Beijoqueiro Pr. que manda e desmanda na Área de Cariacica, fazendo inclusive um casamento de uma jovem que teve um caso com um ex Pastor, logo depois um outro casamento com a filha do J. Batista cantor, as portas escancararam de vez…

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