A babilônia prostituída

  A autoridade eclesiástica dos pastores da ICM é concedida pelo PES e não necessariamente por Deus; e enquanto esses homens permanEcem vinculados ao mesmo eles sempre terão algum grau de poder sobre os membros da igreja.

A falsa unção gera a morte. Alguém consegue imaginar cerca de 30.000 documentos extraídos dos escaninhos do palácio da rainha desfigurada, circunstanciando a existência de crimes (em tese) e apresentados às autoridades públicas?

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bater nas pessoas e gritar a torto e a direita

CV,

Boa noite. Fiquei triste mesmo … não é questão de não ter simpatia com o autor (RN) nada disso , mas não precisamos desses ataques aos quye tanto nos ajudaram e por algum motivo atualmente não escrevem . A postagem no Face começa com essa frase

– De uma coisa todos podem ter certeza, o dia que eu sumir do Facebook haverá um motivo e avisarei previamente…  

Desculpe mas Alandati, Ana Clara, Marcos, Mario e Gil e outros amados irmãos seguiram no mesmo sentido do seu Blog e me ajudaram a abrir os olhos .  Se ñ quiser publicar entendo … Paz 

Ao anoitecer de 18.01.2016 a amiga e irmã Marcia Loureiro me enviou a postagem. Fiquei quieto e pensava: – Quem sabe ele repensará o que fez e deletará o escrito ofensivo? Bastou o autor apontar Ana Carla Gueiros, Cavaleiro Veloz e Marco Alexandre da Silva e gritou nas rdes sociais: se calaram, foram calados ou se venderam (copiei Print Screen). Deseja holofotes. Equívoco é pouco: existe ofensa. Espalhar nas redes sociais que fulano se vendeu, não sendo verdade, chega à calúnia da parte do ofensor ferindo a honra objetiva do ofendido, anuncia o Código de Direito Penal (mas não tenho procuração para falar em nome de Ana Carla Gueiros nem Marco Alexandre da Silva). Neste enquadre, Cavaleiro Veloz não é apenas nome: é marca registrada no INPI. Por último, a respeito de crimes virtuais devemos nos lembrar da legislação recente…

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Aturando erros e colhendo frutos podres

A “igreja de Deus… corpo de Cristo” (1 Co. 1.2; 12.27) é algo inefável, maravilhoso e sobrenatural. Aqueles que mediante a fé em Cristo Jesus nasceram de novo não dependem de clamor, consulta e culto profético. As escamas caem dos olhos.

Evidentemente, existe grande diferença entre Cristo, o Filho de Deus e a religião: a formatação faz o hindu místico poder falar de seu politeísmo e de sua religião oficial (com milhões de deuses e muitas seitas que nela existem); mas de Cristo Jesus nada sabe, nem do magnificente poder e presença de Sua ressurreição. Formatados ideologicamente permanecem presos até que fujam ou publicamente renunciem e rompam com o sistema.

Fatos e informações chegaram ao público com o livro de Joel Ribeiro Brinco, em 2003, contando atitudes dos presbíteros Gedelti Gueiros e Alcary Simões no comando do grupo dissidente dentro da Igreja Presbiteriana em Vila Velha – ES: se comportavam como vítimas de uma trama na uta pelo poder religioso com sementes de rebeldia. Autodefesa, arrogância, insubordinação, meias verdades, orgulho ferido e protestos dos rebeldes provocaram o rompimento com os presbiterianos. Então, nasceu a atual Igreja Maranata em 1968.

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MARANATA – demanda criminal agora em Vila Velha

Ação Penal 0016347-86.2013.8.08.0024

 

D E C I S Ã O

A presente denúncia foi oferecida com base em Procedimento Investigativo Criminal do Ministério Público Estadual instaurado após apuração interna deflagrada pela Igreja Cristã Maranata Presbiterio Espírito Santo/ICM-PES, que tinha como finalidade esclarecer valores pagos a prestadores de serviços e fornecedores de produtos. O Relatório Conclusivo da apuração foi entregue ao Ministério Público Estadual, com documentos e informações dando conta de indícios de prática de diversos crimes. O Procedimento Investigatório instaurado pelo Ministério Público teve como objetivo apurar possíveis crimes de estelionato, contra a fé pública, contra a ordem tributária, contra a administração pública e de lavagem de dinheiro. Em novembro de 2012, foi deflagrada a “Operação Entre Irmãos”, pelo Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO, do Ministério Público Estadual, com a finalidade de desarticular e colher provas relativas à suposta organização criminosa infiltrada na Igreja Cristã Maranata. Foram autorizadas diversas medidas cautelares (afastamento de sigilos fiscal, bancário e dos dados cadastrais de registro de pontos e de acesso à internet, interceptação telemática e telefônica, busca e apreensão, bloqueio judicial de contas, sequestro de bens). Apurou-se, no curso da investigação do Ministério Público, indícios de prática de diversos crimes, de competência federal como estadual. Além disso, verificou-se a emissão de notas fiscais sem lastro, contratos superfaturados, remessas de dinheiro para o estrangeiro, criação de empresas fantasmas e malversação de recursos públicos. Eis, em breve síntese, o relatório. Compulsando os autos, verifico que inicialmente o Procedimento tramitou na Central de Inquéritos Criminais de Vitória, todavia após a expedição do Ato Normativo nº 163/2014, que extinguiu a Central de Inquéritos e determinou a redistribuição de seu acervo processual, o presente feito foi distribuído para a 5ª Vara Criminal de Vitória.   Em decisão de fl. 6839, o Juiz da 5ª Vara Criminal de Vitória declarou-se suspeito, remetendo-se o feito ao substituto legal, oportunidade em que me vieram os autos conclusos. Em atento exame dos autos, observo que o Ministério Público elegeu a Comarca de Vitória como foro competente para processar o feito. O feito transcorreu nesta Comarca em razão da tramitação inicial perante a Vara Especializada da Central de Inquéritos que à época tinha competência para apreciar pedidos de medidas cautelares preparatórias para a ação penal, tendo a sua competência territorial estendida em razão da Resolução n° 031/2010, da Presidência do Tribunal de Justiça do Espírito Santo. Importante destacar que consta na apuração dos fatos, que os crimes objetos da presente ação penal foram praticados na Igreja Cristã Maranata – Presbitério Espírito Santo, com sede na Rua Torquato Laranja, nº 90, Centro, Vila Velha/ES (fl. 104). O Código de Processo Penal determina que a competência será definida, em regra, pelo local da prática do crime (artigo 70, do Código de Processo Penal), sendo este, portanto, em Vila Velha. Inicialmente, vale destacar que as regras de definição da competência territorial na jurisdição criminal – diversamente do que ocorre na jurisdição civil em que prevalece o interesse das partes – atende aos imperativos de ordem pública voltados à fidelização da produção probatória, ou seja, busca-se a verdade real, ainda que em tese, atentando-se sobremaneira à qualidade da instrução probatória. O Código de Processo Penal estabelece, via de regra, que a competência “ratione loci” é determinada pelo lugar em que se consumou a infração (artigo 70 do CPP) e, subsidiariamente, cogita que a competência pode ser fixada pelo domicílio ou residência do réu (artigo 72 caput do CPP).   Pelo exame das peças que integram estes autos, verifica-se, com clareza, que os fatos objeto de investigação ocorreram no município de Vila Velha, quer seja porque a maioria dos investigados possui domicílio em Vila Velha, quer seja porque a Igreja Cristã Maranata – Presbitério Espírito Santo situa-se no município de Vila Velha, local da conduta e do resultado. Assim, considerando o elevado número de pessoas envolvidas domiciliadas em Vila Velha, não é conveniente que os possíveis crimes sejam apurados no município de Vitória. Ademais, não há porque o feito tramitar na Comarca de Vitória, se a Comarca de Vila Velha possui a mesma capacidade e estrutura judiciária, inclusive, é o local onde os supostos fatos criminosos ocorreram, o que favorece sobremaneira as investigações. Neste vértice, colaciono precedente que fixou a competência no local do fato, visando facilitar a colheita de provas, conforme se infere:

CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL PENAL. CONFLITO DE JURISDIÇÃO. DANO AO ERÁRIO. CRIMES CONSUMADOS NO MUNICÍPIO DE DOIS RIACHOS/AL. AÇÃO PENAL. COMPETÊNCIA TERRITORIAL. LOCAL DA INFRAÇÃO (CPP, ART. 70). DECLINAÇÃO DE OFÍCIO. POSSIBILIDADE. CONHECIDO O CONFLITO DE JURISDIÇÃO PARA DECLARAR COMPETENTE O JUÍZO SUSCITANTE. 1. Conflito de jurisdição suscitado pelo Juízo da 11ª Vara da Seção Judiciária de Alagoas (Santana do Ipanema) em face do Juízo da 8ª Vara Federal de Alagoas (Arapiraca). 2. O suscitado declinou de ofício da competência para processar e julgar ação penal em razão de denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal em desfavor de José Damascena Filho e outros, pela prática de diversos crimes contra o erário público (fls. 25 e v.). 3. O suscitante entendeu que a competência territorial do art. 70 de CPP seria relativa, não podendo ser declinada de ofício, e suscitou o Conflito de Jurisdição ora em análise (f. 26/27), manifestando-se o MPF pelo conhecimento do conflito e, no mérito, pela competência do juízo suscitado (f. 32/35). 4. As regras e princípios de definição da competência territorial na jurisdição criminal – diversamente do que ocorre na jurisdição civil, em que prevalece o interesse das partes – atendem a imperativos de ordem pública voltados à viabilização e fidelização da produção probatória na busca pela verdade real, bem como à garantia do direito de defesa do réu. Torna-se, portanto, possível ao juízo criminal a declinação de competência territorial ex officio. Precedente do TRF da 5ª Região (CC1968/SE). 5. O CPP, art. 70, estabelece que a fixação da competência, de regra, é determinada pelo lugar em que se consumou a infração. 6. Competência da Vara Federal que a abrange o Município onde o ilícito foi cometido (Dois Riachos/AL), de conformidade com a Resolução TRF5 n. 31/2011. 7. Conflito de jurisdição que se conhece, para declarar competente o Juízo Suscitante, no caso, o Juízo da 11ª Vara Federal da Seção Judiciária de Alagoas, sediada em Santana do Ipanema/AL. (TRF-5 – CJ: 31615120144050000  , Relator: Desembargador Federal Rogério Roberto Gonçalves de Abreu, Data de Julgamento: 21/05/2014, Pleno, Data de Publicação: 03/06/2014) (grifo nosso)

CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. CRIME DE ROUBO (ART. 157 DO CP). MOMENTO CONSUMATIVO. POSSE DA COISA SUBTRAÍDA. FORO COMPETENTE PARA A AÇÃO PENAL. LUGAR DA INFRAÇÃO (ART. 70 DO CPP). FIXAÇÃO DA COMPETÊNCIA DO JUÍZO SUSCITADO.

  1. Denúncia por tentativa de roubo duplamente qualificado (art. 157, § 2º, I e II, c⁄c art. 14, II, do CP), pois os réus, em comunhão de vontades, mediante emprego de arma de fogo, abordaram a vítima em Vila Velha e, após subjugá-la, tentaram dela subtrair um veículo e diversos objetos, sem conseguir consumar o intento criminoso porque foram surpreendidos por Policiais Militares e presos em flagrante delito, logo após o crime, no Município de Vitória, ainda na posse da arma e das coisas subtraídas, quando as transferiam para o automóvel de um dos corréus, o qual atuava em conluio dando cobertura aos demais na prática delituosa.
  2. Decerto, o Código de Processo Penal adotou a teoria do resultado, como regra, ao definir no seu art. 69, inc. I, o foro competente para a ação penal pelo lugar da infração, sendo aquele onde consumou-se o crime ou, no caso de tentativa, onde ocorreu o último ato executivo (art. 70, caput).
  3. Sem embargo da definição jurídica dada pelo Ministério Público aos fatos narrados na peça acusatória, não se pode desconsiderar que, segundo a orientação predominante na jurisprudência deste Tribunal e dos Tribunais Superiores, o crime de roubo consuma-se no momento da subtração, quando ocorre a inversão da posse da coisa subtraída, mesmo por breve espaço de tempo, não se exigindo que a res permaneça em poder do agente de forma mansa e pacífica. Precedentes.

[…]

(TJES, CC 0004088-73.2009.8.08.0000, Rel. Des. Catharina Maria Novaes Barcellos, julgado em 03/02/2010)

Nesse viés, de modo a facilitar a colheita das provas, a competência para processar o feito em apreço deve ser determinada pelo local de ocorrência da infração penal, cumulada com a regra do domicílio dos réus, razão pela qual reputo competente o foro do município de Vila Velha, até porque no caso sob exame a maior parte dos elementos informativos concentram-se naquela Comarca. Vale ressaltar ainda que o feito foi distribuído inicialmente para a Central de Inquéritos Criminais de Vitória, uma vez que era prática comum o processamento de medidas cautelares, principalmente as de interceptação telefônica naquele Juízo, envolvendo fatos ocorridos em outras comarcas. Contudo, com a extinção da Central de Inquéritos Criminais de Vitória todo seu acervo processual foi redistribuído para as Varas Criminais da Comarca de Vitória indistintamente, ou seja, todas as medidas cautelares requeridas com base em fatos ocorridos em outras comarcas foram redistribuídas para as Varas Criminais de Vitória, sem a observância das regras de competência territorial. A título exemplificativo, este Juízo recebeu diversas medidas cautelares oriundas da antiga Central de Inquéritos Criminais e, em análise da competência, reconheceu por vezes a incompetência territorial, fazendo remessa ao Juízo competente. Além das razões acima expostas, destaco que a defesa dos denunciados Gedelti Victalino Teixeira Gueiros e Carlos Itamar Coelho Pimenta impetrou Habeas Corpus perante o Superior Tribunal de Justiça e, de ofício foi concedida a ordem para anular a decisão que confirmou o recebimento da denúncia sem análise das preliminares levantadas pelas defesas dos denunciados. Significa dizer que as defesas ainda não foram analisadas, podendo, portanto, ser apreciada a incompetência deste juízo. Desta feita, reconheço a incompetência territorial do foro de Vitória, para declinar de ofício a competência de foro para a Comarca de Vila Velha. Dê-se ciência ao Ministério Público e intimem-se as defesas. Após, remetam-se os autos à Comarca de Vila Velha, juízo territorialmente competente, com as homenagens de estilo, para que após a distribuição o feito tenha regular processamento. Vitória/ES, 31 de Agosto de 2015.

CLÁUDIA VIEIRA DE OLIVEIRA ARAÚJO

Juíza de Direito

VITÓRIA, 4 DE SETEMBRO DE 2015

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Em nome da ética democrática, que a data original e origem da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

Escrever em CAIXA ALTA (letras maiúsculas) é deselegante. Evitem.

Evitem postagens fora do FOCO do artigo.

Imagens colocadas nos artigos como ilustração foram retiradas da Internet (Google) e também dos textos aqui postados, presumindo serem de domínio público. No caso que haja alguma imagem sem os créditos devidos não foi intencional; e, deste modo agradeceria em nos avisar que colocaremos os créditos.

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Estratégia duvidosa e expectativa de juízo

“Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer, nem por sórdida ganância, mas de boa vontade nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o supremo pastor se manifestar, recebereis a inacessível coroa de glória.”

(1 Pe. 5.2-4)

 

Enquanto o poder camaleônico centralizado na corte palaciana acumulava fortunas e disfarçava interesses inconfessáveis, os meia solas gerados no pandulho da rainha desfigurada cobraram dízimos, presença nos cultos, seguros e trabalhos voluntários; exigiram inquestionável obediência ao Dogma ordenado por revelação; feriram crianças com disciplinas inusitadas; impuseram o jugo maranático em defesa da Obra; maltrataram os crentes com  milhares de profetadas e mantiveram o rebanho sob os pés.

Enganar é fácil e o Diabo lucra. Entenda: a astúcia da elite maranática na arte do crime é coisa que deixou a membresia com a mão no queixo.

Espanto!

Espero que não se incomodem com as perguntas: o pai da ideologia Obra como forma de vida afastou os mercenários? Não! Aliviou as cargas dos desesperados? Não! Amparou os doentes evitando os corredores do SUS? Não! Conclamou os pastores e o povo ao arrependimento e retorno às Escrituras? Não! Corrigiu erros e heresias? Não! Consolou os desesperados com palavras de amor, esperança e espírito sacrifical? Cuidou das feridas e golpes dos maus pastores? Não! Foi transparente? Não! Impediu aos denunciados pelo MP-ES de assomar aos púlpitos? Não! E agora, com ares de inocente e perseguido, acomete em estratégia duvidosa procurando reunir o que restou do rebanho?

Espero que não se incomodem com outras perguntas: se alguém não leva a sério a gravidade dos pecados pessoais e em erros da liderança megalomaníaca e obstinada persevera, como pregará de forma eficiente algo da Lei Moral ou do Evangelho de Deus? Como poderá pregar aquilo que ignora?

Muito estranho o mau hábito de depender de culto profético e não conseguir discernir “entre o santo e o profano” a ponto de fazer “agravo ao Espírito da graça” (Ez. 44.23; Hb. 10.29). O erro está na “aparência de piedade” enquanto “negam a eficácia dela” (2 Tm. 3.5). O momento de arrependimento é agora.

Na condição/posição de liderança o mestre-profeta dos maranatas deveria, em primeiro lugar, lembrar-se da terrível santidade da Lei de Deus e do horrendo julgamento do pecado que exigiu a morte do Cordeiro de Deus “pelas mãos de iníquos” (At. 2.23); mas o mercenário, que não é pastor, agiu com avareza desmedida, calou-se diante das falsas profecias, corroborou o fisiologismo político, negligenciou a glória do Evangelho de Cristo, oportunizou a formação de quadrilhas e vangloriou-se de estar acima do Bem e do Mal.

Não é de admirar, como foi dito no início do ano de 2013, que ele já tenha um braço quebrado e está informado de que o Próprio Deus quebrará o outro. Ai daquele que resiste ao Espírito de Cristo e vive de acordo com o seu ponto de vista (Ef. 4.17-19) e de maneira continua e proposital insiste em rejeitar a Deus (cf. Hb. 3.7-19).

Não está escrito que Deus honra aos que a Deus obedecem?

Esta fábrica de meias solas remendados para nada mais serve, a não ser, de tropeço para os crentes honestos e sinceros. A Instituição foi empurrada em um beco sem saída.

O fim dessas coisas como será? O que resta?

O leitor prestou atenção na data do artigo banquete de ladrões? Não?! Neste artigo afirmei a iminente queda de Gedelti arrastando consigo os filhos da falsa unção. 

O pacote oferecido nos seminários com o artifício mistérios da Obra é extremamente intoxicante e perigoso.

O leque de crimes (em tese) é enorme: ameaça, apropriação indébita, emissão de notas fiscais frias (duplicata simulada), estelionato, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro. Se alguém começa a entender algo da inter-relação Gedelti-Maranata (nefanda simbiose) que se impôs maliciosa e mesmo obrigatória, como fazer a defesa da Obra?

Ora, se este líder religioso deu provas de que não conseguiu aprender com avisos e ensinos de fácil percepção; se os ministros não censuram as iniquidades da liderança (porquanto a cumplicidade é marca registrada) e diante do jugo opressor os membros continuam agachados e medrosos; as DENÚNCIAS do Ministério Público são denúncias que pesam e pregam a mensagem pública que eles não querem ouvir.

Pedro, apóstolo de Cristo Jesus, advertia a liderança da comunidade a exercer, de boa vontade, o ministério pastoral nunca motivado pelo ganho de dinheiro. A advertência para cada um era a mesma: fugir da avareza. Cada um deles deveria precaver-se para que não se aproveitar do rebanho como fonte de lucro e maneira de se dar bem na vida. Ora, o líder eclesiástico mercenário não sente prazer em cuidar do rebanho. Em vez de alimentar, apascentar, cuidar, curar, fortalecer, nutrir e proteger sua intenção é apropriar-se de bens, arrancar a lã, explorar o rebanho, fazer negócios nebulosos e organizar quadrilhas de salteadores. Pedro preservava o sermão de Jesus (Jo. 10.12,13 – ARC):

“Mas o mercenário, que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa. Ora, o mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas.”

Por estas e outras razões a escatológica “operação do erro” é o contragolpe eloquente e judicial de Deus àquilo que está de acordo com a fortíssima inclinação dos corações dos homens que não se afastam das crenças mentirosas e das iniquidades resultantes. Está determinado pelo Messias de Deus, o Filho Unigênito do Pai (2 Ts 2:11-12):

“… por isso, DEUS lhes enviará a operação do erro, para que creiam na mentira, para que sejam julgados todos os que não creram a verdade; antes tiveram prazer na iniquidade”.

Por isto mesmo, a obstinação e o pecado dos homens são dignos de ser observados. Esta escatológica “operação do erro” envolve algo ainda insondável, que ultrapassava a imaginação dos homens. Os justos padrões de Deus revelam ao homem a imprescindível necessidade de Cristo; se advertido dos maus caminhos o homem excede os limites da misericórdia divina, mantém-se desobediente e em suas iniquidades persevera até a morte, só lhe resta o juízo de eterna condenação.

  Resta uma expectativa de juízo, como está escrito (Hb. 10.26-31 – KJ):

“Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados, mas uma horrível expectativa de juízo e fogo ardente prestes a consumir todos os inimigos de Deus. Ora, se aqueles que rejeitam a Lei de Moisés morrem sem misericórdia, mediante a palavra de acusação de duas ou três testemunhas, julgai vós, quanto maior castigo merecerá quem feriu os pés do Filho de Deus, profanou o sangue da aliança pelo qual Ele foi santificado, e insultou o Espírito da graça? Porquanto, nós conhecemos aquele que declarou: “A mim pertence a vingança!”, e em outro trecho: “O Senhor exercerá juízo sobre seu povo”. Assim, terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo!”

Saídas para a crise foram apontadas mas o dono da empresa não as aproveitou.

Se esta igreja ainda quiser que Deus esteja presente na administração, na conduta individual, na doutrina, na ética pastoral, na oração, na experiência e no padrão neotestamentário ela deve discernir e imediatamente julgar as suas escolhas, os seus caminhos (porquanto os “anticristos” dominam sobre ela).

Sei de algo importante para esta igreja: nada impuro – quer seja em princípio quer na prática – deve ser tolerado.

Sendo evidente que a Instituição demonstra não querer, o erro dos falsos profetas e dos maus pastores a arrasta ao pior: “não discernindo o corpo do Senhor” confirma-se o desprezo ao MEMORIAL. Enquanto os fracos foram multiplicados debaixo do jugo opressor as carcaças se amontoam escondidas no lixão (quem lê entenda). Então, o Justo começou a julgar e recriminar a liderança pecaminosa e rebelde e a cada um individualmente para que não fôssemos condenados eternamente com o mundo (entenda 1 Co 11:29-32). Não bastando este julgamento misericordioso, começou o julgamento pelas mãos dos magistrados.

Voltemos ao que Deus disse do jeito que ele disse.

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Em nome da ética democrática, que a data original e origem da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

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